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Estou órfã. Acabaram os ensaios das escolas de samba e agora fiquei assim, sem eira nem beira, querendo mais carnaval e nada.
A título de informação (já que fiquei aguardando fotos para ilustrar o post e até agora não recebi) o recorde foi realmente batido. Depois da X-9 rolou Gaviões, Rosa, Mancha e Vila Maria. Aeee! Carnaval foi uma delícia, mas como dizem alguns amigos: “O que acontece no rolé, morre no rolé”. Então, melhor deixa quieto.
Enfim, voltemos a meu presente órfão. Fim de horário de verão, um sábado com duas meias-noites é dia de estar na rua, of course! Mesmo sem ensaios ou idéia de uma balada boa (sábado é o pior dia em São Paulo, não tem jeito) partimos eu e uma amiga para o bar Empanadas, na Vila Madalena. Afinal, se uma cerveja antes do almoço é muito bom pra ficar pensando melhor, imagina no sábado à noite rsrsrs
É, o lugar não é exatamente aquilo que poderíamos chamar de esconderijo de pessoas bonitas, mas a comida é boa e guess what? Aceitam cartão de refeição (pobre é foda)!
Ficamos lá, pensando, botando o papo em dia, de vez em quando olhando o SporTV transmitir o Campeonato Africano e tentando descobrir que diabos de jogo do Brasil tinha aquele dia que não estamos sabendo, coisa que soube no dia seguinte que se tratava da seleção canarinho da JAMAICA, God! É minha amiga também tem alma de loira.
A noite estava fraca. Apesar das pernocas de fora naquele calor dos diabos nenhum cavalheiro nos abordou ou ofereceu gentilmente algum drink dessa vez, com exceção de um trio de tiozinhos barrigudos que nos pararam na porta, mas aí não vale, né?
Apesar disso, um evento Mastercard fez com que ganhasse o dia. Cenário: Banheiro feminino. Ouvi um “tu” da amiga do lado. Minhas anteninhas ficam ligadas, jamais fico imune a um “tu”.
Perguntei: “Tu é da onde? E a colega respondeu: “Do Espírito Santo”.
“Ah! Então esse teu tu é de carioca”, disse eu, sem noção e medo de apanhar zero, como se percebe. Por sorte ela não se abalou e perguntou de onde eu era.
“Sou gaúcha”, disse.
“Modelo? Veio tentar a sorte em São Paulo?”, disse a capixaba.
Olha, se fosse um homem juraria que não passava de uma cantada barata, mas se a mina não era lésbica então acho que foi um comentário sincero (e ingênuo e talvez bêbado, pessoas não enxergam direito nessas condições), mas valeu.
Dei tchau a amiga antes de deixar o banheiro que por sorte estava num momento de privacidade atrás da porta, senão era o risco de ganhar um beijo depois dessa.
E a noite? Continuou fraca, mas engraçada, numa balada eletrônica, bem longe das rodinhas de samba. Mas como dizem alguns amigos: “O que acontece no rolé, morre no rolé”. Então, melhor deixa quieto.
fevereiro 18, 2008
fevereiro 01, 2008
Humor negro pré-carnaval
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Tá, eu amo carnaval, mas algumas notícias mexeram comigo nesse momento. É mais forte do que eu, então vamos lá:
1) Beto Carrero morreu hoje, aos 70 anos, durante uma cirurgia no Sírio-Libanês. Ok, very sad, mas o espantoso mesmo é aos 70 ANOS??? Ele deveria fazer propaganda, no mínimo, do Grecin 2000. Oh, God!
E o nome que constava na identidade do empresário era João Batista Sérgio Murad. Hein? Tudo a ver com Beto e Carrero, claro! Ainda tenho minhas dúvidas se não estão enterrando o cara errado, anyway.
2) Mais alguém aí tá se coçando pra soltar uma piadinha maldosa sobre o caso do mau uso do cartão corporativo da ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro? Foram R$ 171 mil incluindo compras no Free Shop, carai!
Beijinhos e boa folia para todos!
Tá, eu amo carnaval, mas algumas notícias mexeram comigo nesse momento. É mais forte do que eu, então vamos lá:
1) Beto Carrero morreu hoje, aos 70 anos, durante uma cirurgia no Sírio-Libanês. Ok, very sad, mas o espantoso mesmo é aos 70 ANOS??? Ele deveria fazer propaganda, no mínimo, do Grecin 2000. Oh, God!
E o nome que constava na identidade do empresário era João Batista Sérgio Murad. Hein? Tudo a ver com Beto e Carrero, claro! Ainda tenho minhas dúvidas se não estão enterrando o cara errado, anyway.
2) Mais alguém aí tá se coçando pra soltar uma piadinha maldosa sobre o caso do mau uso do cartão corporativo da ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro? Foram R$ 171 mil incluindo compras no Free Shop, carai!
Beijinhos e boa folia para todos!
janeiro 30, 2008
Resposta à piadinha infame
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Amigos, não resisti. Tive que reproduzir a troca de e-mails da galera nessa semana. Leiam a piadinha machista enviada por um "XY" desavisado e, na seqüência, o troco da mulherada:
CASAL Perfeito
Era uma vez um homem perfeito que conheceu uma mulher perfeita. Namoraram e um dia se casaram. Formavam um casal perfeito. Numa noite de Natal, ia o casal perfeito, por uma estrada deserta, quando viram alguém no acostamento pedindo ajuda. Como eram pessoas perfeitas, pararam para ajudar.
Essa pessoa era nada mais nada menos do que Papai Noel, cujo trenó havia enguiçado. Não querendo deixar milhões de crianças decepcionadas, o casal perfeito se ofereceu para ajudá-lo a distribuir os presentes. O bom velhinho entrou no carro e lá foram eles. Infelizmente o carro se envolveu em um acidente e somente um dos três ocupantes sobreviveu.
Pergunta: Quem foi o sobrevivente do trágico acidente? A mulher perfeita, o homem perfeito ou o Papai Noel? (leia mais abaixo)
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Resposta: A mulher perfeita sobreviveu. Na verdade, ela era a única personagem real dessa história. Todo mundo sabe que Papai Noel e homem perfeito não existem.
Se você é mulher, pode fechar a mensagem, * a piada acaba aqui. (Homens podem continuar lendo abaixo)
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Agora, se Papai Noel não existe, nem homem perfeito, fica claro que quem dirigia era a mulher - o que explica o acidente...Se você é mulher e leu até aqui, fica provada mais uma teoria: mulheres são curiosas, metem o bedelho onde não são chamadas e são incapazes de seguir instruções.
Resposta:
Tsic, tsic. Perdoem-me rapazes, mas essa história é completamente fantástica. Uma mulher perfeita JAMAIS estará sozinha numa estrada deserta, principalmente se tratando de uma noite de Natal.
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Minha pergunta é: e o homem (in)perfeito, era gostoso? Aí quem sabe ela até possa ter perdido uns 5 minutos com um banana, que infelizmente não sabe nem dirigir um carro.
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Outra possibilidade é que nem o palhaço fantasiado de papai noel, nem o banana gostoso, tenham se entendido com o caminho certo, não quiseram parar para pedir informação, nem deixar a mulher perfeita dirigir com medo de ferir seus orgulhos de machos viris e na indecisão de pegar a direita ou a esquerda deram com a cara no poste, os imbecís. A mulher se salvou porque era a única que respeitava as leis do trânsito e usava cinto de segurança.
Bjus,
Paula Pereira
Amigos, não resisti. Tive que reproduzir a troca de e-mails da galera nessa semana. Leiam a piadinha machista enviada por um "XY" desavisado e, na seqüência, o troco da mulherada:
CASAL Perfeito
Era uma vez um homem perfeito que conheceu uma mulher perfeita. Namoraram e um dia se casaram. Formavam um casal perfeito. Numa noite de Natal, ia o casal perfeito, por uma estrada deserta, quando viram alguém no acostamento pedindo ajuda. Como eram pessoas perfeitas, pararam para ajudar.
Essa pessoa era nada mais nada menos do que Papai Noel, cujo trenó havia enguiçado. Não querendo deixar milhões de crianças decepcionadas, o casal perfeito se ofereceu para ajudá-lo a distribuir os presentes. O bom velhinho entrou no carro e lá foram eles. Infelizmente o carro se envolveu em um acidente e somente um dos três ocupantes sobreviveu.
Pergunta: Quem foi o sobrevivente do trágico acidente? A mulher perfeita, o homem perfeito ou o Papai Noel? (leia mais abaixo)
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Resposta: A mulher perfeita sobreviveu. Na verdade, ela era a única personagem real dessa história. Todo mundo sabe que Papai Noel e homem perfeito não existem.
Se você é mulher, pode fechar a mensagem, * a piada acaba aqui. (Homens podem continuar lendo abaixo)
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Agora, se Papai Noel não existe, nem homem perfeito, fica claro que quem dirigia era a mulher - o que explica o acidente...Se você é mulher e leu até aqui, fica provada mais uma teoria: mulheres são curiosas, metem o bedelho onde não são chamadas e são incapazes de seguir instruções.
Resposta:
Tsic, tsic. Perdoem-me rapazes, mas essa história é completamente fantástica. Uma mulher perfeita JAMAIS estará sozinha numa estrada deserta, principalmente se tratando de uma noite de Natal.
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Minha pergunta é: e o homem (in)perfeito, era gostoso? Aí quem sabe ela até possa ter perdido uns 5 minutos com um banana, que infelizmente não sabe nem dirigir um carro.
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Outra possibilidade é que nem o palhaço fantasiado de papai noel, nem o banana gostoso, tenham se entendido com o caminho certo, não quiseram parar para pedir informação, nem deixar a mulher perfeita dirigir com medo de ferir seus orgulhos de machos viris e na indecisão de pegar a direita ou a esquerda deram com a cara no poste, os imbecís. A mulher se salvou porque era a única que respeitava as leis do trânsito e usava cinto de segurança.
Bjus,
Paula Pereira
janeiro 11, 2008
janeiro 10, 2008
Aberta a temporada do samba!
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“Quem não gosta de samba, bom sujeito não é...” E a sujeita aqui ama uma batucada. O combinado saiu da promessa e ganhou a quadra da X9, abrindo oficialmente o circuito de visitas às escolas de samba de São Paulo (pois é, dizem que paulista não tem muito jeito pra coisa, mas não é que até estão fazendo bonito?).
Nada como a vibração de uma bateria para lavar a alma e o resto do corpo, diga-se de passagem, ô coisinha que faz a gente derreter.
Há anos que tenho a vontade de visitar a maioria das escolas antes do carnaval. Mais ou menos como assistir os indicados antes do Oscar. Pra variar, nunca consegui nenhum dos dois. No samba foram no máximo duas quadras no mesmo ano.
E o prazo desta vez é curto. Apenas duas semanas até o carnaval, mas bora tentar. Quem sabe esse ano consigo bater o recorde e chegar pelo menos a três rsrsrs
As eleitas, a priori: Gaviões da Fiel, Mancha Verde, Mocidade Alegre, Pérola Negra e Vai-vai.
“Quem não gosta de samba, bom sujeito não é...” E a sujeita aqui ama uma batucada. O combinado saiu da promessa e ganhou a quadra da X9, abrindo oficialmente o circuito de visitas às escolas de samba de São Paulo (pois é, dizem que paulista não tem muito jeito pra coisa, mas não é que até estão fazendo bonito?).
Nada como a vibração de uma bateria para lavar a alma e o resto do corpo, diga-se de passagem, ô coisinha que faz a gente derreter.
Há anos que tenho a vontade de visitar a maioria das escolas antes do carnaval. Mais ou menos como assistir os indicados antes do Oscar. Pra variar, nunca consegui nenhum dos dois. No samba foram no máximo duas quadras no mesmo ano.
E o prazo desta vez é curto. Apenas duas semanas até o carnaval, mas bora tentar. Quem sabe esse ano consigo bater o recorde e chegar pelo menos a três rsrsrs
As eleitas, a priori: Gaviões da Fiel, Mancha Verde, Mocidade Alegre, Pérola Negra e Vai-vai.
janeiro 07, 2008
Promessas de um futuro bom
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Tá bom. Eu estive ausente. Mas esqueçamos as derrapadas do ano passado. Ano novo, vida nova, tempo de renovações e de renovar os compromissos e as promessas. Ressussitar este blog tá na lista de resoluções de 2008. Vai, confiem em mim. Como diria Zambiasi "Eu quero, eu posso e eu vou conseguir", não é?
Acabo de voltar a trabalhar. Sem e-mails, sem telefone, sem chefe, mas tudo bem, deixamos as queixas de lado. Reclamar menos também faz parte das promessas do ano. Afinal, para a maioria dos problemas que nos incomodam nós mesmos somos os portadores da solução. Agir mais, queixar-se menos, got it?
Passei a noite pensando nisso. Aliás, colocando na ponta do lápis, porque é só listando mesmo que consigo mais ou menos seguir um plano de metas. Tipo um check-list, sabe?
E são metas audaciosas. Acho que será necessário duas Paulas para dar conta de tudo, mas antes tê-las no papel, para me lembrar que elas existem, não é mesmo?
Tinha achado 2007 um ano de merda, até o momento que coloquei tudo na balança e vi que tava na hora de encarar a vida com mais otimismo. Tá, ele poderia ter sido melhor. Assim como tudo é passível de piorar ou melhorar, mas foi bom.
Para minha surpresa muitas das metas traçadas foram alcançadas e eu nem tinha me dado conta. Porém, a maior de todas as conquistas foram os amigos. Bons e verdadeiros amigos que surgiram de onde eu menos poderia esperar.
Afinal, a gente vive rodeada de gente, mas são poucos os que realmente se pode contar. A sensação de desamparo de amigos em São Paulo finalmente foi embora. Outras coisas boas também vieram e muitas outras certamente virão.
O blog volta à ativa e eu deixo no primeiro post esse conselho. Faça mais do que se gosta, seja mais presente, curta e valorize mais a quem se ama, olhe com mais otimismo e gratidão as pequenas boas coisas da vida e principalmente espere menos pela felicidade. É só prestar bem a atenção. Ela está aí.
Feliz 2008 para todos!
Tá bom. Eu estive ausente. Mas esqueçamos as derrapadas do ano passado. Ano novo, vida nova, tempo de renovações e de renovar os compromissos e as promessas. Ressussitar este blog tá na lista de resoluções de 2008. Vai, confiem em mim. Como diria Zambiasi "Eu quero, eu posso e eu vou conseguir", não é?
Acabo de voltar a trabalhar. Sem e-mails, sem telefone, sem chefe, mas tudo bem, deixamos as queixas de lado. Reclamar menos também faz parte das promessas do ano. Afinal, para a maioria dos problemas que nos incomodam nós mesmos somos os portadores da solução. Agir mais, queixar-se menos, got it?
Passei a noite pensando nisso. Aliás, colocando na ponta do lápis, porque é só listando mesmo que consigo mais ou menos seguir um plano de metas. Tipo um check-list, sabe?
E são metas audaciosas. Acho que será necessário duas Paulas para dar conta de tudo, mas antes tê-las no papel, para me lembrar que elas existem, não é mesmo?
Tinha achado 2007 um ano de merda, até o momento que coloquei tudo na balança e vi que tava na hora de encarar a vida com mais otimismo. Tá, ele poderia ter sido melhor. Assim como tudo é passível de piorar ou melhorar, mas foi bom.
Para minha surpresa muitas das metas traçadas foram alcançadas e eu nem tinha me dado conta. Porém, a maior de todas as conquistas foram os amigos. Bons e verdadeiros amigos que surgiram de onde eu menos poderia esperar.
Afinal, a gente vive rodeada de gente, mas são poucos os que realmente se pode contar. A sensação de desamparo de amigos em São Paulo finalmente foi embora. Outras coisas boas também vieram e muitas outras certamente virão.
O blog volta à ativa e eu deixo no primeiro post esse conselho. Faça mais do que se gosta, seja mais presente, curta e valorize mais a quem se ama, olhe com mais otimismo e gratidão as pequenas boas coisas da vida e principalmente espere menos pela felicidade. É só prestar bem a atenção. Ela está aí.
Feliz 2008 para todos!
novembro 11, 2007
Ingresso difícil
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A Ingresso Fácil tá complicando a minha vida. Já tentei comprar as entradas para o jogo do Grêmio no Morumbi nos postos de vendas de praxe... e não vendiam.
No site da empresa... e não vendiam.
Pelo call center, mas antes mesmo de dizer qual ingresso eu queria comprar quebraram minhas pernas. A voz na URA avisava que só estavam vendendo para usuários já cadastrados! Assim não dá!
A Ingresso Fácil tá complicando a minha vida. Já tentei comprar as entradas para o jogo do Grêmio no Morumbi nos postos de vendas de praxe... e não vendiam.
No site da empresa... e não vendiam.
