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julho 01, 2013

Passaporte

E se como passaportes a cada cinco anos tivéssemos que renovar nossas vidas? Reavaliar o que se viveu.

Quantos carimbos tivemos nessa jornada? Quantas páginas permaneceram em branco?Valeu a pena essa viagem?

O quão diferente sou agora da mulher da foto do último passaporte e daquela que daqui a outros cinco anos estará sentada aqui, esperando sua vez. 

Que os próximos destinos da vida reservem grande felicidade. Au revoir! 

julho 31, 2012

Ela merece! Ela merece?


Já invejei as Marias e as Carolinas, confesso. Que tão especiais foram mulheres com esses nomes para ganharem tantas músicas em suas homenagens? Ok, vou deixar Ave Maria de fora dessa. É justo, ela merece.
Mas e as outras histórias? O que elas fizeram de diferente que as tornou tão especiais? Que homens tão apaixonados foram esses para eternizarem suas amadas num hit?

Eu gostaria de ser eternizada em um hit. Numa letra bonita de verdade, sabe? Não como no reggae do Armandinho que diz “Eu conheci Paulinha numa noite de verão e um bumbo do meu reggae fez tum-tum no coração”. Parece que não se pode confiar muito num compositor que fuma folha de bananeira e acha que deus sai por aí, namorando e desenhando pessoas.

O que fez a Carla? A Ana Júlia, a Camila, a Milla? A Rita? Ah, a Rita! Essa lembro que levou o sorriso, o assunto, os 20 anos e o disco do Noel de Chico! Devastadora essa Rita. Mas também haveria de ter razão, afinal teve que dividi-lo com Ana, Angélica, Cecília, Iolanda, Luisa, as mulheres de Atenas e até a Geni! E uma Maria e uma Carolina, é claro! Nenhuma Paula.

Será que as Paulas não foram grandes mulheres para receberem essas homenagens? Será que nenhuma Paula nunca foi tão amada assim? Talvez apenas Paula não rime com muita coisa.

Só espero que um dia as Paulas encontrem um final feliz, um verso digno, diferente da Renata ingrata, da Juliana que não quer sambar e da Heloísa, que pelo-amor-de-deus, ninguém merece o Vini pedindo pra mexer a cadeira no meio da sala!

Peraí, lembrei de mais uma crueldade com o meu nome: “Festa da Paula, é pau lá dentro, é pau lá fora...”. Oh senhor, será que ainda há esperança?

dezembro 17, 2011

De onde menos se imagina

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Recebi ontem talvez o cartão mais fofo de Natal de todos os tempos. Era um cartão personalizado, com o nome do remetente impresso nele e dizia assim: “A Terra já tem 7 bilhões de pessoas. Porém, poucas são especiais como você. Que 2012 seja à sua altura”.Lindo e sucinto.

O mais impressionante de tudo é que recebi esse cartão pelos correios, que poucas pessoas hoje em dia ainda usam, na minha casa, e de quem eu menos podia esperar. Um amigo que poderia ficar mais naquela turma que classificamos apenas como conhecidos, que outras vezes já me surpreendeu com esse tipo de lembrança carinhosa e se dispôs a me estender à mão quando eu mais precisei também, apesar de não ser uma pessoa tão próxima.

Ainda me surpreendo e valorizo esse carinho gratuito que vem de quem a gente menos imagina. Acho que ele consegue ser mais especial. Não da família, não dos amigos mais próximos, mas de alguém, que por alguma razão, vai com a nossa cara e nos quer bem, simplesmente, sem pedir nada em troca.

Já não é a primeira vez que essas pessoas incríveis cruzam meu caminho. Já fui indicada para vagas de emprego por uma concorrente que nem me conhecia e também por uma ex-colega de pós-graduação com quem eu mal falava. Já recebi uma centena de cartas, lembrancinhas e votos de carinho e amizade até de um amigo que nunca conheci pessoalmente ao longo de 12 anos, do outro lado do mundo, e que jamais se esquece de mim, por mais irrelevante que essa amizade - que eu só comecei por um exercício de cursinho de inglês - pudesse ser.

Isso me fez pensar. Será que estamos dando atenção às pessoas certas? Será que são apenas anjinhos essas pessoas com papéis tão coadjuvantes em nossas vidas e que de vez em quando roubam a cena com essas pequenas e grandes surpresas? Será que elas existem só para nos mostrar que apesar de tanto egoísmo no mundo há ainda gente altruísta capaz de nos fazer o bem assim? Ou simplesmente para nos lembrar que podemos quem sabe ser melhores com os que amamos. Se até quem pouco nos conhece consegue, por que deveria ser difícil?

dezembro 03, 2011

Coisas boas devem ser mantidas

Parei de escrever. Não porque não tivesse tempo, tema ou qualquer outra coisa, que também seriam verdade, mas acima de tudo porque não tinha vontade mesmo. Mas a vontade voltou esses dias. Já tem bem umas semanas, pra ser mais exata.