Pelo call center, mas antes mesmo de dizer qual ingresso eu queria comprar quebraram minhas pernas. A voz na URA avisava que só estavam vendendo para usuários já cadastrados! Assim não dá!
novembro 05, 2007
Twitter Updates
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Comecei a me situar melhor nesse universo do Twitter. Até aprendi a inserir as atualizações no blog! Reparem a novidade na lateral. E sigam-me os bons ;)
Comecei a me situar melhor nesse universo do Twitter. Até aprendi a inserir as atualizações no blog! Reparem a novidade na lateral. E sigam-me os bons ;)
novembro 03, 2007
RSS
O Ministério da Saúde do Ego dos Blogueiros adverte: RSS faz mal à auto-estima. Ninguém comenta!!! Sequer aparece a visita no contador hehehe
Bom fim de semana a todos!
Bom fim de semana a todos!
outubro 29, 2007
Carbs
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Trilha para torturar quem está cortando os carboidratos para o verão:
"Quem quer pão, quem quer pão, quem quer pão
Que tá quentinho, tá quentinho, tá quentinho
Tão gostozinho, gostozinho, gostozinho
Quero mais um, mais um!
É tão cheiroso e macio tão saboroso, um arrepio
Se eu fosse manteiga
Derretia num instante
Ah! Sim, Assim.
Quem quer pão, quem quer pão, quem quer pão
Que tá quentinho, tá quentinho, tá quentinho
Tão gostozinho, gostozinho, gostozinho
Quero mais um, mais um!"
Trilha para torturar quem está cortando os carboidratos para o verão:
"Quem quer pão, quem quer pão, quem quer pão
Que tá quentinho, tá quentinho, tá quentinho
Tão gostozinho, gostozinho, gostozinho
Quero mais um, mais um!
É tão cheiroso e macio tão saboroso, um arrepio
Se eu fosse manteiga
Derretia num instante
Ah! Sim, Assim.
Quem quer pão, quem quer pão, quem quer pão
Que tá quentinho, tá quentinho, tá quentinho
Tão gostozinho, gostozinho, gostozinho
Quero mais um, mais um!"
outubro 28, 2007
Ultimamente...
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Bem, caros amigos. Não ando assídua, eu sei. Pode não parecer, mas isso tem justificativa. A menos que eu comece a fazer resenha de um ou outro filme que andei assistindo, não há nada de muito legal (muito menos sacana) acontencendo na minha vida. Meus amigos tampouco têm me atualizado para uma inspiraçãozinha solidária, mesmo que fosse para uma crônica fictícia.
Enfim, me recuso a escrever sobre o vazio. Juro que me esforço, mas se não vem a idéia de um texto, então não vem. Lembrem-se que eu sou loira, logo, sugiro que sejam pacientes na espera de que uma idéia minimamente aceitável adentre essa cabeça e encontre o caminho sob minha cabeleira quase dourada.
Por ora, lanço o convite a todos que tem alguma esperança que eu possa ter algo de interessante para dizer nessa minha fase tediosa a me seguirem (é isso mesmo!) no Twitter, um microblog que acabei aderindo recentemente, onde em mensagens curtas, de até 140 caracteres, os usuários atualizam sua rede (ou "seguidores") sobre o que estão fazendo, pensando, etc.
Consegui a façanha inédita de não encontrar um usuário com meu nome já registrado por lá. Então vocês me encontram buscando por paulapereira mesmo.
Bem, caros amigos. Não ando assídua, eu sei. Pode não parecer, mas isso tem justificativa. A menos que eu comece a fazer resenha de um ou outro filme que andei assistindo, não há nada de muito legal (muito menos sacana) acontencendo na minha vida. Meus amigos tampouco têm me atualizado para uma inspiraçãozinha solidária, mesmo que fosse para uma crônica fictícia.
Enfim, me recuso a escrever sobre o vazio. Juro que me esforço, mas se não vem a idéia de um texto, então não vem. Lembrem-se que eu sou loira, logo, sugiro que sejam pacientes na espera de que uma idéia minimamente aceitável adentre essa cabeça e encontre o caminho sob minha cabeleira quase dourada.
Por ora, lanço o convite a todos que tem alguma esperança que eu possa ter algo de interessante para dizer nessa minha fase tediosa a me seguirem (é isso mesmo!) no Twitter, um microblog que acabei aderindo recentemente, onde em mensagens curtas, de até 140 caracteres, os usuários atualizam sua rede (ou "seguidores") sobre o que estão fazendo, pensando, etc.
Consegui a façanha inédita de não encontrar um usuário com meu nome já registrado por lá. Então vocês me encontram buscando por paulapereira mesmo.
outubro 04, 2007
Lúgubre
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Depois do nosso longo relacionamento de sete anos, ontem à noite ele deu seu último suspiro. Quase dói saber que de agora em diante nunca mais ele voltará a estar aos meus pés. Sei que pode parecer um sentimento mesquinho, mas a verdade é que me habituei a tê-lo sempre ali, à disposição, toda vez que me conviesse. Era tão certo, tão cômodo, tão fácil.
Eu era apenas uma menina de 17 anos quando tudo começou. Um convívio que parecia que iria acabar tal qual começou, movido pelas circunstâncias daquela viagem à Salt Lake City. Mal tínhamos nos conhecido e num intervalo de menos de uma semana já exploramos o Zion juntos. Foi mágico e inesquecível! Lembranças que agora ficarão restritas à memória e em algumas fotos que guardei.
Compartilhamos muitos momentos. Ele sempre esteve lá, firme e forte, sem qualquer recompensa, me acompanhando e apoiando quando tentava recuperar minha auto-estima em incontáveis horas de muito esforço na academia ou em qualquer outra atividade que por fase ou por gosto eu decidisse experimentar.
Mas com o tempo, como acontece com toda gente, nossa relação se desgastou. E com ela assisti ele definhar pouco a pouco.
Foi ontem, no exato momento em que tentava me desvinciliar dele, pisando o direito com o pé esquerdo, que ele se foi de vez. A certeza do fim veio com a visão da minha meia no pé ainda calçado, entre a sola desmaiada e a estrutura de tecido que dava a ele identidade.
Adeus, Spalding! Goodbye tênis querido, foi bom enquanto durou.
Depois do nosso longo relacionamento de sete anos, ontem à noite ele deu seu último suspiro. Quase dói saber que de agora em diante nunca mais ele voltará a estar aos meus pés. Sei que pode parecer um sentimento mesquinho, mas a verdade é que me habituei a tê-lo sempre ali, à disposição, toda vez que me conviesse. Era tão certo, tão cômodo, tão fácil.
Eu era apenas uma menina de 17 anos quando tudo começou. Um convívio que parecia que iria acabar tal qual começou, movido pelas circunstâncias daquela viagem à Salt Lake City. Mal tínhamos nos conhecido e num intervalo de menos de uma semana já exploramos o Zion juntos. Foi mágico e inesquecível! Lembranças que agora ficarão restritas à memória e em algumas fotos que guardei.
Compartilhamos muitos momentos. Ele sempre esteve lá, firme e forte, sem qualquer recompensa, me acompanhando e apoiando quando tentava recuperar minha auto-estima em incontáveis horas de muito esforço na academia ou em qualquer outra atividade que por fase ou por gosto eu decidisse experimentar.
Mas com o tempo, como acontece com toda gente, nossa relação se desgastou. E com ela assisti ele definhar pouco a pouco.
Foi ontem, no exato momento em que tentava me desvinciliar dele, pisando o direito com o pé esquerdo, que ele se foi de vez. A certeza do fim veio com a visão da minha meia no pé ainda calçado, entre a sola desmaiada e a estrutura de tecido que dava a ele identidade.
Adeus, Spalding! Goodbye tênis querido, foi bom enquanto durou.
setembro 26, 2007
Stoned
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Tem assessor de imprensa que só pode ser usuário de ecstasy ou coisa que o valha. Eu me recuso a acreditar que alguém em sã consciência, que jamais te viu na vida, possa realmente ter a cara de pau de ligar, na maior intimidade, chamando de amada ou de amor e ainda achar que vai ter algum sucesso com isso. "Menas" galera.
Tem assessor de imprensa que só pode ser usuário de ecstasy ou coisa que o valha. Eu me recuso a acreditar que alguém em sã consciência, que jamais te viu na vida, possa realmente ter a cara de pau de ligar, na maior intimidade, chamando de amada ou de amor e ainda achar que vai ter algum sucesso com isso. "Menas" galera.
setembro 20, 2007
Eu??? Onde? Como? Quando?
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A Academia Brasileira de Neurologia diz que amanhã, 21 de setembro, é o "Dia Nacional do Alzheimer”. Pois é, haverá inclusive uma campanha de prevenção no Parque D. Pedro Shopping, em Campinas, das 10h às 22h, mas talvez até a oportunidade o público-alvo já não se lembre mais disso.
Eu discordo, para mim é domingo. Todos os domingos, quarta-feiras de cinza, primeiro de janeiro, etc. são dias propícios para se ter brancos e não fazer a mínima idéia do que aconteceu na noite anterior. É tudo muito simples. Não sei, não lembro, não fiz. Viu?
É, o esquecimento tem lá suas conveniências, mas piadinhas más com velhinhos doentes à parte, saca só se a relação de sintomas do Alzheimer não tem tudo a ver com as experiências de amnésia etílica:
- Perda progressiva da memória, principalmente para eventos recentes;
- Dificuldade de linguagem, tanto para compreender quanto para expressar-se (ex., dificuldadepara encontrar palavras);
- Dificuldade para realizar tarefas habituais;
- Desorientação no tempo e no espaço;
- Dificuldade de raciocínio, juízo e crítica;
- Em fases mais avançadas, dificuldade para lembrar-se de familiares e de amigos e parareconhecê-los;
- Agitação, inquietação, às vezes, agressividade; muitas vezes com piora no final do dia;
- Problemas de sono: troca o dia pela noite;
- Delírios (pensamentos anormais, idéias de ciúme, perseguição, roubo, etc.);
- Alucinações (alterações do pensamento e dos sentidos, como ver coisas que não existem);
- Problemas motores, nas fases avançadas: dificuldade de locomoção, etc.;
- Perda do controle das necessidades fisiológicas, nas fases avançadas.
- Dificuldade para deglutição, nas fases avançadas.
Qualquer semelhante é mera coincidência. Tá vendo? Ou eles observaram um bando de velhos bêbados ou isso é que consumir a juventude intensamente. Alguém se identifica?
A Academia Brasileira de Neurologia diz que amanhã, 21 de setembro, é o "Dia Nacional do Alzheimer”. Pois é, haverá inclusive uma campanha de prevenção no Parque D. Pedro Shopping, em Campinas, das 10h às 22h, mas talvez até a oportunidade o público-alvo já não se lembre mais disso.
Eu discordo, para mim é domingo. Todos os domingos, quarta-feiras de cinza, primeiro de janeiro, etc. são dias propícios para se ter brancos e não fazer a mínima idéia do que aconteceu na noite anterior. É tudo muito simples. Não sei, não lembro, não fiz. Viu?
É, o esquecimento tem lá suas conveniências, mas piadinhas más com velhinhos doentes à parte, saca só se a relação de sintomas do Alzheimer não tem tudo a ver com as experiências de amnésia etílica:
- Perda progressiva da memória, principalmente para eventos recentes;
- Dificuldade de linguagem, tanto para compreender quanto para expressar-se (ex., dificuldadepara encontrar palavras);
- Dificuldade para realizar tarefas habituais;
- Desorientação no tempo e no espaço;
- Dificuldade de raciocínio, juízo e crítica;
- Em fases mais avançadas, dificuldade para lembrar-se de familiares e de amigos e parareconhecê-los;
- Agitação, inquietação, às vezes, agressividade; muitas vezes com piora no final do dia;
- Problemas de sono: troca o dia pela noite;
- Delírios (pensamentos anormais, idéias de ciúme, perseguição, roubo, etc.);
- Alucinações (alterações do pensamento e dos sentidos, como ver coisas que não existem);
- Problemas motores, nas fases avançadas: dificuldade de locomoção, etc.;
- Perda do controle das necessidades fisiológicas, nas fases avançadas.
- Dificuldade para deglutição, nas fases avançadas.
Qualquer semelhante é mera coincidência. Tá vendo? Ou eles observaram um bando de velhos bêbados ou isso é que consumir a juventude intensamente. Alguém se identifica?
setembro 12, 2007
Levanta, sacode a poeira, dá a volta por cima
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Caí de bunda no vestiário feminino. Pronto, contei. Estava seminua, de cabelos molhados, enrolada só numa toalha, coisa que seria até muito sexy se não fosse trágico. Caí e doeu. Muito.
Daquelas dores de dar vontade de chorar aquele choro tipo sirene e chamar a mãe para soprar a ferida. Foi assim mesmo que estava me sentindo. Feito criança, como medo de olhar, mas com aquela certeza dolorida de que ia sangrar.
Foi assim. Minha porta ficava na metade de baixo do armário. Agachei para pegar as minhas tralhas, desequilibrei uma, duas vezes, na terceira cambaleada não deu para evitar. Estava lá, estatelada no chão e como se não bastasse o ridículo da cena, aquilo ardia, e como ardia!
Não, não se preocupem. Sentar ainda consigo numa boa. O incidente não foi na região, a toalha era macia. O que acontece é que tinha armários atrás de mim com seus buraquinhos de ferro para passar o cadeado, em relevo, óbvio. Bateu rasgando a carne no braço direito, perto do cotovelo.
É engraçado como a gente cresce e esquece dos acidentes de infância. Daquelas feridas que vão criar casquinha e ficar roxas e depois amarelas por muito tempo. Era corriqueiro, mas passou e agora parece que não é mais permitido, é deselegante.
Levantei rápido, engoli o choro, botei a roupa e fui para casa. Gente grande não é dessas coisas.
Caí de bunda no vestiário feminino. Pronto, contei. Estava seminua, de cabelos molhados, enrolada só numa toalha, coisa que seria até muito sexy se não fosse trágico. Caí e doeu. Muito.
Daquelas dores de dar vontade de chorar aquele choro tipo sirene e chamar a mãe para soprar a ferida. Foi assim mesmo que estava me sentindo. Feito criança, como medo de olhar, mas com aquela certeza dolorida de que ia sangrar.
Foi assim. Minha porta ficava na metade de baixo do armário. Agachei para pegar as minhas tralhas, desequilibrei uma, duas vezes, na terceira cambaleada não deu para evitar. Estava lá, estatelada no chão e como se não bastasse o ridículo da cena, aquilo ardia, e como ardia!
Não, não se preocupem. Sentar ainda consigo numa boa. O incidente não foi na região, a toalha era macia. O que acontece é que tinha armários atrás de mim com seus buraquinhos de ferro para passar o cadeado, em relevo, óbvio. Bateu rasgando a carne no braço direito, perto do cotovelo.
É engraçado como a gente cresce e esquece dos acidentes de infância. Daquelas feridas que vão criar casquinha e ficar roxas e depois amarelas por muito tempo. Era corriqueiro, mas passou e agora parece que não é mais permitido, é deselegante.
Levantei rápido, engoli o choro, botei a roupa e fui para casa. Gente grande não é dessas coisas.
agosto 13, 2007
Questão para o Yahoo! Resposta
#
Mensagem de banheiro: "Por favor, não jogue papel higiênico dentro do vaso sanitário (a descarga não leva o papel)".
Tudo bem, eu não vou jogar, essa nunca foi a minha intenção, mas, no duro, tá aí uma coisa que eu nunca entendi. Como pode??? Que preconceito é esse com o pobre do papel?
Sempre fiquei com remorso quando acidentalmente vi o papel caindo ali, na privada. Como se, de repente, tudo que foi pudesse voltar por minha causa. Não lembro disso ter acontecido e confesso que sempre foi um alívio.
Fala sério, descarga leva tudo quanto é merda, por quê raios não leva o papel higiênico? Alguém pode me explicar?
Mensagem de banheiro: "Por favor, não jogue papel higiênico dentro do vaso sanitário (a descarga não leva o papel)".
Tudo bem, eu não vou jogar, essa nunca foi a minha intenção, mas, no duro, tá aí uma coisa que eu nunca entendi. Como pode??? Que preconceito é esse com o pobre do papel?
Sempre fiquei com remorso quando acidentalmente vi o papel caindo ali, na privada. Como se, de repente, tudo que foi pudesse voltar por minha causa. Não lembro disso ter acontecido e confesso que sempre foi um alívio.
Fala sério, descarga leva tudo quanto é merda, por quê raios não leva o papel higiênico? Alguém pode me explicar?
julho 21, 2007
Qual é a música?
#
Isso é que é tirar música de ouvido! Vejam só a anotação que acabo de encontrar ao lado do computador aqui em casa. Uma obra-prima! Inacreditável. Juro que não é piada.
Um doce para quem acertar a música:
“Ai clôs mái áies, onli fôr in moment end moments is góin
Ol mái drims péss bifôr mái áies in curiosarí
Dâst ãnde wend
Aldei ar is dâst ãnde wend
Seim old sóng
Diêist in drop …”
Tô bem arranjada de família, fala sério!
Isso é que é tirar música de ouvido! Vejam só a anotação que acabo de encontrar ao lado do computador aqui em casa. Uma obra-prima! Inacreditável. Juro que não é piada.
Um doce para quem acertar a música:
“Ai clôs mái áies, onli fôr in moment end moments is góin
Ol mái drims péss bifôr mái áies in curiosarí
Dâst ãnde wend
Aldei ar is dâst ãnde wend
Seim old sóng
Diêist in drop …”
Tô bem arranjada de família, fala sério!
julho 17, 2007
Estúpida
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"Mensagem apagada. Não existem mais mensagens. Para ouvir mensagens digite 1..."
Ai, jesuis, dai-me paciência para a burrice tecnológica, afe!
"Mensagem apagada. Não existem mais mensagens. Para ouvir mensagens digite 1..."
Ai, jesuis, dai-me paciência para a burrice tecnológica, afe!
julho 16, 2007
E o bambu?
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A Zorba acaba de lançar no mercado brasileiro um cueca ecologicamente correta: a Zorba Bambu, produzida com as fibras do dito cujo.
Com venda exclusiva no Wal-Mart durante os três primeiros meses, a fabricante afirma que a novidade dificulta a proliferação de bactérias, mantém a temperatura do corpo, absorve melhor a umidade e facilita a transpiração.
É no mínimo curioso. Agora basta saber se ao invés de bactérias as cuecas não passam a estar mais sujeitas a formação de fungos e pragas. Vocês sabem, cogumelos, limas, formigas, gafanhotos, e por aí vai.
Já pensou? Será que tem que regar? E no varal? Elas secam ou fazem a fotossíntese? Dariam alergia ou urticária? Tá aí um bom motivo pro macharedo justificar as coçadas de saco e afins. Uma coçada verde, sustentável!
Ah! Falando em bambu, alguém mais lembrou do Silvio Santos? Aquela menina daria ou não daria uma perfeita garota propaganda?
Parece que ativistas do Greenpeace tinham topado fazer o teste das cuecas, mas deram para trás assim que perceberam que a produção poderia pôr em risco a nutrição dos pandas já ameaçados de extinção. Na falta de voluntários, a marca estuda um patrocínio no Fantástico, na esperança de que então Gabriel Moojen experimente e mostre ao telespectador brasileiro as cuecas do "Mundo de Valentina".
É esperar para ver. Se alguém mais se prontificar a provar, por favor, nos relate a experiência.
A Zorba acaba de lançar no mercado brasileiro um cueca ecologicamente correta: a Zorba Bambu, produzida com as fibras do dito cujo.
Com venda exclusiva no Wal-Mart durante os três primeiros meses, a fabricante afirma que a novidade dificulta a proliferação de bactérias, mantém a temperatura do corpo, absorve melhor a umidade e facilita a transpiração.
É no mínimo curioso. Agora basta saber se ao invés de bactérias as cuecas não passam a estar mais sujeitas a formação de fungos e pragas. Vocês sabem, cogumelos, limas, formigas, gafanhotos, e por aí vai.
Já pensou? Será que tem que regar? E no varal? Elas secam ou fazem a fotossíntese? Dariam alergia ou urticária? Tá aí um bom motivo pro macharedo justificar as coçadas de saco e afins. Uma coçada verde, sustentável!
Ah! Falando em bambu, alguém mais lembrou do Silvio Santos? Aquela menina daria ou não daria uma perfeita garota propaganda?
Parece que ativistas do Greenpeace tinham topado fazer o teste das cuecas, mas deram para trás assim que perceberam que a produção poderia pôr em risco a nutrição dos pandas já ameaçados de extinção. Na falta de voluntários, a marca estuda um patrocínio no Fantástico, na esperança de que então Gabriel Moojen experimente e mostre ao telespectador brasileiro as cuecas do "Mundo de Valentina".
É esperar para ver. Se alguém mais se prontificar a provar, por favor, nos relate a experiência.
julho 09, 2007
Novo nicho
#
Sex sells, não tem jeito. Depois de muito recusar ofertas em porta de balada do tipo “tia, compra uma bala, só para me ajudar”, isso quando não é flor, ou chiclete ou chocolate e por aí vai, finalmente ouvi algo diferente e mais útil.
O garoto vinha atravessando a Atílio Innocenti e já oferecendo.
- Vai um chiclete?
- Não.
- Um cigarro?
- Não.
- Camisinha?
Eu tive que rir. Essa eu nunca tinha ouvido. Esse guri tá no caminho certo! Pensei.
Nunca percebi o potencial que a mercadoria tinha para o mercado de ambulantes de saída de festa. Muito, muito providencial.
Não comprei nada, como de costume, mas valeu pelo clique. Fiquei surpresa e tirei o chapéu para ele, afinal, gente bêbada, esquecida e irresponsável é o que não falta nessas ocasiões.
Outro dia passo por lá de novo, só pra saber como andam os negócios. Bom, agora vocês já sabem. Se algum dia estiverem pela Vila Olímpia e forem pegos desprevenidos, fiquem tranqüilos. Há de ter um garoto logo ali na esquina, feliz em quebrar o galho numa hora dessas.
Sex sells, não tem jeito. Depois de muito recusar ofertas em porta de balada do tipo “tia, compra uma bala, só para me ajudar”, isso quando não é flor, ou chiclete ou chocolate e por aí vai, finalmente ouvi algo diferente e mais útil.
O garoto vinha atravessando a Atílio Innocenti e já oferecendo.
- Vai um chiclete?
- Não.
- Um cigarro?
- Não.
- Camisinha?
Eu tive que rir. Essa eu nunca tinha ouvido. Esse guri tá no caminho certo! Pensei.
Nunca percebi o potencial que a mercadoria tinha para o mercado de ambulantes de saída de festa. Muito, muito providencial.
Não comprei nada, como de costume, mas valeu pelo clique. Fiquei surpresa e tirei o chapéu para ele, afinal, gente bêbada, esquecida e irresponsável é o que não falta nessas ocasiões.
Outro dia passo por lá de novo, só pra saber como andam os negócios. Bom, agora vocês já sabem. Se algum dia estiverem pela Vila Olímpia e forem pegos desprevenidos, fiquem tranqüilos. Há de ter um garoto logo ali na esquina, feliz em quebrar o galho numa hora dessas.
julho 02, 2007
Para sempre bergamota
#
Como assim Gabriel Moojen??? Em rede nacional, apresentando o Mundo de Valentina no Fantástico, com uma puta oportunidade de expandir o vocabulário do brasileiro nas mãos, vai à feira e me fala "mexirica"??? Gaúcho que é gaúcho fala bergamota, oras!!! Eu protestooo!
O que é isso? Estava no contrato renegar as origens? Ou será que foi duro demais pensar que possa faltar um dia bergamota para a pequena Valentina e aí, simplesmente, foi melhor achar que só faltará no mundo a tal da mexirica. Neste caso, perdoado.
Como assim Gabriel Moojen??? Em rede nacional, apresentando o Mundo de Valentina no Fantástico, com uma puta oportunidade de expandir o vocabulário do brasileiro nas mãos, vai à feira e me fala "mexirica"??? Gaúcho que é gaúcho fala bergamota, oras!!! Eu protestooo!
O que é isso? Estava no contrato renegar as origens? Ou será que foi duro demais pensar que possa faltar um dia bergamota para a pequena Valentina e aí, simplesmente, foi melhor achar que só faltará no mundo a tal da mexirica. Neste caso, perdoado.
São dois pra lá, dois pra cá
#
Ok, depois de dois anos e meio na babilônia fui pela primeira vez a um baile de formatura paulistano. É não muda muita coisa, exceto que por aqui os convidados é que acabam tendo que pagar fortunas para ir a uma festa dessas, mas tudo bem, formatura é sempre um barato.
Aquele povo todo fantasiado de gente civilizada, os suspiros de sobrevivência das valsas e das bandas esquisitérrimas, e é claro, o álcool - que rola à solta, como em nenhuma outra data.
Eu, obviamente, não me privei desse oba-oba, mas maior que a experiência antropológica de vivenciar o primeiro baile de formatura daqui foram as pazes que fiz com a Coca-cola.
Decidi acrescentar mais esse item a minha geladeira de solteira. Ok, ela descalcifica, engorda, dá celulite, mas estará, a partir de hoje, para sempre presente na minha vida. Por quê? A Coca-cola me salvou. Sim, para algum fim ela serve além de encher nosso sangue de um delicioso e absurdo teor de açúcar. A Coca-cola salva. É um santo remédio para a ressaca e melhor ainda para o enjôo dos excessos de doses de whisky e saquê.
Enfim, viva o seu lado Coca-cola. Eu já descobri o meu.
Ok, depois de dois anos e meio na babilônia fui pela primeira vez a um baile de formatura paulistano. É não muda muita coisa, exceto que por aqui os convidados é que acabam tendo que pagar fortunas para ir a uma festa dessas, mas tudo bem, formatura é sempre um barato.
Aquele povo todo fantasiado de gente civilizada, os suspiros de sobrevivência das valsas e das bandas esquisitérrimas, e é claro, o álcool - que rola à solta, como em nenhuma outra data.
Eu, obviamente, não me privei desse oba-oba, mas maior que a experiência antropológica de vivenciar o primeiro baile de formatura daqui foram as pazes que fiz com a Coca-cola.
Decidi acrescentar mais esse item a minha geladeira de solteira. Ok, ela descalcifica, engorda, dá celulite, mas estará, a partir de hoje, para sempre presente na minha vida. Por quê? A Coca-cola me salvou. Sim, para algum fim ela serve além de encher nosso sangue de um delicioso e absurdo teor de açúcar. A Coca-cola salva. É um santo remédio para a ressaca e melhor ainda para o enjôo dos excessos de doses de whisky e saquê.
Enfim, viva o seu lado Coca-cola. Eu já descobri o meu.
junho 22, 2007
Cândida, a marvada!
#
"Não entrem agora no banheiro. Espalhei Cândida por todo ele!", alertava aos gritos, a faxineira da empresa.
Mas o que é isso??? Juro que eu fiquei assustada. Eu hein? Imaginei na hora a nojeira dos prostíbulos de época, ou quando a minha mãe mandava não sentar na privada de banheiros públicos, com medo de que pudesse contrair alguma doença venérea deixada ali no recinto.
Aviso aos aventureiros do sul: Se por um acaso estiverem em São Paulo e algum anfitrião disser que ATÉ passou Cândida no banheiro só pra te recepcionar, não entenda como uma desfeita, que a intenção deve ser boa (não QBoa, mas enfim heheh). Ele provavelmente estará tinindo de limpo, à prova de contaminação!
"Não entrem agora no banheiro. Espalhei Cândida por todo ele!", alertava aos gritos, a faxineira da empresa.
Mas o que é isso??? Juro que eu fiquei assustada. Eu hein? Imaginei na hora a nojeira dos prostíbulos de época, ou quando a minha mãe mandava não sentar na privada de banheiros públicos, com medo de que pudesse contrair alguma doença venérea deixada ali no recinto.
Não era nada disso e eu sabia que não era, embora sempre me choque um pouco toda vez que escuto falar em Cândida. Afinal, quem foi o infeliz que resolveu batizar um produto com um nome fantasia desses? Algo tão limpinho com nome de fungo vaginal Argh!!! Que horror!
Aviso aos aventureiros do sul: Se por um acaso estiverem em São Paulo e algum anfitrião disser que ATÉ passou Cândida no banheiro só pra te recepcionar, não entenda como uma desfeita, que a intenção deve ser boa (não QBoa, mas enfim heheh). Ele provavelmente estará tinindo de limpo, à prova de contaminação!
E o pior é que vende esse troço, como vende! É sucesso há anos, tão sinônimo de água sanitária em São Paulo como são outros artigos nacionalmente como Modess, Bombril, Gilette e Maizena.
Ouvi já um explicação indignada do motivo óbvio do uso do termo. Cândida quer dizer branca, alva, o que faz sentido para uma água sanitária, mas convenhamos, quem usa "alva" e "cândida" no dia-a-dia? E o povão lá vai lembrar dessas coisas? Pra mim o produto continua tendo um nome asqueroso e perebendo. Argh!!! Que horror!
junho 15, 2007
Então, hoje o Balaio faz anos. Dois, aliás. Tá crescendo esse meu guri! Se fosse um cachorro estaria em plena puberdade (isso se cães tivessem puberdade). Se fosse um homem, bem, provavelmente representaria o meu relacionamento mais duradouro.
Enfim, dois anos não é muito, eu sei, mas sou filha das mudanças e raramente alguma coisa tem uma continuidade ininterrupta tão longa como vem sendo o blog. O que digno de certo orgulho no fim das contas, por tanto, parabéns para nós! E a todos que lêem, deixo meu muito obrigada!
junho 03, 2007
Um lugar pra chamar de seu
#
Poucas pessoas têm o privilégio de serem homenageadas com nomes de cidades, bairros ou mesmo ruas; quizás até canções e poesias.
Eu também não sou uma delas, mas descobri recentemente que há um distrito às margens do rio Água Verde, no pacato município catarinense de Canoinhas, ao norte do Estado, batizado de Paula Pereira.
O Orkut me disse isso, tá? Podem pesquisar. E é óbvio, eu fui atrás para saber mais sobre o assunto. Gente, eu pre-ci-so conhecer esse pedaço!
O tributo não foi a uma mulher, mas ao agricultor Francisco de Paula Pereira, que se instalou na região fundando o povoado de Canoinhas em 1888. Numa região de araucárias, a cidadezinha tem cerca de 51 mil habitantes e 1.143 Km², com a economia local movimentada pela erva-mate e pela madeira. O distrito Paula Pereira fica na área rural do município, mas é lindo e tem pelo menos 122 fãs no Orkut.
Ah! O Orkut também me disse que há uma comunidade chamada “Quem não ama a Paula Pereira”, que também não foi feita para mim. Enfim, tenho xarás bem mais populares no ciberespaço.

Poucas pessoas têm o privilégio de serem homenageadas com nomes de cidades, bairros ou mesmo ruas; quizás até canções e poesias.
Eu também não sou uma delas, mas descobri recentemente que há um distrito às margens do rio Água Verde, no pacato município catarinense de Canoinhas, ao norte do Estado, batizado de Paula Pereira.
O Orkut me disse isso, tá? Podem pesquisar. E é óbvio, eu fui atrás para saber mais sobre o assunto. Gente, eu pre-ci-so conhecer esse pedaço!
O tributo não foi a uma mulher, mas ao agricultor Francisco de Paula Pereira, que se instalou na região fundando o povoado de Canoinhas em 1888. Numa região de araucárias, a cidadezinha tem cerca de 51 mil habitantes e 1.143 Km², com a economia local movimentada pela erva-mate e pela madeira. O distrito Paula Pereira fica na área rural do município, mas é lindo e tem pelo menos 122 fãs no Orkut.
Ah! O Orkut também me disse que há uma comunidade chamada “Quem não ama a Paula Pereira”, que também não foi feita para mim. Enfim, tenho xarás bem mais populares no ciberespaço.

junho 01, 2007
Promoção
#
Recebi essa do Christian Gois hoje:
"IMPERDÍVEL - Promoção de Viagem
Para ganhar uma viagem a Cancún é muito simples; basta responder às duas perguntas abaixo:
1) Quem na foto está com sono? 2) Quais são os gêmeos?
Boa sorte!"

Recebi essa do Christian Gois hoje:
"IMPERDÍVEL - Promoção de Viagem
Para ganhar uma viagem a Cancún é muito simples; basta responder às duas perguntas abaixo:
1) Quem na foto está com sono? 2) Quais são os gêmeos?
Boa sorte!"

maio 30, 2007
Cada vez mais em casa
#
Se Paula não vai à Porto Alegre... bem vocês sabem o resto do ditado.
Acordei e vi o vidro do quarto embassado, sinalizando o frio que contrastava lá fora. Dez graus era a temperatura registrada nos termômetros paulistanos. Feliz da vida, abri o guarda-roupa e saquei um casaco de lã lindo, macio e quentinho que não usava desde que me mudei pra cá.
Pensei em preparar um mate para inaugurar minha cuia nova e levar para a galera provar e se aquecer no trabalho, coisa que só não fiz pelo adiantado da hora.
Separei meu maiô de natação (até porque 10° não é frio que espante um gaúcho das piscinas) e tratei de não esquecer a camisa do Grêmio (manga curta) em casa, afinal, hoje tem jogo do Tricolor pela Libertadores e a gurizada gremista se reúne toda semana num boteco para torcer, por vezes regados a Polar e Schimitt, soltando livremente nossos eufóricos "bah", "trilegal", "não rateia, tchê", entre outras expressões regionais.
Mal entro no carro e ouço um anúncio do show do Engenheiros do Hawaí. Papas da Língua também tem tocado muito pelas estações daqui e a Pastelina, para os mais chegados, já não é mais um snack desconhecido.
No trabalho, a Gabi diz estar com vontade de tomar um vinho e a Fabi, outra que já descobriu o prazer de lagartear ao sol no inverno, solta um comentário qualquer com um involuntário e acidental sotaque gaúcho, fruto do convívio, obviamente.
Enfim, precisa dizer mais? Estou me sentindo praticamente em casa.
Se Paula não vai à Porto Alegre... bem vocês sabem o resto do ditado.