Hoje, além da vontade, li pela primeira vez o novo blog da minha grande amiga Andreza, minha melhor amiga de faculdade que hoje vive na Alemanha e deixa muita saudade. É, não deu pra resistir. É incrível como alguns poucos textos, falando de cotidiano, fazendo reflexões da vida, encurtam distâncias e nos fazem pensar melhor sobre a nossa própria condição.

Quer melhor razão pra voltar? Em poucos minutos lembrei de coisas que realmente importam, decidi retomar outros velhos e bons hábitos, me dei conta novamente (e que nunca é demais) que perder tempo com preocupações tolas só nos afastam das coisas que valem a pena.

Planos, sonhos, amizades, coisas que nos fazem bem, devem ser mantidos, mesmo que por alguma razão tenhamos passado tempo demais longe deles.

janeiro 08, 2009

E você? Plantou direitinho?

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Hum, mais um ano começa. O clichezão de renovar as esperanças também. Não vou entrar nesse mérito, mas ouvi algo que me deixou um pouco intrigada nessa virada de ano, algo que soou com um tom de juízo final.

“2009 será um ano de colher o que se plantou – para o bem e para o mal” – sentenciou minha mãe. E vocês sabem, mãe fala muita bobagem, mas não dá pra desprezar o que elas dizem, apesar disso.

Cheia das superstições e superligada no universo da astrologia (e outras “ias” nessa linha), não sei direito a origem dessa previsão, mas foi inevitável não voltar no tempo e me sentir novamente naquela dúvida prenatalina se tinha sido uma boa menina naquele ano, nos tempos em que eu ainda acreditava em papai Noel.

Afinal, o que eu tinha plantado nesses últimos anos? Será que estariam neles semeadas as sementes do que eu realmente esperava colher em 2009? Pra começo de conversa só essa analogia com plantação já me assusta, até porque não lembro de ter plantado algo que vingou além do clássico feijão no algodão. Será que apesar de usar as sementes certas eu teria a mão podre pra esse tipo de cultivo também?

Comecei a rever minhas atitudes, decisões, metas. O quanto tinha me esforçado (ou não) durante esses anos e cada vez mais dúvidas surgiam.


Será que ter passado um ano comportada como uma boa moça me daria o direito de meter o pé na jaca sem culpa em 2009? Será que o profissionalismo me daria uma promoção? As economias me permitiriam sair aí pelo mundo investindo em experiências? Será que a minha intolerância para certas coisas e a língua afiada se voltariam contra mim? Ou será que por mais merecido que tudo isso fosse, o que for feito também nesse ano se somaria a uma espécie de karma fatalista que ditaria o rumo das minhas próximas colheitas. Difícil dizer.

Enquanto descansava no sofá de uma casa alugada de praia, com esse emaranhado de ideias se embolando ainda mais na minha cabeça, recebo do nada um abraço afetuoso da minha irmãzinha, com a sinceridade que só os braços de uma criança são capazes de expressar. Dali em diante eu soube - 2009 seria um ano bom.

novembro 05, 2007

Twitter Updates

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Comecei a me situar melhor nesse universo do Twitter. Até aprendi a inserir as atualizações no blog! Reparem a novidade na lateral. E sigam-me os bons ;)

outubro 28, 2007

Ultimamente...

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Bem, caros amigos. Não ando assídua, eu sei. Pode não parecer, mas isso tem justificativa. A menos que eu comece a fazer resenha de um ou outro filme que andei assistindo, não há nada de muito legal (muito menos sacana) acontencendo na minha vida. Meus amigos tampouco têm me atualizado para uma inspiraçãozinha solidária, mesmo que fosse para uma crônica fictícia.

Enfim, me recuso a escrever sobre o vazio. Juro que me esforço, mas se não vem a idéia de um texto, então não vem. Lembrem-se que eu sou loira, logo, sugiro que sejam pacientes na espera de que uma idéia minimamente aceitável adentre essa cabeça e encontre o caminho sob minha cabeleira quase dourada.