Acordei e vi o vidro do quarto embassado, sinalizando o frio que contrastava lá fora. Dez graus era a temperatura registrada nos termômetros paulistanos. Feliz da vida, abri o guarda-roupa e saquei um casaco de lã lindo, macio e quentinho que não usava desde que me mudei pra cá.
Pensei em preparar um mate para inaugurar minha cuia nova e levar para a galera provar e se aquecer no trabalho, coisa que só não fiz pelo adiantado da hora.
Separei meu maiô de natação (até porque 10° não é frio que espante um gaúcho das piscinas) e tratei de não esquecer a camisa do Grêmio (manga curta) em casa, afinal, hoje tem jogo do Tricolor pela Libertadores e a gurizada gremista se reúne toda semana num boteco para torcer, por vezes regados a Polar e Schimitt, soltando livremente nossos eufóricos "bah", "trilegal", "não rateia, tchê", entre outras expressões regionais.
Mal entro no carro e ouço um anúncio do show do Engenheiros do Hawaí. Papas da Língua também tem tocado muito pelas estações daqui e a Pastelina, para os mais chegados, já não é mais um snack desconhecido.
No trabalho, a Gabi diz estar com vontade de tomar um vinho e a Fabi, outra que já descobriu o prazer de lagartear ao sol no inverno, solta um comentário qualquer com um involuntário e acidental sotaque gaúcho, fruto do convívio, obviamente.
Enfim, precisa dizer mais? Estou me sentindo praticamente em casa.
maio 29, 2007
George Clooney é Pica-pau!
#
Não, não se trata de um trocadilho maldoso. O galã não andou dizendo ser chegado num macho, nem tampouco flagrado com a boca na... botija, digamos. Embora, obviamente, esse texto só exista para não perder a piada.
Depois de Batman, o ator dará vida a divertida ave nas telas do cinema. Tá, também não é isso. Acreditem, o desenho animado que completa 71 anos hoje, divide o mesmo dublador com o George Clooney. Essa é que é a verdade.
E não pensem que o cara é um velhinho capenga. Estamos falando do médico, em pleno exercício, Marco Antônio Costa, que passou a emprestar a voz ao Pica-pau desde 1999.
Surpresos? Alguém percebeu a diferença desses tempos pra cá? Eu não. E o Silvio Santos ainda justifica não ter trazido os outros 2/3 dos episódios do Chaves para o canal porque o dublador do Seu Madruga morreu.
A voz do George é a de Marco mesmo, sem tirar nem pôr. Só resta saber se esse casamento vem desde os tempos áureos do ER, vulgo “Plantão Médico”. Já seria Marco o Dr. Doug Ross?
Não, não se trata de um trocadilho maldoso. O galã não andou dizendo ser chegado num macho, nem tampouco flagrado com a boca na... botija, digamos. Embora, obviamente, esse texto só exista para não perder a piada.
Depois de Batman, o ator dará vida a divertida ave nas telas do cinema. Tá, também não é isso. Acreditem, o desenho animado que completa 71 anos hoje, divide o mesmo dublador com o George Clooney. Essa é que é a verdade.
E não pensem que o cara é um velhinho capenga. Estamos falando do médico, em pleno exercício, Marco Antônio Costa, que passou a emprestar a voz ao Pica-pau desde 1999.
Surpresos? Alguém percebeu a diferença desses tempos pra cá? Eu não. E o Silvio Santos ainda justifica não ter trazido os outros 2/3 dos episódios do Chaves para o canal porque o dublador do Seu Madruga morreu.
A voz do George é a de Marco mesmo, sem tirar nem pôr. Só resta saber se esse casamento vem desde os tempos áureos do ER, vulgo “Plantão Médico”. Já seria Marco o Dr. Doug Ross?
maio 28, 2007
Alerta vermelho
#
Extra! Extra! Perguntaram se não estou grávida outra vez. Caramba, não é possív
el isso, viu! Fazia tempo, muuuito tempo que isso não acontecia, aliás, há uns cinco quilos atrás. Até onde meu auto-conceito me permite chegar, eu estava me sentindo bem, rumando à tão sonhada barriga sequinha que os sacrifícios da corrida prometem.
As pessoas são realmente muito sem noção, ou quem sabe invejosas, querendo acabar com o que resta da minha auto-estima.
O engraçado é que toda vez que esse infortúnio me apetece a observação maldosa vem de uma mulher feia. Muuuuito feia. Desta vez foi de um ser que lembra o Xuper Moderninho do Xou da Xuxa. Alguém lembra? Argh!!!
Tudo bem. Deixa pra lá. Ei de não ser rancorosa, devolvendo elogios do mesmo caráter. A natureza já foi cruel o suficiente para que eu tripudiasse e, além disso, talvez seja um alerta divino, um flashback, um cutuco na memória pra que jamais deixe a peteca cair outra vez, afinal o frio ameaça e é amigo chegado da preguiça e da gula. Valeu Moderninho!
Extra! Extra! Perguntaram se não estou grávida outra vez. Caramba, não é possív
el isso, viu! Fazia tempo, muuuito tempo que isso não acontecia, aliás, há uns cinco quilos atrás. Até onde meu auto-conceito me permite chegar, eu estava me sentindo bem, rumando à tão sonhada barriga sequinha que os sacrifícios da corrida prometem.As pessoas são realmente muito sem noção, ou quem sabe invejosas, querendo acabar com o que resta da minha auto-estima.
O engraçado é que toda vez que esse infortúnio me apetece a observação maldosa vem de uma mulher feia. Muuuuito feia. Desta vez foi de um ser que lembra o Xuper Moderninho do Xou da Xuxa. Alguém lembra? Argh!!!
Tudo bem. Deixa pra lá. Ei de não ser rancorosa, devolvendo elogios do mesmo caráter. A natureza já foi cruel o suficiente para que eu tripudiasse e, além disso, talvez seja um alerta divino, um flashback, um cutuco na memória pra que jamais deixe a peteca cair outra vez, afinal o frio ameaça e é amigo chegado da preguiça e da gula. Valeu Moderninho!
maio 25, 2007
Coleguinhas
#
Blogs sacaninhas, uni-vos! Fui apresentada essa semana para o Refluxo de Idéias, blog recente de um ex-prof de uma amigona minha. Segundo ela "eles só falavam de putaria, é a tua cara" hehehe
Tendo ela razão ou não, o fato é que dei algumas risadas e, por ora, será meu hóspede nos links do Balaio.
Blogs sacaninhas, uni-vos! Fui apresentada essa semana para o Refluxo de Idéias, blog recente de um ex-prof de uma amigona minha. Segundo ela "eles só falavam de putaria, é a tua cara" hehehe
Tendo ela razão ou não, o fato é que dei algumas risadas e, por ora, será meu hóspede nos links do Balaio.
maio 24, 2007
No rastro de Elis
#
Papo, Pinga e Petisco, na Praça Roosevelt, em Sampa. Nós já estivemos por lá rsrs
Papo, Pinga e Petisco, na Praça Roosevelt, em Sampa. Nós já estivemos por lá rsrs
maio 23, 2007
Contra-senso
#
Religiosos uma ova! Acabo de voltar de Porto Alegre e lá, em momentos sóbrios de prosa, soube de dois causos de cretinice beata.
O primeiro, por e-mail. Flavinha comunicava estar sem celular. Até aí tudo bem, trivial. Motivo: Teve o aparelho roubado na visita ao Papa em Aparecida. Pode isso? Ok, uma exceção, certo? Nada disso.
Tomo café da manhã com a mãe da Babi. Ela levanta, perambula pela cozinha, confabulando como resolver o problema da conta da água que está maior do que a de toda a vizinhança. Tinha acordado cedo e visto o reloginho rodando, com tudo em casa desligado. Nenhum vazamento, nenhuma torneira aberta e o próprio box seco como deserto.
Ouviu um barulho de água correndo do outro lado do muro. Era o tanque da vizinha freira. FREIRA!!!! A torneira saía do muro e o relógio dê-lhe a trabalhar. Jogou um verde e a freira se fez de louca. Tão pronto desligou a torneira não é que o relógio parou?
Decidiu. Ainda essa semana acharia alguém para cortar o cano.
Religiosos uma ova! Acabo de voltar de Porto Alegre e lá, em momentos sóbrios de prosa, soube de dois causos de cretinice beata.
O primeiro, por e-mail. Flavinha comunicava estar sem celular. Até aí tudo bem, trivial. Motivo: Teve o aparelho roubado na visita ao Papa em Aparecida. Pode isso? Ok, uma exceção, certo? Nada disso.
Tomo café da manhã com a mãe da Babi. Ela levanta, perambula pela cozinha, confabulando como resolver o problema da conta da água que está maior do que a de toda a vizinhança. Tinha acordado cedo e visto o reloginho rodando, com tudo em casa desligado. Nenhum vazamento, nenhuma torneira aberta e o próprio box seco como deserto.
Ouviu um barulho de água correndo do outro lado do muro. Era o tanque da vizinha freira. FREIRA!!!! A torneira saía do muro e o relógio dê-lhe a trabalhar. Jogou um verde e a freira se fez de louca. Tão pronto desligou a torneira não é que o relógio parou?
Decidiu. Ainda essa semana acharia alguém para cortar o cano.
maio 06, 2007
Contrata-se
#
Abri o caderno Empregos da Folha de S. Paulo deste domingo e eis que vejo na página 11, seção de empregos procurados, o seguinte tijolinho:
______________________
BOQUETEIRO
C/exp. Ensino fundamental.
Fulana (11) 1234-5678*
______________________
Alguém se habilita?
Abri o caderno Empregos da Folha de S. Paulo deste domingo e eis que vejo na página 11, seção de empregos procurados, o seguinte tijolinho:
______________________
BOQUETEIRO
C/exp. Ensino fundamental.
Fulana (11) 1234-5678*
______________________
Alguém se habilita?
maio 01, 2007
Há algo de sujo na outra face da maçã
Numa noite é um inocente papo quente com vinho, entre amigas, no dia seguinte me vejo cercada por pintos de plástico. Pois é, eu bem que tento me afastar desse universo promíscuo, mas de alguma forma carmática ele me persegue.
Estava lá, pendurada no meu pescoço em caracteres encarnados, a credencial que identificava: “Erotika Fair - a feira mais transada da América Latina!” Olha que gostoso? O que a gente não faz por uma amiga, hein?
Fui lá, firme e forte, fazer a solidária companhia à colega que pre-ci-sa-va ir àquela feira a trabalho. Ócios do ofício... de jornalista, entende?
“Por favor, de onde saem os ônibus para feiras?” – perguntou ela, discretamente, ao guarda que estava por perto. Com um sorrisinho sacana e aquela olhada de cima abaixo o sujeito disse: “É pra feira erótica?” Esperou a confirmação e só depois orientou, como se tivesse muitas vans saindo para feiras do Tietê.
Constrangimento pouco é bobagem e aquele foi só o primeiro. Chegando ao ponto, o naipe da galera que aguardava o frete: Pederastas, mulheres da vida, candidatos a sofrer de fortes crises de LER nos punhos, enfim, só gente fina. E nós, claro, naquele cortiço ambulante.
Roda, roda, roda, até que pára. Mal descemos da van e já se avista um motel-móvel estacionado na entrada, com projeções de cenas, quiçá, muito úteis para um residente de ginecologia. Gemidos e bate-estaca se misturam na trilha local. E lá estavam eles, os consolos, tão populares na decoração e na oferta como as bolinhas de natal no fim do ano.
E os shows? Esperava encontrar na programação propostas mais teóricas e menos empíricas, mas não. Havia um festival de darkrooms: “fantasias eróticas”, “massagem erótica”, “sodoma”, “show de lésbicas”, “show de sexo explícito”, “labirinto do prazer”, hipnose, sala de voyerismo, homens de sunga e capinha preta pelos corredores e por aí vai. Uma visão do inferno, algo para episódio de Além da Imaginação.
A barbárie dali tinha transformado toda a nossa malícia convicta em uma piadinha infantil. Foi-se o limpo, o bonito, o saudável. Saímos de lá vivas e imaculadas, com os pés doendo e uma ânsia no gogó.
abril 24, 2007
Massagem Bukowskiana
Kelma - Paula, você tá mais torta hoje.
Eu - É mesmo? E isso tem algum motivo especial?
Kelma - Ah! Pode ter ene motivos. Pode ser a sua postura, pode ser a forma como você dorme...
Janice - Pode ser a bebida do fim-de-semana.
Eu - Ah, Janice! Mas aí é motivo pra ficar torta na hora, não na terça-feira, vai?
Janice - Tá bom, Paula. Dizem que não se pode discutir com gaúcho.
Eu - Há! Então tá, além de bêbada agora também sou bairrista. Tô bem, hein.
Janice - Não, não foi isso que eu quis dizer.
(silêncio)
Eu - Tá, mas é verdade isso que você disse? Álcool pode deixar a gente torta?
Janice - Ha-ha-ha. Não. Mais ou menos.
Eu - Tem alguma explicação científica? Sei lá, um órgão que inche e saia por aí empurrando a coluna? Não que seja o meu caso, mas por curiosidade mesmo.
Janice - Na verdade o músculo relaxa.
Eu - Hum, então quem bebe tem que fazer mais musculação?
Janice - Ha-ha-ha. Não. O músculo relaxa igual e geralmente você acaba dormindo errado quando bebe.
Eu - Entendi.
Kelma - Paula, dorme feito morcego. Assim quem sabe a Janice não fica mais achando que você tá torta por causa da bebida.
Eu - Ha-ha-ha. Vou tentar lembrar disso.
abril 17, 2007
As melhores coisas da vida são de graça?
Que existem livros de auto-ajuda não é novidade pra ninguém, mas uma obra que consegue ser ao mesmo tempo de auto-destruição é a primeira vez que vejo.
Recebi um e-mail hoje, falando de um lançamento chamado "As Melhores Coisas da Vida São de Graça". Na obra são abordadas coisas de alto valor que, ao gosto do comercial da Mastercard, o dinheiro não compra. Um amigo, um belo pôr-do-sol, o riso de uma criança, got it?
Veja bem, "As Melhores Coisas da Vida São de Graça", custa R$ 39,90.
Ha-ha-ha. Vê se eu compro isso? Irônico, não?
abril 16, 2007
Papo quente
Veja a que ponto chega a fama da pessoa só porque escreve um blog meio sacaninha. Acabo de ser convidada por uma amiga para uma tal "noite de papo quente lá em casa".
Que diabos é isso? Pois é, me fiz a mesma pergunta. Trata-se de uma modesta reunião entre mulheres para abrir o jogo e colocar na roda todas as fantasias realizadas ou que estão ainda na fase do projeto. Nada de lesbianismo, viu?
Segunda ela, a idéia é juntar 200 idéias do que fazer com um homem na cama para uma matéria que será publicada numa dessas revistas femininas de grande tiragem que não posso dizer o nome.
O bom é que se eu não for muito útil, a menos poderei coletar material para novas histórias. Topei, lógico. Vai ser um experiência antropológica.
O fato é que ela já me disse a frase mágica: "Vai rolar um vinhozinho pra vocês se soltarem mesmo". Ah, coitada! Mal sabe dos efeitos do vinho neste corpo púdico. Viro gremlin heheheh
A ver, a ver que bicho isso vai dar.
Conclusões sobre o filme 300
1) Espartano é bofe!
2) É preciso mais do que 300 negos de sunga para derrubar uma bicha teimosa.
abril 13, 2007
Mãos à brasileira
Estou planejando uma ida à Alemanha. Sim, essa pobre coitada que não tem onde cair morta pretende ir àquele país, de maneira outra que não por meio do tráfico sexual de mulheres.
O motivo: Visitar minha melhor amiga, atualmente, cidadã honorária de Cottbus. Lembrei cá com meus botões de que ela me disse que as manicures daquela terra cobravam cerca de 12 Euros para fazer a mão. Dá pra acreditar? Pois bem, como tenho um parafuso a mais, embora muitos duvidem disso (afinal ninguém tem muito sucesso fazendo bico de jornalista), pensei seriamente em fazer um curso de manicure antes de me aventurar pelo além-mar.
E descobri que é caro. Gente, sinceramente, não sei como pobre sobrevive. Alguém imagina quanto custa um curso de manicure? Eu digo. Custa 420 reais. Quem conhece a classe sabe bem que não costuma gozar de uma renda bacana o suficiente para bancar um curso que custa mais de um salário mínimo, não é?
Além de caro, os horários são terríveis, quase que incompatíveis com o horário comercial, coisa que provavelmente só alguém desempregado poderia freqüentar. Aulas no meio da tarde por uns três meses, das 9h às 13h da manhã, e há ainda um ou outro curso à noite, mais coerente, porém só em boca.
Minha idéia mirabolante está me saindo mais complicada do que eu esperava. Ei de pensar melhor sobre a questão. Alguém tem alguma sugestão?
abril 12, 2007
O tentador dinheiro fácil
Apostei na mega-sena hoje. Acho que recebi sinais, não sei, mas sinais não devem ser ignorados, não é mesmo?
Ouvi o caixa do restaurante falando que sempre esquece de apostar e, em seguida, me vi acompanhando as gurias do trabalho até a lotérica para recarga do bilhete único. Reincidência do mesmo assunto num intervalo de segundos. "Tá aí, já que vou ter que esperar nessa fila também, vou apostar na mega-sena", pensei e disse.
Aleatoriamente escolhi esses números: 05-12-28-35-46-48
Torçam por mim. Se por um acaso eu ganhar alguma coisa e perder o bilhete são todos minhas testenhumas, hein?
Busca burra
Ou a Saraiva tá mesmo muito muderna e corrupta ou esses links patrocinados não são nada inteligentes.
abril 07, 2007
Enfim o ano começa
Lamento informar, mas os farristas de plantão que crêem que o ano só começava depois do carnaval estão redondamente defasados. Infelizmente é só em abril, quando essa bosta do Big Brother finalmente acaba e o transe do voyeurismo televisivo passa.
Poxa, tô com saudades de ouvir as pessoas discutindo futebol e novela e assuntos outros, ainda que banalidades, mas que não seja sobre quem ganhou a prova do líder. Ah! Que coisa irritante! E estúpida, pelo menos para quem joga. Até consigo entender a curiosidade do telespectador (eu assisti boa parte e não nego), mas dizer que se topa viver três meses enfurnado naquela casa por um milhão é balela demais para o meu gosto. Por dinheiro fácil eu sou muito mais o Silvio Santos. Vai no Show do Milhão, porra! No Topa ou Não Topa. As chances de entrar e sair com algum puto no bolso são muito maiores.
Tá aí uma coisa que eu não faria nem a pau. Nem com marmelada. Não desejo nem para um amigo! Especialmente aqueles que já foram mais íntimos e podem manchar a minha imagem, vazando lembranças vorazes num momento saudosista ou borracho. Tudo bem que eu deixe marcas, mas meu pai não precisa saber disso.
Definitivamente não acho um bom negócio e faço questão de pontuar alguns motivos para não participar do BBB, principalmente para as mulheres:
1) Tudo começa com o vídeo medonho que você terá de gravar, o que deve exigir pelo menos uma testemunha de que você tentou: o amigo “cameraman”. Se não entrar na casa, reze, e bastante, para que o tal seja um ser discreto e ninguém veja o papelão que você fez nas gravações bizarras exibidas pelo Vídeo Show, no pay-per-view ou ainda no canal Multishow. Mais loser que não ser um BBB é tentar, fazer feio, e não conseguir;
2) Eu não tenho paciência nem tolerância com as pessoas, você tem?
3) Se os seus goals não forem se tornar atriz, dançarina, modelo, assistente de palco ou apresentadora prepare-se para não ser levada a sério nunca mais. Ninguém dá créditos a uma advogada, por exemplo, depois de vê-la tchuca, em rede nacional, dançando “sapo, perereca e rã” até o chão;
4) Inteligência não faz parte dos seus dotes? Pois bem, suas gafes e pérolas não serão mais um privilégio só dos seus amigos;
5) É fama que você quer? E quem disse que vai ser boa? Quem disse que as pessoas vão gostar do seu jeito? Já imaginou o bando de nego aqui fora falando a torto e a direito de você? Aqueles desafetos dizendo que você não vale nada? Os parentes distantes vendendo depoimentos para a “Sou mais eu” e dando entrevista pra Sônia Abrão? Cara que você nunca viu na vida com a chance de espalhar por aí que já te comeu? Sua foto clássica de bebê nua sendo vendida como prévia para revistas masculinas?
6) Alerta vermelho! “Mulher é bicho esquisito, todo o mês sangra”, já dizia a Rita Lee. A menos que você esteja na menopausa, grávida, seja uma semideusa abençoada ou ainda um travesti, que não tem TPM, não incha, não tem espinhas, não come nem fala merda no período menstrual , isso deve ser um problema. Ah! E o banho é de biquíni. Que delícia, não?
7) Além da falta de privacidade, você vai ficar sem relógio, sem celular, sem televisão, sem música, sem computador, sem jornal, sem informação, sem papel e caneta. Não sei quanto a vocês, mas eu já quis pular pela janela outro dia quando fiquei sem luz no 11º andar por algumas horas;
8) Eu já disse sem televisão? Pois inclua aí também sem sexo. Meses de celibato se não quiser ficar com a fama de vagabunda e matar o pai do coração. Desculpem a franqueza, mas Joselita do jeito que sou, não conseguiria ficar pegando só na mãozinha por muito tempo, no way.
Buenas, chega né? Não pensaram que eu iria até 10 numa lista sobre BBB? O importante é que acabou, pelo menos por esse ano. E nas resoluções do 2007 que agora começa, por favor, incluam “Não assistir ao BBB 8”, ainda que falhe como as promessas de dieta na segunda-feira. Um brinde e feliz ano novo!
abril 04, 2007
Ponto de vista
A gente começa a desconfiar que está no limiar entre ser uma solteira feliz ou uma pobre encalhada quando a própria mãe, de repente, anuncia que um recém-conhecido qualquer é exatamente o meu tipo. Sabe que a diferença da solteirice para a titia é uma questão de ponto de vista... dos outros, diga-se de passagem.
Para piorar, ainda toma como base o perfil desconexo de todos meus exs e pseudos-alguma-coisa que já teve conhecimento. Citou uns cinco ou seis nomes e disse que o tal era uma mistura de fulano, sicrano, beltrano, etc., invariavelmente, pessoas por quem cultivou, em algum momento, sentimentos de ódio, gana e desprezo, afinal, trata-se da mulher que me pariu e até então sempre me julgou a mais maravilhosa do mundo e, claro, todos os pretendentes uns pobres coitados longe de chegar aos meus pés.
Mas foi justo essa mesma senhora quem não achou má idéia apresentar para a própria filha esse assustador ser híbrido. Fiquei como medo, confesso. Não lembro dela reparar em qualquer ponto positivo dos guris da minha vida, logo não podia ser boa coisa.
"É baixinho, tarado, malandro, folgado e advogado?", perguntei. Ouvi grilos e o som do cooler do computador, mau sinal. Ora, mistura! Vê se pode? Isso lembra tinta. E massinha também. Todo colorido sempre acaba cinza ou marrom, cor de merda, o que não é nada tentador. E tem outra, mãe tem lá gabarito pra conhecer sobre tipo?
No, thanks! De bundão atrás de mim, basta o meu. Dispenso empurrões voluntários, por mais bem intencionados que possam ser. Estou bem, feliz e faceira, linda, loira, leve e solta, circulando pela boemia paulistana. Das minhas escolhas entendo eu. Deixa estar.
março 28, 2007
Osmil
Hahahaha! Completei hoje meus mil antes do Romário. Nem gols, nem posts (por ora, claro!), mas xeretagem no meu perfil do blogger. Um brinde!
março 11, 2007
A hora H
Pensei que já tivesse passado, mas aparentemente não. Foi tê-lo outra vez em punho para sentir o calafrio tomar conta de mim, ainda que fizesse um calor insuportável lá fora. Minhas mãos suavam absurdamente. O tremor que começava a dar sinais anunciava o risco da voz falha, de um nervosismo quase imaturo e bastante inapropriado para a hora.
Era um mal necessário, parte do ofício e já não tinha jeito de voltar atrás. Eu precisava fazer aquilo, embora me surpreendesse que a reação de pouca intimidade com aquela situação ainda me assustasse, coisa que já julgava superada.
“ Você é a próxima” – me avisou o rapaz. Em poucos instantes, do anonimato da platéia, eu seria, de certa forma, a atração. Para quem os olhos se voltariam e perderiam seu tempo mesmo que por alguns segundos.
Enfim encarei o microfone e aquele bando de jornalistas, disse meu nome, de que veículo eu era e fiz minhas perguntas para os protagonistas daquela coletiva. Quando abri a boca, a voz estava lá e as idéias saíram articuladas. Ao fim, ainda tremia.
Como a merda de uma experiência aos oito anos é capaz de fuder com a cabeça da gente? Como? Maldito trauma de microfone! Tá aí um dos bons motivos de eu não gostar de telejornalismo. Um dia passa, ah, se passa!
Hirudoid
Minha mais nova melhor amiga, para o bem e para o mal.
Hematoma nunca mais será um problema. Não sei como pude viver sem essa pomada milagrosa até hoje.
fevereiro 22, 2007
Drops de carnaval
Mamas
Alguém já reparou como as mães d´água na beira da praia se parecem com próteses de silicone?
Bom negócio
Diálogo entre clientes gaúchos e o dono do mercadinho da Barrinha (Garopaba -SC), um catarinense:
- Vamos levar um pacote (= 12 unidades) dessa Polar aí. Quanto sai?
- Deixa eu ver. Cada lata é 2,50 então são 25 reais.
- Tem desconto?
- Humm, tudo bem, mas posso dar no máximo 3 reais de desconto, aí fica 21.
Sobrepeso
Curta interação entre folionas gaúchas e o moço catarinense do estacionamento na chegada do Bali Hai de Garopaba.
- Não vão por aí que atola.
- Como atola? A gente tá a pé!
- Ah, aí atola.
No bar
Tentando pedir uma cerveja para a atendente do Bali Hai:
- Uma cerveja, por favor.
- Guaraná ou Sprite?
- Não. Eu quero uma cerveja.
- Na ficha diz "Cuba". Com guaraná ou Sprite?
- Eu peguei a ficha de vodka, amiga, e nela diz 5 reais. Agora me vê uma cerveja.
- A cerveja é 3. Guaraná ou Sprite?
- Que merda! Tá difícil, hein? Então me dá uma dose de vodka mesmo.
- Com guaraná ou Sprite?
- PUUUURA!
fevereiro 16, 2007
Lição do dia
Apesar de boa menina, Julinha está em casa de castigo. Ah! Saudades dos tempos em que o máximo que a gente pegava no primário era piolho, para insano entretenimento de minha mãe.
Se na minha época de escola algum coleguinha com vocação para profeta dissesse que, no século XXI, seria possível contrair até dor de barriga do fedelhinho ao lado, certamente, eu morreria de rir. Pois não é que pode? Maldito Rota Vírus! Gente, que dó!
fevereiro 15, 2007
fevereiro 06, 2007
E o rei rebola
#
Era só o que faltava. Somente na capital mais veada do Brasil para decidirem eleger um rei de bateria. Vê se tem cabimento um homem rebolando na frente de um exército de outros tantos com instrumentos em punho. Enfim, nada mais me surpreende vindo de São Paulo.
A escola pioneira é a Acadêmicos de São Paulo, fundada por estudantes em 2006, que desfila no dia 11 de fevereiro no Pholia (antigo Pholia na Faria), no Memorial da América Latina.
Daniel Manzioni é o nome da majestade, modelo e dançarino, que promete desfilar de sunguinha e um adereço na cabeça, mas garante ser hetero e ter namorada. Se o que diz é verdade, bom, o cara tem que ser, no mínimo, muito macho para encarar uma tarefa dessas. Que é estranho, não dá pra negar. Antes fosse gay e a proposta da escola fosse essa mesma, mas enfim, por hoje chega. Vou deixar o moço rebolador em paz. Ah! E antes que me acusem, eu sou "S", viu!
* Foto: Bauer/Divulgação
Era só o que faltava. Somente na capital mais veada do Brasil para decidirem eleger um rei de bateria. Vê se tem cabimento um homem rebolando na frente de um exército de outros tantos com instrumentos em punho. Enfim, nada mais me surpreende vindo de São Paulo.
A escola pioneira é a Acadêmicos de São Paulo, fundada por estudantes em 2006, que desfila no dia 11 de fevereiro no Pholia (antigo Pholia na Faria), no Memorial da América Latina. Daniel Manzioni é o nome da majestade, modelo e dançarino, que promete desfilar de sunguinha e um adereço na cabeça, mas garante ser hetero e ter namorada. Se o que diz é verdade, bom, o cara tem que ser, no mínimo, muito macho para encarar uma tarefa dessas. Que é estranho, não dá pra negar. Antes fosse gay e a proposta da escola fosse essa mesma, mas enfim, por hoje chega. Vou deixar o moço rebolador em paz. Ah! E antes que me acusem, eu sou "S", viu!
* Foto: Bauer/Divulgação
fevereiro 02, 2007
Feliz Dia Mundial das Zonas Úmidas!
#
É isso mesmo. Eu não tô com tempo pra nada, mas não podia deixar esse 2 de fevereiro passar em branco sem antes desejar a todos um feliz Dia Mundial das Zonas Úmidas! Aproveitem, comemorem, que é politicamente correto!
Como a menina pura que sou, procurei na minha agenda nova a comemoração católica do Dia de Nossa Senhora dos Navegantes, que desde que me conheço por gente, antecede o dia de outra santa: o meu, é claro.
Para minha surpresa, eis que encontro essa informação: "Dia Mundial das Zonas Úmidas". Antes que essas mentes sujas pensem em sacanagem, podem ir mudando de idéia que não se trata de nenhuma celebração pagã, mas de um marco ecológico, que eu não vou detalhar porque perde toda a graça. Enfim, Google is your friend.
Tenham um ótimo dia!
É isso mesmo. Eu não tô com tempo pra nada, mas não podia deixar esse 2 de fevereiro passar em branco sem antes desejar a todos um feliz Dia Mundial das Zonas Úmidas! Aproveitem, comemorem, que é politicamente correto!
Como a menina pura que sou, procurei na minha agenda nova a comemoração católica do Dia de Nossa Senhora dos Navegantes, que desde que me conheço por gente, antecede o dia de outra santa: o meu, é claro.
Para minha surpresa, eis que encontro essa informação: "Dia Mundial das Zonas Úmidas". Antes que essas mentes sujas pensem em sacanagem, podem ir mudando de idéia que não se trata de nenhuma celebração pagã, mas de um marco ecológico, que eu não vou detalhar porque perde toda a graça. Enfim, Google is your friend.
Tenham um ótimo dia!
janeiro 26, 2007
Caros,
#
É com grande pesar que vos justifico a razão da minha ausência. Motivos de força maior minam minha criatividade e me obrigam a prorrogar o intervalo sem novas postagens.
Pois bem, meus queridos, estou numa sinuca. Sinto-me com a corda no pescoço e com mil negos chutando os pés do banquinho. Ultimamente tenho estado trabalhando demais, com um TCC zicado para finalizar em tempo recorde, morrendo de fome a base de mato e marcando território com naftalina para impedir que essas malditas traças que encontrei passeando pelas minhas dependências tomem conta do pedaço.
Sim. Além disso não bebo a quase um mês, não medito, não tenho mais unhas, me afundo na ignorância sobre as notícias do dia-a-dia sem tempo de ler os jornais, de prestigiar meus amigos, de fazer planos. Estou quase sem referências, sem saber para onde vou e o pior, sem saber para onde quero ir.
Por isso, meus caros amigos, espero que se sensibilizem e compreendam as razões que me afastam de nosso convívio virtual. O martírio este que descrevi deve se estender até o próximo dia 15 de fevereiro, quando não mais serei refém deste TCC dos infernos e tampouco estarei em semana de fechamento no trabalho. Contudo, rogo ter brechas na minha agenda e espasmos criativos nesse período para que enfim possa publicar algo de bom para vosso entretenimento.
Sem mais delongas,
Paula Pereira
É com grande pesar que vos justifico a razão da minha ausência. Motivos de força maior minam minha criatividade e me obrigam a prorrogar o intervalo sem novas postagens.
Pois bem, meus queridos, estou numa sinuca. Sinto-me com a corda no pescoço e com mil negos chutando os pés do banquinho. Ultimamente tenho estado trabalhando demais, com um TCC zicado para finalizar em tempo recorde, morrendo de fome a base de mato e marcando território com naftalina para impedir que essas malditas traças que encontrei passeando pelas minhas dependências tomem conta do pedaço.
Sim. Além disso não bebo a quase um mês, não medito, não tenho mais unhas, me afundo na ignorância sobre as notícias do dia-a-dia sem tempo de ler os jornais, de prestigiar meus amigos, de fazer planos. Estou quase sem referências, sem saber para onde vou e o pior, sem saber para onde quero ir.
Por isso, meus caros amigos, espero que se sensibilizem e compreendam as razões que me afastam de nosso convívio virtual. O martírio este que descrevi deve se estender até o próximo dia 15 de fevereiro, quando não mais serei refém deste TCC dos infernos e tampouco estarei em semana de fechamento no trabalho. Contudo, rogo ter brechas na minha agenda e espasmos criativos nesse período para que enfim possa publicar algo de bom para vosso entretenimento.
Sem mais delongas,
Paula Pereira
janeiro 22, 2007
janeiro 11, 2007
Ah, que saudade!
#
"Paulista é mole!" Eis a frase que já virou quase um mantra ecoado entre eu e minhas amigas conterrâneas da Xuxa e da Gisele Bündchen, residentes aqui em São Paulo. Ninguém entende o que a gente quer dizer e o macharedo sai todo ofendido levando para o lado pessoal, mas é a mais pura verdade. Paulista é mole! O paulistano para ser mais exata. Digo, afirmo e repito com a mais absoluta certeza depois de voltar de uma temporada na terrinha.