Por ora, lanço o convite a todos que tem alguma esperança que eu possa ter algo de interessante para dizer nessa minha fase tediosa a me seguirem (é isso mesmo!) no Twitter, um microblog que acabei aderindo recentemente, onde em mensagens curtas, de até 140 caracteres, os usuários atualizam sua rede (ou "seguidores") sobre o que estão fazendo, pensando, etc.

Consegui a façanha inédita de não encontrar um usuário com meu nome já registrado por lá. Então vocês me encontram buscando por paulapereira mesmo.

junho 15, 2007

Então, hoje o Balaio faz anos. Dois, aliás. Tá crescendo esse meu guri!

Se fosse um cachorro estaria em plena puberdade (isso se cães tivessem puberdade). Se fosse um homem, bem, provavelmente representaria o meu relacionamento mais duradouro.

Enfim, dois anos não é muito, eu sei, mas sou filha das mudanças e raramente alguma coisa tem uma continuidade ininterrupta tão longa como vem sendo o blog. O que digno de certo orgulho no fim das contas, por tanto, parabéns para nós! E a todos que lêem, deixo meu muito obrigada!

junho 03, 2007

Um lugar pra chamar de seu

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Poucas pessoas têm o privilégio de serem homenageadas com nomes de cidades, bairros ou mesmo ruas; quizás até canções e poesias.

Eu também não sou uma delas, mas descobri recentemente que há um distrito às margens do rio Água Verde, no pacato município catarinense de Canoinhas, ao norte do Estado, batizado de Paula Pereira.

O Orkut me disse isso, tá? Podem pesquisar. E é óbvio, eu fui atrás para saber mais sobre o assunto. Gente, eu pre-ci-so conhecer esse pedaço!

O tributo não foi a uma mulher, mas ao agricultor Francisco de Paula Pereira, que se instalou na região fundando o povoado de Canoinhas em 1888. Numa região de araucárias, a cidadezinha tem cerca de 51 mil habitantes e 1.143 Km², com a economia local movimentada pela erva-mate e pela madeira. O distrito Paula Pereira fica na área rural do município, mas é lindo e tem pelo menos 122 fãs no Orkut.

Ah! O Orkut também me disse que há uma comunidade chamada “Quem não ama a Paula Pereira”, que também não foi feita para mim. Enfim, tenho xarás bem mais populares no ciberespaço.





maio 25, 2007

Coleguinhas

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Blogs sacaninhas, uni-vos! Fui apresentada essa semana para o Refluxo de Idéias, blog recente de um ex-prof de uma amigona minha. Segundo ela "eles só falavam de putaria, é a tua cara" hehehe

Tendo ela razão ou não, o fato é que dei algumas risadas e, por ora, será meu hóspede nos links do Balaio.

março 28, 2007

Osmil

Hahahaha! Completei hoje meus mil antes do Romário. Nem gols, nem posts (por ora, claro!), mas xeretagem no meu perfil do blogger. Um brinde!

janeiro 26, 2007

Caros,

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É com grande pesar que vos justifico a razão da minha ausência. Motivos de força maior minam minha criatividade e me obrigam a prorrogar o intervalo sem novas postagens.

Pois bem, meus queridos, estou numa sinuca. Sinto-me com a corda no pescoço e com mil negos chutando os pés do banquinho. Ultimamente tenho estado trabalhando demais, com um TCC zicado para finalizar em tempo recorde, morrendo de fome a base de mato e marcando território com naftalina para impedir que essas malditas traças que encontrei passeando pelas minhas dependências tomem conta do pedaço.

Sim. Além disso não bebo a quase um mês, não medito, não tenho mais unhas, me afundo na ignorância sobre as notícias do dia-a-dia sem tempo de ler os jornais, de prestigiar meus amigos, de fazer planos. Estou quase sem referências, sem saber para onde vou e o pior, sem saber para onde quero ir.

Por isso, meus caros amigos, espero que se sensibilizem e compreendam as razões que me afastam de nosso convívio virtual. O martírio este que descrevi deve se estender até o próximo dia 15 de fevereiro, quando não mais serei refém deste TCC dos infernos e tampouco estarei em semana de fechamento no trabalho. Contudo, rogo ter brechas na minha agenda e espasmos criativos nesse período para que enfim possa publicar algo de bom para vosso entretenimento.

Sem mais delongas,

Paula Pereira

dezembro 31, 2006

Obrigada!