É claro que há exceções. Antes que alguém me acuse ou venha com aquela velha e cretina história de "deixa eu mostrar quem é mole aqui" cabe lembrar que sim, estou tratando de uma generalização, de uma maioria, uma constatação de massa e nada individual, prestaram a atenção?
Os homens de lá são diferentes. Já estava esquecendo como era. É um approach assim, sei lá, mais determinado e gentil ao mesmo tempo. Há um esforço remanescente do séc.XIX em conquistar as damas. Sim, porque em Sampa tudo é muito moderno. Já tem mais mulher do que homem em todo lugar e como a mulherada começa apavorando desde cedo, quando chega numa fase mais madura o povo nem aprendeu como que se faz.
Maldita iniciativa feminina! Virou tudo do avesso, acabou com os instintos naturais. É quase como comparar açougue à comida congelada. Paulista é tão comida congelada! Nem lembra de onde vem a carne porque já tá tudo ali, na mão, é só esquentar, embora não tenha o mesmo gosto. A lei do menor esforço, talvez. Eu sei que não é intencional e muito provavelmente seja fruto de uma seleção natural urbanóide, mas eu não tenho talento para ser o homem da relação e não ei de me adaptar.
Me comportei quase como uma virgem em Porto Alegre, mas foi muito gostoso ser revisitada pelo cortejo dos meus queridos gaúchos. Eles sabem fazer com que a gente se sinta especial. É um atributo nato. São homens menos temorosos que não têm receio de ouvir um não. Não precisam de mil braços, de cantadas velhas, de táticas mais agressivas, nada disso. É jeito. E um jeito que eu não sei explicar. Por mais recusas que levem jamais são desprezados, porque sempre conquistam alguma parte de ti, nem que isso se resuma a um mero sorriso. Uma pena que não compartilhamos mais o mesmo DDD.
"Paulista é mole!" Eis a frase que já virou quase um mantra ecoado entre eu e minhas amigas conterrâneas da Xuxa e da Gisele Bündchen, residentes aqui em São Paulo. Ninguém entende o que a gente quer dizer e o macharedo sai todo ofendido levando para o lado pessoal, mas é a mais pura verdade. Paulista é mole! O paulistano para ser mais exata. Digo, afirmo e repito com a mais absoluta certeza depois de voltar de uma temporada na terrinha.
É claro que há exceções. Antes que alguém me acuse ou venha com aquela velha e cretina história de "deixa eu mostrar quem é mole aqui" cabe lembrar que sim, estou tratando de uma generalização, de uma maioria, uma constatação de massa e nada individual, prestaram a atenção?
Os homens de lá são diferentes. Já estava esquecendo como era. É um approach assim, sei lá, mais determinado e gentil ao mesmo tempo. Há um esforço remanescente do séc.XIX em conquistar as damas. Sim, porque em Sampa tudo é muito moderno. Já tem mais mulher do que homem em todo lugar e como a mulherada começa apavorando desde cedo, quando chega numa fase mais madura o povo nem aprendeu como que se faz.
Maldita iniciativa feminina! Virou tudo do avesso, acabou com os instintos naturais. É quase como comparar açougue à comida congelada. Paulista é tão comida congelada! Nem lembra de onde vem a carne porque já tá tudo ali, na mão, é só esquentar, embora não tenha o mesmo gosto. A lei do menor esforço, talvez. Eu sei que não é intencional e muito provavelmente seja fruto de uma seleção natural urbanóide, mas eu não tenho talento para ser o homem da relação e não ei de me adaptar.
Me comportei quase como uma virgem em Porto Alegre, mas foi muito gostoso ser revisitada pelo cortejo dos meus queridos gaúchos. Eles sabem fazer com que a gente se sinta especial. É um atributo nato. São homens menos temorosos que não têm receio de ouvir um não. Não precisam de mil braços, de cantadas velhas, de táticas mais agressivas, nada disso. É jeito. E um jeito que eu não sei explicar. Por mais recusas que levem jamais são desprezados, porque sempre conquistam alguma parte de ti, nem que isso se resuma a um mero sorriso. Uma pena que não compartilhamos mais o mesmo DDD.
dezembro 31, 2006
Obrigada!
#
Não vou escrever nenhum texto engraçadinho desta vez. Estou aqui para agradecer. Às vezes a gente esquece de dizer obrigada, de botar pra fora a gratidão e felicidade que tenho com cada comentário que vocês deixam por aqui, com cada clique que meu contador delata. É isso aí, muuuuito obrigada a todos que de alguma forma fazem parte desse universo do Balaio! Anônimos, velhos conhecidos, novos leitores, são todos muito especiais.
Peço licença, mas eu pre-ci-so destacar algumas pessoas que foram cruciais na história desse blog:
Ju, se não fosse você ter posto aquele primeiro comentário anônimo lá no comecinho do Balaio eu não saberia que tinha leitores e talvez não seguisse escrevendo. Thanks do fundo do coração! Sei que agora você está apaixonada e não tem mais tempo para mim, mas te desejo toda a felicidade do mundo mesmo assim.
Lia, minha colega no Gente, foi horrível!, graças a indicação dessa louca que só tinha me visto uma vez na vida, numa dinâmica de grupo que eu caí de pára-quedas, hoje eu tenho um ganha-pão. Linda, você sabe que é meu anjo da guarda! Tudo de bom, mil beijos pra ti!
Giba, outro anjo, outro louco. Eu, recém-formada, não tinha currículo em jornalismo e este homem leu o blog, gostou dos textos e apostou em mim. Um ola para o coolhunter do ano! Muito sucesso, Giba, sou tua fã e vou ser eternamente grata!
Marcão, o que dizer desse evangelizador, gerador de tendências na blogsfera? Depois que incluiu nos links e comentou sobre o Balaio S/A no Jesus, me chicoteia! causou o milagre da multiplicação dos cliques por aqui, uma bênção!
Mariana, essa guria nem me conhece pessoalmente, mas sabe-se lá o porquê achou o blog interessante e incluiu no seu TCC de jornalismo da USP. Obrigada, querida! Me sinto lisonjeada com a participação.
Christian, “namoradinho” hahaha! Descobri esse ano o amigão que tu era. O teu crédito no meu TCC tá guardado, mas já adianto meus agradecimentos aqui por toda a força que me deu, me ajudando a resolver problemas “técnicos” e me resgatando pelas confusas ruas de Guarulhos. Obrigadão!
Eu não inspirei o David Coimbra perambulando pela redação da Zero em 2004, mas surpreendentemente ouvi de algumas pessoas que se inspiraram na minha experiência com o Balaio para se aventurarem no mundo dos textos. Fico muito satisfeita de ter dado, mesmo sem querer, esse empurrãozinho.
Coleguinhas ativas de blog: Gabi, Jé, Rô. Gente, foi liiiindo! Heheheh Deus me livre fazer fofoca, mas o nosso blog foi um sucesso, “o mais engraçado dos últimos tempos”, segundo a Anna.
Pessoal, todo mundo é muito importante para mim. Gostaria de agradecer a cada um se fosse possível, mas não faço idéia de quem acessa o blog. Pra tentar acabar um pouco com esse anonimato, proponho uma espécie de guestbook 2006. Quem passou por aqui em esse ano deixa um recadinho nos comentários ou me envia um e-mail mesmo. Um mero oi é basta para deixar essa blogueira contente.
Feliz 2007 para todos nós!
Não vou escrever nenhum texto engraçadinho desta vez. Estou aqui para agradecer. Às vezes a gente esquece de dizer obrigada, de botar pra fora a gratidão e felicidade que tenho com cada comentário que vocês deixam por aqui, com cada clique que meu contador delata. É isso aí, muuuuito obrigada a todos que de alguma forma fazem parte desse universo do Balaio! Anônimos, velhos conhecidos, novos leitores, são todos muito especiais.
Peço licença, mas eu pre-ci-so destacar algumas pessoas que foram cruciais na história desse blog:
Ju, se não fosse você ter posto aquele primeiro comentário anônimo lá no comecinho do Balaio eu não saberia que tinha leitores e talvez não seguisse escrevendo. Thanks do fundo do coração! Sei que agora você está apaixonada e não tem mais tempo para mim, mas te desejo toda a felicidade do mundo mesmo assim.
Lia, minha colega no Gente, foi horrível!, graças a indicação dessa louca que só tinha me visto uma vez na vida, numa dinâmica de grupo que eu caí de pára-quedas, hoje eu tenho um ganha-pão. Linda, você sabe que é meu anjo da guarda! Tudo de bom, mil beijos pra ti!
Giba, outro anjo, outro louco. Eu, recém-formada, não tinha currículo em jornalismo e este homem leu o blog, gostou dos textos e apostou em mim. Um ola para o coolhunter do ano! Muito sucesso, Giba, sou tua fã e vou ser eternamente grata!
Marcão, o que dizer desse evangelizador, gerador de tendências na blogsfera? Depois que incluiu nos links e comentou sobre o Balaio S/A no Jesus, me chicoteia! causou o milagre da multiplicação dos cliques por aqui, uma bênção!
Mariana, essa guria nem me conhece pessoalmente, mas sabe-se lá o porquê achou o blog interessante e incluiu no seu TCC de jornalismo da USP. Obrigada, querida! Me sinto lisonjeada com a participação.
Christian, “namoradinho” hahaha! Descobri esse ano o amigão que tu era. O teu crédito no meu TCC tá guardado, mas já adianto meus agradecimentos aqui por toda a força que me deu, me ajudando a resolver problemas “técnicos” e me resgatando pelas confusas ruas de Guarulhos. Obrigadão!
Eu não inspirei o David Coimbra perambulando pela redação da Zero em 2004, mas surpreendentemente ouvi de algumas pessoas que se inspiraram na minha experiência com o Balaio para se aventurarem no mundo dos textos. Fico muito satisfeita de ter dado, mesmo sem querer, esse empurrãozinho.
Coleguinhas ativas de blog: Gabi, Jé, Rô. Gente, foi liiiindo! Heheheh Deus me livre fazer fofoca, mas o nosso blog foi um sucesso, “o mais engraçado dos últimos tempos”, segundo a Anna.
Pessoal, todo mundo é muito importante para mim. Gostaria de agradecer a cada um se fosse possível, mas não faço idéia de quem acessa o blog. Pra tentar acabar um pouco com esse anonimato, proponho uma espécie de guestbook 2006. Quem passou por aqui em esse ano deixa um recadinho nos comentários ou me envia um e-mail mesmo. Um mero oi é basta para deixar essa blogueira contente.
Feliz 2007 para todos nós!
dezembro 26, 2006
Eu, musa
#
Chegando próximo ao final do livro me dei conta de que poderia ser uma das personagens. Corri para ver a data de publicação nas primeiras páginas. Estava lá escrito: Ano 2005 e informava na mesma página: “Essas crônicas forma publicadas no jornal Zero Hora entre janeiro de 2003 e agosto de 2005”.
Puxa! Eu realmente tinha alguma chance de ser personagem daquele livro. Havia passado uma temporada acompanhando a redação da Zero em 2004, às vésperas das eleições. Monografia do curso de jornalismo da saudosa Famecos. Trabalho duro aquele. Tinha que passar uma semana conferindo a origem das pautas do jornal e o que, de fato, ganhava as páginas no dia seguinte. Passei mais tempo na Geral, mas conversava todo o dia com o editor e/ou pauteiro de sete editorias, entre elas, a de Esporte.
Lembro de já ter visto o David Coimbra por lá, mas não sei se nessa oportunidade. Não menbro de termos sido apresentados e tampouco de termos conversado, enfim, eu não fui uma presença feminina relevante que tivesse chamado a atenção do cronista e editor de esportes.
Passei uma semana. Uma semana! Uma loira intrusa fazendo perguntas durante uma semana interia e ele nem bola. Jamais havia cogitado a hipótese de atrair a observação dele antes, mas ao ler aqueles relatos de redação no livro Mulheres!, ah! Por um segundo essa idéia passou pela minha cabeça, me deixando excitada com a possibilidade de ser de alguma forma imortalizada naquele livro. Eu? Em uma crônica publicada em livro? Que ia além dos recortes amarelados de jornais e poderia ser guardado na estante e mostrado para os netos um dia? Era boa essa idéia, ah! Era boa!
Pronto. Passou a sensação. Eu não estava lá. Não fui musa. Não inspirei o David. Imagino quantas outras mulheres bem mais ilustres também não se procuraram naquelas páginas e tiveram essa doce ilusão. Parabéns David! Guardarei outras cousas de mimo para a posteridade.
Chegando próximo ao final do livro me dei conta de que poderia ser uma das personagens. Corri para ver a data de publicação nas primeiras páginas. Estava lá escrito: Ano 2005 e informava na mesma página: “Essas crônicas forma publicadas no jornal Zero Hora entre janeiro de 2003 e agosto de 2005”.
Puxa! Eu realmente tinha alguma chance de ser personagem daquele livro. Havia passado uma temporada acompanhando a redação da Zero em 2004, às vésperas das eleições. Monografia do curso de jornalismo da saudosa Famecos. Trabalho duro aquele. Tinha que passar uma semana conferindo a origem das pautas do jornal e o que, de fato, ganhava as páginas no dia seguinte. Passei mais tempo na Geral, mas conversava todo o dia com o editor e/ou pauteiro de sete editorias, entre elas, a de Esporte.
Lembro de já ter visto o David Coimbra por lá, mas não sei se nessa oportunidade. Não menbro de termos sido apresentados e tampouco de termos conversado, enfim, eu não fui uma presença feminina relevante que tivesse chamado a atenção do cronista e editor de esportes.
Passei uma semana. Uma semana! Uma loira intrusa fazendo perguntas durante uma semana interia e ele nem bola. Jamais havia cogitado a hipótese de atrair a observação dele antes, mas ao ler aqueles relatos de redação no livro Mulheres!, ah! Por um segundo essa idéia passou pela minha cabeça, me deixando excitada com a possibilidade de ser de alguma forma imortalizada naquele livro. Eu? Em uma crônica publicada em livro? Que ia além dos recortes amarelados de jornais e poderia ser guardado na estante e mostrado para os netos um dia? Era boa essa idéia, ah! Era boa!
Pronto. Passou a sensação. Eu não estava lá. Não fui musa. Não inspirei o David. Imagino quantas outras mulheres bem mais ilustres também não se procuraram naquelas páginas e tiveram essa doce ilusão. Parabéns David! Guardarei outras cousas de mimo para a posteridade.
dezembro 25, 2006
O Jaime
#
Quase toda a semana ia lá, fazer a mão no salãozinho da Vila Mascote. Ambiente agradável, bom atendimento. Os mesmos rostos de sempre. A mulherada da vizinhança, as recepcionistas, as manicures, as esteticistas, as meninas do cabelo, um templo 100% feminino se não fossem os três ou quatro homens que também empunhavam tesouras por ali.
Alegres, diga-se de passagem. Como geralmente são. Falando fino, com um gingado nas cadeiras e a trocar os últimos babados com as clientes entre uma tesourada e outra. Gente finíssima! Um barato estar em sua presença.
Um deles, porém, parecia diferente. Era mais quieto, sei lá, discreto talvez. Reparei que às vezes reparava em mim. Estanho, mas tive essa impressão. Quem sabe enxergasse era aos meus cabelos com olhos de pintor frente a uma tela virgem pronta para imprimir sua arte. Ou como uma mocréia. Sim, é comum que achem que somos umas mocrécias. Talvez morresse de ódio por eu não explorar o potencial infinito de possibilidades que uma mulher pode adotar nas madeixas. Um desperdício!
Mas não. Parecia me lançar olhares heteros. Olhares não profissionais, sutis, é verdade, mas miradas de homem. Será que ele não é? Dá próxima vez perguntaria à minha manicure. Pronto, estava decidido. Era isso que faria. Com uma monossílaba ela desvendaria aquele mistério de uma vez por todas.
Chegou o dia. Ensaiei puxar o assunto com ela uma, duas, três vezes. Desisti. Ele estava muito perto e ouviria. Com certeza ouviria e eu ainda teria que explicar o porquê de estar interessada naquela informação. – “Curiosidade” – diria eu em vão, mas ninguém ia acreditar. Então receberia olhares recheados de malícia de toda a equipe do salão e nunca mais poderia pôr meus pés naquele recinto tamanho o embaraço. Não, aquela não era uma boa idéia.
Fui embora com a dúvida de sempre, frustrada e covarde. Entrei em casa ainda cuidando para não borrar as unhas. Meu pai me viu e lembrou que tinha esquecido de cortar o cabelo:
- Que merda! Liga para o Jaime e vê se ele tem hora para quarta – disse.
- Qual deles é o Jaime? - Perguntei para minha mãe.
- Ah! O único que é macho, do cavanhaque, sabe?
Sim. Eu sabia! Eu sabia! Não estava ficando louca. Respirei feliz, aliviada. Ainda havia heteros incorruptíveis até nos meios mais vulneráveis.
Quase toda a semana ia lá, fazer a mão no salãozinho da Vila Mascote. Ambiente agradável, bom atendimento. Os mesmos rostos de sempre. A mulherada da vizinhança, as recepcionistas, as manicures, as esteticistas, as meninas do cabelo, um templo 100% feminino se não fossem os três ou quatro homens que também empunhavam tesouras por ali.
Alegres, diga-se de passagem. Como geralmente são. Falando fino, com um gingado nas cadeiras e a trocar os últimos babados com as clientes entre uma tesourada e outra. Gente finíssima! Um barato estar em sua presença.
Um deles, porém, parecia diferente. Era mais quieto, sei lá, discreto talvez. Reparei que às vezes reparava em mim. Estanho, mas tive essa impressão. Quem sabe enxergasse era aos meus cabelos com olhos de pintor frente a uma tela virgem pronta para imprimir sua arte. Ou como uma mocréia. Sim, é comum que achem que somos umas mocrécias. Talvez morresse de ódio por eu não explorar o potencial infinito de possibilidades que uma mulher pode adotar nas madeixas. Um desperdício!
Mas não. Parecia me lançar olhares heteros. Olhares não profissionais, sutis, é verdade, mas miradas de homem. Será que ele não é? Dá próxima vez perguntaria à minha manicure. Pronto, estava decidido. Era isso que faria. Com uma monossílaba ela desvendaria aquele mistério de uma vez por todas.
Chegou o dia. Ensaiei puxar o assunto com ela uma, duas, três vezes. Desisti. Ele estava muito perto e ouviria. Com certeza ouviria e eu ainda teria que explicar o porquê de estar interessada naquela informação. – “Curiosidade” – diria eu em vão, mas ninguém ia acreditar. Então receberia olhares recheados de malícia de toda a equipe do salão e nunca mais poderia pôr meus pés naquele recinto tamanho o embaraço. Não, aquela não era uma boa idéia.
Fui embora com a dúvida de sempre, frustrada e covarde. Entrei em casa ainda cuidando para não borrar as unhas. Meu pai me viu e lembrou que tinha esquecido de cortar o cabelo:
- Que merda! Liga para o Jaime e vê se ele tem hora para quarta – disse.
- Qual deles é o Jaime? - Perguntei para minha mãe.
- Ah! O único que é macho, do cavanhaque, sabe?
Sim. Eu sabia! Eu sabia! Não estava ficando louca. Respirei feliz, aliviada. Ainda havia heteros incorruptíveis até nos meios mais vulneráveis.
dezembro 17, 2006
Dois dedinhos de prosa
#
Homens, comemorem! Eis aqui mais uma desculpa para convencer quem quer que seja às práticas de sodomia. Dar o fiofó evita hemorróidas! Sinceramente não sei da veracidade dessa informação, mas foi o que uma amiga ouviu de um proctologista. Unbelievable!
Foi lá, coitada, sofrendo do problema, mal podendo sentar, e então sujeita àquele constrangimento durante a consulta, teve que ouvir do médico a infeliz observação: “Você não pratica sexo anal, certo?” Gente, que horror, dá pra ver até nesse estado!
Reprimindo-a, disse que o exercício era saudável e que evitava a aparição do “incomodo”. Ela ficou surpresa com a tal notícia e eu também. Sempre pensara que fosse o contrário. Enfim, levou um quase puxão de orelha do médico, um sermão às avessas, diria.
Ensaiei a possibilidade de contatar alguns proctologistas para checar se a informação era fidedigna, mas não tive coragem. Invés disso, busquei no bom e velho Google. Nada atestava a informação.
De qualquer forma, vou tentar descolar os contatos do cara. Maridos, namorados e afins, fiquem espertos! Se eu conseguir publico aqui. Imagina com receita! Isso que é ganhar credibilidade na ladainha!
Homens, comemorem! Eis aqui mais uma desculpa para convencer quem quer que seja às práticas de sodomia. Dar o fiofó evita hemorróidas! Sinceramente não sei da veracidade dessa informação, mas foi o que uma amiga ouviu de um proctologista. Unbelievable!
Foi lá, coitada, sofrendo do problema, mal podendo sentar, e então sujeita àquele constrangimento durante a consulta, teve que ouvir do médico a infeliz observação: “Você não pratica sexo anal, certo?” Gente, que horror, dá pra ver até nesse estado!
Reprimindo-a, disse que o exercício era saudável e que evitava a aparição do “incomodo”. Ela ficou surpresa com a tal notícia e eu também. Sempre pensara que fosse o contrário. Enfim, levou um quase puxão de orelha do médico, um sermão às avessas, diria.
Ensaiei a possibilidade de contatar alguns proctologistas para checar se a informação era fidedigna, mas não tive coragem. Invés disso, busquei no bom e velho Google. Nada atestava a informação.
De qualquer forma, vou tentar descolar os contatos do cara. Maridos, namorados e afins, fiquem espertos! Se eu conseguir publico aqui. Imagina com receita! Isso que é ganhar credibilidade na ladainha!
dezembro 06, 2006
Aviso
#
É gente! A vida tá dura e os filhos da bandidagem não podem ficar sem presente. Natal tá aí, não pode faltar birita no reveillon e, claro, os caras precisam fazer um caixa para tirar os três meses de férias merecidas no litoral. Enfim, contribuição do amigo Christian Gois.
É gente! A vida tá dura e os filhos da bandidagem não podem ficar sem presente. Natal tá aí, não pode faltar birita no reveillon e, claro, os caras precisam fazer um caixa para tirar os três meses de férias merecidas no litoral. Enfim, contribuição do amigo Christian Gois.
novembro 23, 2006
A rua do Bozo
#
Gente, que horror! Piada velha e sem graça é pior que boy band. Quando a gente acha que já era e ficou no passado tá lá ela de novo, sempre tem um besta pra gostar e espalhar a praga por aí.
Bem, elas ressuscitaram nesse fim de semana, mas especificamente na Avenida Mário Ribeiro, em Guarujá. Por deus! Juro que fiquei com a sensação de que iria saltar o Bozo ou quizás alguém gritando “Pegadinha do Malandro!” a qualquer momento naquela rua.
A primeira foi na ida. Um senhor na companhia de dois poodles, no alto de seus mais ou menos 60 anos, puxa papo no meio da rua comigo e minhas amigas. Pergunta a uma delas:
- Eu não te conheço?
- Não sei.
- Acho que estou te reconhecendo do shopping. Você trabalha com roupas?
- Não.
- Então você trabalha sem roupa?
Hahaha.
A segunda foi na volta. Na mesma noite, um grupo de aborrecentes começa a assoviar e então um grita:
- Caiu do céu?
- É. De cara, não tá vendo? - respondeu uma delas.
Hahaha. Bizarro encontro de gerações. Tenha dó!
Gente, que horror! Piada velha e sem graça é pior que boy band. Quando a gente acha que já era e ficou no passado tá lá ela de novo, sempre tem um besta pra gostar e espalhar a praga por aí.
Bem, elas ressuscitaram nesse fim de semana, mas especificamente na Avenida Mário Ribeiro, em Guarujá. Por deus! Juro que fiquei com a sensação de que iria saltar o Bozo ou quizás alguém gritando “Pegadinha do Malandro!” a qualquer momento naquela rua.
A primeira foi na ida. Um senhor na companhia de dois poodles, no alto de seus mais ou menos 60 anos, puxa papo no meio da rua comigo e minhas amigas. Pergunta a uma delas:
- Eu não te conheço?
- Não sei.
- Acho que estou te reconhecendo do shopping. Você trabalha com roupas?
- Não.
- Então você trabalha sem roupa?
Hahaha.
A segunda foi na volta. Na mesma noite, um grupo de aborrecentes começa a assoviar e então um grita:
- Caiu do céu?
- É. De cara, não tá vendo? - respondeu uma delas.
Hahaha. Bizarro encontro de gerações. Tenha dó!
novembro 22, 2006
Relax, babe!
#
Gringo é um barato. Fico impressionada como muitas vezes eles tardam a perceber a curiosa e infantil relação da fauna com os apelidinhos sacanas dos trópicos. E brasileiro é foda, não perdoa esse tipo de vacilo.
Ficaria com pena se também não achasse tão divertido. Ouvi essa semana um desses relatos em que ele – o gringo – foi vítima da própria língua e da malícia alheia. Num almoço executivo entre colegas de trabalho, em um bairro nobre de São Paulo, se deu mais ou menos o seguinte diálogo:
Fulana – Nossa, que frango bom!
Beltrano – Não é frango. É peru.
Fulana – Ah é?
Gringo – É. E peru é bom que relaxa.
Boquiabertos, os ouvintes estacionaram os talheres no ar. Um silêncio sepulcral se instalou na mesa, antecedendo o riso e o deboche. Pronto, pra que?
Fulana – Quer dizer então que comer peru relaxa? Você relaxa quando come o peru?
Gringo – Sim. É comprovado cientificamente.
Beltrano – Mas quando você come o peru é você ou o peru que relaxa?
E assim foi, sucessivamente. Ninguém teve a decência de explicar e estragar a brincadeira. Bem-intencionado, o inocente forasteiro ainda voltou para o escritório e se deu o trabalho de procurar e enviar para TODA a empresa uma pesquisa sobre os tais atributos do peru.
É, parece que era verdade. Peru relaxa. Pobre gringo, ninguém duvidava.
Gringo é um barato. Fico impressionada como muitas vezes eles tardam a perceber a curiosa e infantil relação da fauna com os apelidinhos sacanas dos trópicos. E brasileiro é foda, não perdoa esse tipo de vacilo.
Ficaria com pena se também não achasse tão divertido. Ouvi essa semana um desses relatos em que ele – o gringo – foi vítima da própria língua e da malícia alheia. Num almoço executivo entre colegas de trabalho, em um bairro nobre de São Paulo, se deu mais ou menos o seguinte diálogo:
Fulana – Nossa, que frango bom!
Beltrano – Não é frango. É peru.
Fulana – Ah é?
Gringo – É. E peru é bom que relaxa.
Boquiabertos, os ouvintes estacionaram os talheres no ar. Um silêncio sepulcral se instalou na mesa, antecedendo o riso e o deboche. Pronto, pra que?
Fulana – Quer dizer então que comer peru relaxa? Você relaxa quando come o peru?
Gringo – Sim. É comprovado cientificamente.
Beltrano – Mas quando você come o peru é você ou o peru que relaxa?
E assim foi, sucessivamente. Ninguém teve a decência de explicar e estragar a brincadeira. Bem-intencionado, o inocente forasteiro ainda voltou para o escritório e se deu o trabalho de procurar e enviar para TODA a empresa uma pesquisa sobre os tais atributos do peru.
É, parece que era verdade. Peru relaxa. Pobre gringo, ninguém duvidava.
novembro 17, 2006
Passei por aqui
#
O medo sussurrou no meu ouvido e disse que por aqui passaria uma temporada. Não tive argumentos. Faço votos e esforços para que seja breve, que vá embora.
Nessa estadia, me mantém em noites de inquietude, de alerta e de cansaço. Todo som desperta. Neuroses.
Não se demore medo que tenho vida demais para ficar assim, padecendo sob a insegurança do “se”, do “talvez”, do “quem sabe”.
Poucas coisas na vida não tem preço. Uma delas é o sossego. Quero paz. Me mudo. Logo. Espero. Preciso. Aviso quando a temporada terminar.
Nessa estadia, me mantém em noites de inquietude, de alerta e de cansaço. Todo som desperta. Neuroses.
Não se demore medo que tenho vida demais para ficar assim, padecendo sob a insegurança do “se”, do “talvez”, do “quem sabe”.
Poucas coisas na vida não tem preço. Uma delas é o sossego. Quero paz. Me mudo. Logo. Espero. Preciso. Aviso quando a temporada terminar.
outubro 26, 2006
Coisas de pele
#
Acabo de pagar para uma mulher pegar no meu peito. Não gostei. Me senti rasgando dinheiro e saí de lá insatisfeita. Não, não foi minha primeira experiência com prostituição e lesbianismo, mas a primeira esfoliação numa estética. Porra, tinha a necessidade? Eram as minhas costas que estavam descascando, oras!
Nunca tinha feito isso antes. Cheguei lá e já mandaram tirar a roupa. Ok, até aí eu imaginava que fosse assim mesmo, mas foi estranho. Imaginava que tivesse algum aparelho ou um produto super potente que removesse todos os rastros de pele morta que o sol tinha me deixado. Tudo ilusão.
A esteticista entrou na sala, emplastou as mãos com um creme esfoliante, deu um esfregada com aquele troço em mim, me deixou uns 15 minutos em repouso e pronto. Se eu soubesse que era assim teria comprado a merda do esfoliante e feito em casa sem pagar um tostão para ter o constrangimento de um estranho me apalpando. Enfim, tirando a meleca não tinha surtido muito resultado. Não gostei. E ela ainda disse: "Acho que você vai precisar de mais uma." Ahan, vai esperando! Eu não faço mais esfoliação nem fudendo.
"Pode se vestir, linda". Linda??? Nãooo! Botei a roupa, paguei e fui embora.
Acabo de pagar para uma mulher pegar no meu peito. Não gostei. Me senti rasgando dinheiro e saí de lá insatisfeita. Não, não foi minha primeira experiência com prostituição e lesbianismo, mas a primeira esfoliação numa estética. Porra, tinha a necessidade? Eram as minhas costas que estavam descascando, oras!
Nunca tinha feito isso antes. Cheguei lá e já mandaram tirar a roupa. Ok, até aí eu imaginava que fosse assim mesmo, mas foi estranho. Imaginava que tivesse algum aparelho ou um produto super potente que removesse todos os rastros de pele morta que o sol tinha me deixado. Tudo ilusão.
A esteticista entrou na sala, emplastou as mãos com um creme esfoliante, deu um esfregada com aquele troço em mim, me deixou uns 15 minutos em repouso e pronto. Se eu soubesse que era assim teria comprado a merda do esfoliante e feito em casa sem pagar um tostão para ter o constrangimento de um estranho me apalpando. Enfim, tirando a meleca não tinha surtido muito resultado. Não gostei. E ela ainda disse: "Acho que você vai precisar de mais uma." Ahan, vai esperando! Eu não faço mais esfoliação nem fudendo.
"Pode se vestir, linda". Linda??? Nãooo! Botei a roupa, paguei e fui embora.
outubro 17, 2006
Proposta (in)decente
#
Praia da Costa, Vilha Vilha-ES. Estávamos lá, eu e minha irmã felizes da vida, sentadas num boteco à beira-mar, tomando umas naquela tarde ensolarada do feriado de 12 de outubro. Tudo perfeito até que se aprochega um gordinho micareteiro, suado e sem camisa. "Eu tava ali observando..." disse ele, e mais outras coisas que não ouvi, obviamente, porque não gosto de conversar com gente estranha.
Muito à vontade e com um carioquês insuportavelmente falso, o ser puxa a cadeira e senta. Fez aquele propaganda da região e, de repente, deu a dica cretina: "Tem uma boate muito boa aqui, a Swinger´s. Acho que vocês deviam conhecer". Engasguei. Essa parte eu tinha escutado. Afinal, coisas que inspiram sacanagem mesmo vindas da boca de gente esquisita sempre me chamam a atenção. O sujeito entendeu o engasgo com um riso.
"Ah! Deu uma risadinha é porque gostou".
"Gostei nada, que merda de nome é esse?", respondi.
"É legal, vocês vão gostar. Hoje tem pagode e..." novamente não escutei a informação inútil.
"Swinger´s? Isso é nome de puteiro. Não vem com essa". Desliguei. O pastel de camarão e a cerveja estão mais interessantes e eu não ia conhecer aquele lugar anyway.
De volta ao hotel estava lá entre os flyers o panfleto do Swinger´s. É, parecia um lugar decente. Nunca saberei.
Praia da Costa, Vilha Vilha-ES. Estávamos lá, eu e minha irmã felizes da vida, sentadas num boteco à beira-mar, tomando umas naquela tarde ensolarada do feriado de 12 de outubro. Tudo perfeito até que se aprochega um gordinho micareteiro, suado e sem camisa. "Eu tava ali observando..." disse ele, e mais outras coisas que não ouvi, obviamente, porque não gosto de conversar com gente estranha.
Muito à vontade e com um carioquês insuportavelmente falso, o ser puxa a cadeira e senta. Fez aquele propaganda da região e, de repente, deu a dica cretina: "Tem uma boate muito boa aqui, a Swinger´s. Acho que vocês deviam conhecer". Engasguei. Essa parte eu tinha escutado. Afinal, coisas que inspiram sacanagem mesmo vindas da boca de gente esquisita sempre me chamam a atenção. O sujeito entendeu o engasgo com um riso.
"Ah! Deu uma risadinha é porque gostou".
"Gostei nada, que merda de nome é esse?", respondi.
"É legal, vocês vão gostar. Hoje tem pagode e..." novamente não escutei a informação inútil.
"Swinger´s? Isso é nome de puteiro. Não vem com essa". Desliguei. O pastel de camarão e a cerveja estão mais interessantes e eu não ia conhecer aquele lugar anyway.
De volta ao hotel estava lá entre os flyers o panfleto do Swinger´s. É, parecia um lugar decente. Nunca saberei.
setembro 30, 2006
Assim não dá, assim não pode!