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Não vou escrever nenhum texto engraçadinho desta vez. Estou aqui para agradecer. Às vezes a gente esquece de dizer obrigada, de botar pra fora a gratidão e felicidade que tenho com cada comentário que vocês deixam por aqui, com cada clique que meu contador delata. É isso aí, muuuuito obrigada a todos que de alguma forma fazem parte desse universo do Balaio! Anônimos, velhos conhecidos, novos leitores, são todos muito especiais.

Peço licença, mas eu pre-ci-so destacar algumas pessoas que foram cruciais na história desse blog:

Ju, se não fosse você ter posto aquele primeiro comentário anônimo lá no comecinho do Balaio eu não saberia que tinha leitores e talvez não seguisse escrevendo. Thanks do fundo do coração! Sei que agora você está apaixonada e não tem mais tempo para mim, mas te desejo toda a felicidade do mundo mesmo assim.

Lia, minha colega no Gente, foi horrível!, graças a indicação dessa louca que só tinha me visto uma vez na vida, numa dinâmica de grupo que eu caí de pára-quedas, hoje eu tenho um ganha-pão. Linda, você sabe que é meu anjo da guarda! Tudo de bom, mil beijos pra ti!

Giba, outro anjo, outro louco. Eu, recém-formada, não tinha currículo em jornalismo e este homem leu o blog, gostou dos textos e apostou em mim. Um ola para o coolhunter do ano! Muito sucesso, Giba, sou tua fã e vou ser eternamente grata!

Marcão, o que dizer desse evangelizador, gerador de tendências na blogsfera? Depois que incluiu nos links e comentou sobre o Balaio S/A no Jesus, me chicoteia! causou o milagre da multiplicação dos cliques por aqui, uma bênção!

Mariana, essa guria nem me conhece pessoalmente, mas sabe-se lá o porquê achou o blog interessante e incluiu no seu TCC de jornalismo da USP. Obrigada, querida! Me sinto lisonjeada com a participação.

Christian, “namoradinho” hahaha! Descobri esse ano o amigão que tu era. O teu crédito no meu TCC tá guardado, mas já adianto meus agradecimentos aqui por toda a força que me deu, me ajudando a resolver problemas “técnicos” e me resgatando pelas confusas ruas de Guarulhos. Obrigadão!

Eu não inspirei o David Coimbra perambulando pela redação da Zero em 2004, mas surpreendentemente ouvi de algumas pessoas que se inspiraram na minha experiência com o Balaio para se aventurarem no mundo dos textos. Fico muito satisfeita de ter dado, mesmo sem querer, esse empurrãozinho.

Coleguinhas ativas de blog: Gabi, Jé, Rô. Gente, foi liiiindo! Heheheh Deus me livre fazer fofoca, mas o nosso blog foi um sucesso, “o mais engraçado dos últimos tempos”, segundo a Anna.

Pessoal, todo mundo é muito importante para mim. Gostaria de agradecer a cada um se fosse possível, mas não faço idéia de quem acessa o blog. Pra tentar acabar um pouco com esse anonimato, proponho uma espécie de guestbook 2006. Quem passou por aqui em esse ano deixa um recadinho nos comentários ou me envia um e-mail mesmo. Um mero oi é basta para deixar essa blogueira contente.

Feliz 2007 para todos nós!

agosto 23, 2006

Balaio no chicote

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Agora fudeu! Vou ter que caprichar nos textos por aqui. O Marcão acaba de me informar que incluiu o Balaio nos links do Jesus, me chicoteia! E ainda anunciou a novidade. Já viu, né? Agora vai chover nego visitando, ao menos pela primeira vez.

agosto 11, 2006

Confissão

Putz, tenho que melhorar a produção desta merda! Eu sei, devo estar provocando uma série de desapontamentos. Perdón amigos!

Enquanto não dou um jeito na qualidade por aqui, sintam-se convidados a conhecer os outros dois blogs novos Efeito Matambre e Gente, foi horrível! Não que sejam melhores, mas diferentes, that´s all.

julho 02, 2006

É nóis outra vez!


Pausa para a modéstia heheh Pouca gente sabe, mas o nosso quadrado mágico da faculdade - Álvaro, Deza, Fernando e eu - já levou alguns títulos. Acabei de receber o link de uma reportagem sobre o prêmio Unirádio, da FM Cultura que ficamos com o 2º lugar com a reportagem sobre o Brique da Redenção. Valeu. Só soubemos da participação quando a ex-prof Doris Haussen avisou que já estávamos na final. Gostoso saber que a PUCRS não esqueceu da gente depois da graduação.
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Ai, que saudade dos tempos do rádio na Famecos! Saudades de todo mundo. E para compartilhar minha felicidade e mostrar um pouquinho da história do nosso querido Brique da Redenção, em Porto Alegre, deixo o link da reportagem:
http://cyberfam.pucrs.br/noticias.php?id=248 Dá para ouvir o nosso trabalho também.

Foto: Brique da Redenção (Direitos reservados à Associação dos Artesãos do Brique da Redenção)

agosto 29, 2005

Dias de criatividade no limbo


Estou em dias de criatividade no limbo, mais introspectiva. Sério! Parece que tudo que tento escrever não toma a forma devida e a cada dia que passa me sinto ainda mais em dívida com minhas próprias idéias. Não tenho compromisso com o tempo. Aqui talvez seja o único espaço em qual realmente não tenho compromisso senão com minha própria vontade, consciência e consideração com aqueles que dispensam algum tempo para ler o que quer que eu escreva.

E é por isso mesmo que não vou escrever uma besteira qualquer, fazer como tantos colunistas que optam, às vezes, por falar da ausência de algo a ser comentado para simplesmente preencher um intervalo. Me perdoem queridos amigos, espero a boa maré voltar.

julho 24, 2005

Anonymous said... o “feedback”


Há mais de um mês não escrevia nada neste blog, às vezes por achar mesmo que não era lido, ou por ter resolvido curtir mais a vida do que falar dela; principalmente após terminar um regime celibatário, fruto da minha insistência estúpida de apostar mais uma vez em um relacionamento à distância. (By the way, definitivamente não aconselho isso pra ninguém... se souberem de um namoro à distância que realmente deu certo me contem! Pra mim é como ex-gay, não existe! Heheh)

Depois de abandonar a postagem quase que diária de textos nesse espaço, como tantos outros projetos que não nos empenhamos, fui postergando essa tarefa até hoje, quando, para minha surpresa, vi que havia um “comments” de uma admiradora anônima que mexeu muito comigo. (texto “Amado Traidor”)

Gostaria de poder falar diretamente para ela o quanto foi importante saber de sua existência e admiração. Fico sinceramente lisonjeada, ainda mais que ela sugere que temos uma ligação. Conturbada, talvez, mas não vejo motivo para haver qualquer receio de se identificar ou começar uma amizade comigo.

Confesso que estou extremamente curiosa. Muitos nomes, rostos e possíveis “personagens” transitam agora pelos meus pensamentos, enquanto tento inutilmente descobrir quem poderia ser.

Creio que seja alguém do sul. O “porreta” usado na mensagem é comum de se ouvir por lá. Talvez seja alguma atual de um ex-alguma-coisa meu, ou ex de ex, sei lá, difícil de dizer, mas pelo tom do comentário é natural que me remeta a idéia de que possa ser alguém que, de alguma forma, se viu em uma situação de competição ou comparação comigo. Não consigo entender o porquê de pensar que lhe deixei um fardo tão pesado...

O texto é bem escrito. Deixo meus parabéns, aliás. Pode ser que seja jornalista como eu. Se não for merece meus cumprimentos duas vezes, já que nesse caso não tem obrigação nenhuma de escrever bem.

Cara admiradora, seja quem você for, quero que saiba que para mim não interessa o que possa ter nos ligado, que motivos fazem você manter essa certa distância, ou se sua personalidade pode, de repente, ser um “obstáculo” para nossa amizade. Creio que nem só em sonhos possamos ser amigas e por isso estou aqui para te receber de braços abertos, pronta para “confabular” sobre qualquer coisa, compartilhar idéias e iniciar uma “amizade virtual” proveitosa para nós duas.

Como disse antes, o que você me contou significou muito para mim e me motiva a voltar a escrever só por saber que tenho uma leitora. Não esperava por isso, mas você fez do meu dia mais feliz e por essa razão já é especial para mim.


Obrigada!

junho 15, 2005

O difícil começo


Nossa! Nem lembro quantas vezes já pensei em escrever um blog e desisti na primeira postagem. Não sei direito sobre o que vou tratar por aqui, mas o importante é que dei o start. Já pensei em sacanagem, em mostrar minhas aptidões de jornalista ou cronista, falar mal desse, bem daquele, postar observações das banalidades do cotidiano, enfim um infinidade de coisas que por hora não dá muita identidade para esse blog, mas com o tempo ( ah! o tempo...) tenho certeza que vou descobrir.

Aliás, como não sei mesmo sobre que vai ser escolhi esse nome. Se alguém um dia ler isso me diga se acho legal, ok?

Como diria pernalonga "Por hoje é só pessoal" antes que eu desista denovo de por esse post no ar.

See ya!