#
Não falei de eleições até agora, simplesmente pelo fato de que não vou votar nesse pleito. Pois é. Tem nego em Nova York que pode votar para presidente e eu, só porque estou em outro Estado, perco esse direito e tenho que me abalar no domingão para justificar o não-voto. É absurdo!
Mesmo diante dessa situação, não deixei de assistir o debate de quinta. Sim, de quinta em todos os sentidos, diga-se de passagem, sem Lula e com rasgação de seda entre o agora Geraldo (ex-Alckmin) e o Cristovam Buarque. Com isso perdi o tesão e já estava quase desistindo de ver aquilo quando de repente o tucano, falando sobre carga tributária, solta a pérola: “Todos nós sabemos que em um quilo de açúcar, 40% é esgoto.” Nossa! Nesse caso é por isso que o Tietê é água doce? Que nojo! Por anos a Carolina Ferraz e o Wilker tentam me convencer a usar adoçante, mas ele, o Geraldo, resolveu o problema numa tacada só. Isso que é eficiência!
Passei a mão num bloquinho e numa caneta e resolvi sentar ali, para esperar por novas gafes. E elas vieram, não tão graves, mas vieram. Piegas, Cristovam lança pensamentos profundos em seu discurso comparando, por exemplo, o problema do transporte com geração de renda a “duas solidões que quando se encontram, elas se anulam”, ou quando diz que o Brasil espera um presidente que dê uma virada, mas “claro que uma virada que seja uma revolução doce”. Apesar de levantar a bandeira da educação, ele também tropeça na língua portuguesa, alegando que “grande parte das filas que a gente VÊEM nos postos de saúde...”, enfim não vem ao caso.
Fiquei particularmente feliz com o discurso de Heloísa Helena ao saber que em seu governo, além de mãe e mulher, as mulheres também “poderão escolher entre ser cientistas e MÚSICAS"!!! Assim não dá, assim não pode!
Não falei de eleições até agora, simplesmente pelo fato de que não vou votar nesse pleito. Pois é. Tem nego em Nova York que pode votar para presidente e eu, só porque estou em outro Estado, perco esse direito e tenho que me abalar no domingão para justificar o não-voto. É absurdo!
Mesmo diante dessa situação, não deixei de assistir o debate de quinta. Sim, de quinta em todos os sentidos, diga-se de passagem, sem Lula e com rasgação de seda entre o agora Geraldo (ex-Alckmin) e o Cristovam Buarque. Com isso perdi o tesão e já estava quase desistindo de ver aquilo quando de repente o tucano, falando sobre carga tributária, solta a pérola: “Todos nós sabemos que em um quilo de açúcar, 40% é esgoto.” Nossa! Nesse caso é por isso que o Tietê é água doce? Que nojo! Por anos a Carolina Ferraz e o Wilker tentam me convencer a usar adoçante, mas ele, o Geraldo, resolveu o problema numa tacada só. Isso que é eficiência!
Passei a mão num bloquinho e numa caneta e resolvi sentar ali, para esperar por novas gafes. E elas vieram, não tão graves, mas vieram. Piegas, Cristovam lança pensamentos profundos em seu discurso comparando, por exemplo, o problema do transporte com geração de renda a “duas solidões que quando se encontram, elas se anulam”, ou quando diz que o Brasil espera um presidente que dê uma virada, mas “claro que uma virada que seja uma revolução doce”. Apesar de levantar a bandeira da educação, ele também tropeça na língua portuguesa, alegando que “grande parte das filas que a gente VÊEM nos postos de saúde...”, enfim não vem ao caso.
Fiquei particularmente feliz com o discurso de Heloísa Helena ao saber que em seu governo, além de mãe e mulher, as mulheres também “poderão escolher entre ser cientistas e MÚSICAS"!!! Assim não dá, assim não pode!
setembro 16, 2006
Bairrismo: para o bem e para o mal
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Nós, gaúchos, realmente honramos a fama de bairristas, não tem jeito. Quinta-feira, dia do meu rodízio, aproveito para prestigiar o blog da minha querida amiga Deza, que anunciava estar nas páginas do caderno Viagem da Zero Hora. Fiquei curiosa e corri para visitar o site do jornal da terrinha e eis que encontro lá a manchete: “Gaúcho causa pânico nos EUA”. Era aquele caso do brasileiro que tentou abrir a saída de emergência num vôo para Washington essa semana.
Eu até entendo e morro de orgulho de dizer que colecionamos títulos de miss, de celeiro de mulheres bonitas, temos o “melhor” jogador de futebol do mundo, a Daiane dos Santos, grandes nomes da música como Lupicínio Rodrigues e Elis Regina, enfim, mas chamar a atenção para o fato de um lutador de jiu-jístu maluco, conhecido pelo apelido medonho de “Realce”, ser gaúcho não faz o menor sentido. Jamais saberia se não fosse a Zero. A notícia é hilária e de chorar atrás da porta sem calcinha. Que decepção!
Eu até entendo e morro de orgulho de dizer que colecionamos títulos de miss, de celeiro de mulheres bonitas, temos o “melhor” jogador de futebol do mundo, a Daiane dos Santos, grandes nomes da música como Lupicínio Rodrigues e Elis Regina, enfim, mas chamar a atenção para o fato de um lutador de jiu-jístu maluco, conhecido pelo apelido medonho de “Realce”, ser gaúcho não faz o menor sentido. Jamais saberia se não fosse a Zero. A notícia é hilária e de chorar atrás da porta sem calcinha. Que decepção!
Foto: Reprodução/ZH
Gaúcho causa pânico nos EUA
Lutador de jiu-jítsu começou a dar socos no ar e tentou abrir a saída de emergência durante um vôo da United Airlines entre Los Angeles e Washington; acabou imobilizado por passageiros e preso
Tentar abrir a porta de um avião em pleno vôo, mesmo que não estivéssemos em uma época de paranóia em aeroportos, daria cadeia em qualquer país, ainda mais nos Estados Unidos. Foi o que lutador de jiu-jítsu gaúcho Carlos Alberto de Oliveira, 43 anos, tentou fazer na terça-feira, pondo em pânico passageiros de um vôo entre Los Angeles e Washington.
Vestido com roupas militares, Oliveira, conhecido em Porto Alegre pelo apelido de "Realce", começou a agir de forma estranha cerca de três horas e meia depois da decolagem da Califórnia. Segundo passageiros, ele bebeu demais e começou a falar em um idioma "desconhecido" - português. Depois, passou cerca de 20 minutos no banheiro.
Quando voltou a sua poltrona, enrolou cintos nas mãos e começou a dar socos no ar. Então começou a mexer na alavanca de uma das saídas de emergência do avião. Foi quando uma das comissárias de bordo pediu que tirasse a mão da alavanca e gritou por socorro. - Quando você ouve uma aeromoça gritar "por favor, ajudem", você começa a temer que algo muito ruim esteja prestes a acontecer - afirmou Ken Wolfenbarger, um dos passageiros.
Assustados, alguns passageiros partiram para cima do gaúcho. Wolfenbarger contou ter segurado as pernas de Oliveira, enquanto outros o agrediram e, por fim, o controlaram. O agente federal que viaja anonimamente nos vôos de longa distância nos EUA, imobilizou suas mãos às costas com uma algema de plástico, procedimento rotineiro desde o ataque de 11 de Setembro. Stephen Lockwood, outro dos 183 passageiros do vôo, contou que ele "apanhou bastante".
Como o comandante concluiu que Oliveira não era um terrorista, o vôo da United Airlines seguiu normalmente para seu destino, o Aeroporto Internacional Dulles, onde pousou às 20h35min locais de terça-feira (21h35min no horário de Brasília). Ontem pela manhã, ele deveria ter comparecido a um tribunal, na Virgínia. Mas se desentendeu com guardas na prisão onde está sendo mantido. Por enquanto, a acusação contra ele é de tentar interferir no funcionamento de um avião de passageiros - o que é considerado um crime federal nos EUA, mas ele ainda poderá ser processado por agressão aos guardas.
Publicada no dia 14/09/06 no jornal Zero Hora. Confira também a notícia divulgada no Jornal Nacional.
Lutador de jiu-jítsu começou a dar socos no ar e tentou abrir a saída de emergência durante um vôo da United Airlines entre Los Angeles e Washington; acabou imobilizado por passageiros e preso
Tentar abrir a porta de um avião em pleno vôo, mesmo que não estivéssemos em uma época de paranóia em aeroportos, daria cadeia em qualquer país, ainda mais nos Estados Unidos. Foi o que lutador de jiu-jítsu gaúcho Carlos Alberto de Oliveira, 43 anos, tentou fazer na terça-feira, pondo em pânico passageiros de um vôo entre Los Angeles e Washington.
Vestido com roupas militares, Oliveira, conhecido em Porto Alegre pelo apelido de "Realce", começou a agir de forma estranha cerca de três horas e meia depois da decolagem da Califórnia. Segundo passageiros, ele bebeu demais e começou a falar em um idioma "desconhecido" - português. Depois, passou cerca de 20 minutos no banheiro.
Quando voltou a sua poltrona, enrolou cintos nas mãos e começou a dar socos no ar. Então começou a mexer na alavanca de uma das saídas de emergência do avião. Foi quando uma das comissárias de bordo pediu que tirasse a mão da alavanca e gritou por socorro. - Quando você ouve uma aeromoça gritar "por favor, ajudem", você começa a temer que algo muito ruim esteja prestes a acontecer - afirmou Ken Wolfenbarger, um dos passageiros.
Assustados, alguns passageiros partiram para cima do gaúcho. Wolfenbarger contou ter segurado as pernas de Oliveira, enquanto outros o agrediram e, por fim, o controlaram. O agente federal que viaja anonimamente nos vôos de longa distância nos EUA, imobilizou suas mãos às costas com uma algema de plástico, procedimento rotineiro desde o ataque de 11 de Setembro. Stephen Lockwood, outro dos 183 passageiros do vôo, contou que ele "apanhou bastante".
Como o comandante concluiu que Oliveira não era um terrorista, o vôo da United Airlines seguiu normalmente para seu destino, o Aeroporto Internacional Dulles, onde pousou às 20h35min locais de terça-feira (21h35min no horário de Brasília). Ontem pela manhã, ele deveria ter comparecido a um tribunal, na Virgínia. Mas se desentendeu com guardas na prisão onde está sendo mantido. Por enquanto, a acusação contra ele é de tentar interferir no funcionamento de um avião de passageiros - o que é considerado um crime federal nos EUA, mas ele ainda poderá ser processado por agressão aos guardas.
Publicada no dia 14/09/06 no jornal Zero Hora. Confira também a notícia divulgada no Jornal Nacional.
setembro 13, 2006
De chorar no cantinho
#
Depois da Juliana Paes chorar no Faustão porque foi clicada sem calcinha, lembrei dos meus tempos de colégio. Calma, não andei praticando naturalismo, nem mostrando nada por aí. A recordação foi de uma mestra.
Tive uma professora de matemática na 7ª série que ficava tão sentida quando a turma ia mal nas provas que soltava um frase muito esquisita, como mãe que lamenta "Onde foi que eu errei!".
A frase que ela dizia com um profundo pesar era: "Gente, é de chorar atrás da porta sem calcinha". Nunca entendi essa frase e diversas vezes me peguei imaginando a situação que teria elevado aquela cena a um status tão trágico como o que ela inspirava. Juliana talvez entenda agora.
Depois da Juliana Paes chorar no Faustão porque foi clicada sem calcinha, lembrei dos meus tempos de colégio. Calma, não andei praticando naturalismo, nem mostrando nada por aí. A recordação foi de uma mestra.
Tive uma professora de matemática na 7ª série que ficava tão sentida quando a turma ia mal nas provas que soltava um frase muito esquisita, como mãe que lamenta "Onde foi que eu errei!".
A frase que ela dizia com um profundo pesar era: "Gente, é de chorar atrás da porta sem calcinha". Nunca entendi essa frase e diversas vezes me peguei imaginando a situação que teria elevado aquela cena a um status tão trágico como o que ela inspirava. Juliana talvez entenda agora.
setembro 11, 2006
Censurados II
Super Bonder cola tudo??? Gente, esse anúncio é muito escroto, mas afinal, hoje é 11 de setembro, então...
Outros de enfiar
#
Brinquedinhos
Eles tinham muitas afinidades. O povo apostava que o cara era gay, mas ela resolveu arriscar, ver até onde aquilo ia. Numa bela noite, num momento quente ela anuncia que tem um vibrador como quem sugere uma brincadeira mais sacana. Eis que ele pergunta: “É de enfiar?”
Diálogos no messenger
No meio da tarde de uma quarta-feira salta lá a janelinha. Era o Luciano, um amigo músico de Porto.
- Gravei uma música, quero que tu escute, tá?
- Tudo bem.
- Tô te enviando Codinome.mp3
- Não. Manda para o meu e-mail. Aqui não consigo escutar.
- Tá... já te enviei. Quero que tu escute, tu sabe que tu é meu termômetro.
- Hein? Termômetro? Não sei se gosto da idéia. Termômetro se enfia no cú, bota na boca e no sovaco. Não quero ser teu termômetro.
- Bah, tu entendeu. Escuta aí e depois me diz o que tu achou.
- Tá bom, podexá. Bjs
- Bjs
Brinquedinhos
Eles tinham muitas afinidades. O povo apostava que o cara era gay, mas ela resolveu arriscar, ver até onde aquilo ia. Numa bela noite, num momento quente ela anuncia que tem um vibrador como quem sugere uma brincadeira mais sacana. Eis que ele pergunta: “É de enfiar?”
Diálogos no messenger
No meio da tarde de uma quarta-feira salta lá a janelinha. Era o Luciano, um amigo músico de Porto.
- Gravei uma música, quero que tu escute, tá?
- Tudo bem.
- Tô te enviando Codinome.mp3
- Não. Manda para o meu e-mail. Aqui não consigo escutar.
- Tá... já te enviei. Quero que tu escute, tu sabe que tu é meu termômetro.
- Hein? Termômetro? Não sei se gosto da idéia. Termômetro se enfia no cú, bota na boca e no sovaco. Não quero ser teu termômetro.
- Bah, tu entendeu. Escuta aí e depois me diz o que tu achou.
- Tá bom, podexá. Bjs
- Bjs
setembro 10, 2006
Censurados I
Recebi agora a pouco um e-mail da Van com os anúncios censurados pelos clientes. Vou soltando aos pouco, blz? Esse primeiro foi escolhido a dedo em homenagem a um grande amigo hehehe Quero tua contribuição, viu? Olha aí:

Não creio que seja real, legal ele é, mas não imagino como o Albert Eistein atingiria o público do busão. No way heheh
setembro 03, 2006
Uso externo!?
# 
Estava com uma dificuldade danada de me concentrar essa semana. Atolada de trabalho e com uma capacidade sobre-humana para a dispersão, tive a idéia de comprar um protetor de ouvidos para ver se pelo menos abafava o som.
Comprei um daqueles laranjinhas de espuma moldável. Para minha surpresa, dizia lá nas instruções: USO EXTERNO. Tudo bem que eu sou loira e às vezes não sei como fazer o uso correto das coisas, mas por acaso alguém achou que eu poderia engolir aquilo? Não entendi. Aquele negócio não é de enfiar no ouvido?
Fiquei confusa. Se aquilo é de uso externo OB é o que? Eu também não engulo. E supositório? Quase fui até a farmácia pedir para ler a bula de um supositório. Desisti. Seria um constrangimento a troco de nada. Eu duvido que tivesse esse tipo de informação lá, afinal todo mundo sabe que aquilo não é de pendurar na orelha, muito menos de pôr na boca.
Realmente não sei mais quais são os critérios para a classificação de interno e externo. Se alguém souber por que raios aquele USO EXTERNO estava na caixa dos protetores, por favor, me explique. Tô aceitando qualquer palpite. Não agüento essa dúvida não, eu preciso de uma luz.

Estava com uma dificuldade danada de me concentrar essa semana. Atolada de trabalho e com uma capacidade sobre-humana para a dispersão, tive a idéia de comprar um protetor de ouvidos para ver se pelo menos abafava o som.
Comprei um daqueles laranjinhas de espuma moldável. Para minha surpresa, dizia lá nas instruções: USO EXTERNO. Tudo bem que eu sou loira e às vezes não sei como fazer o uso correto das coisas, mas por acaso alguém achou que eu poderia engolir aquilo? Não entendi. Aquele negócio não é de enfiar no ouvido?
Fiquei confusa. Se aquilo é de uso externo OB é o que? Eu também não engulo. E supositório? Quase fui até a farmácia pedir para ler a bula de um supositório. Desisti. Seria um constrangimento a troco de nada. Eu duvido que tivesse esse tipo de informação lá, afinal todo mundo sabe que aquilo não é de pendurar na orelha, muito menos de pôr na boca.
Realmente não sei mais quais são os critérios para a classificação de interno e externo. Se alguém souber por que raios aquele USO EXTERNO estava na caixa dos protetores, por favor, me explique. Tô aceitando qualquer palpite. Não agüento essa dúvida não, eu preciso de uma luz.
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