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Trilha para torturar quem está cortando os carboidratos para o verão:
"Quem quer pão, quem quer pão, quem quer pão
Que tá quentinho, tá quentinho, tá quentinho
Tão gostozinho, gostozinho, gostozinho
Quero mais um, mais um!
É tão cheiroso e macio tão saboroso, um arrepio
Se eu fosse manteiga
Derretia num instante
Ah! Sim, Assim.
Quem quer pão, quem quer pão, quem quer pão
Que tá quentinho, tá quentinho, tá quentinho
Tão gostozinho, gostozinho, gostozinho
Quero mais um, mais um!"
outubro 29, 2007
outubro 28, 2007
Ultimamente...
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Bem, caros amigos. Não ando assídua, eu sei. Pode não parecer, mas isso tem justificativa. A menos que eu comece a fazer resenha de um ou outro filme que andei assistindo, não há nada de muito legal (muito menos sacana) acontencendo na minha vida. Meus amigos tampouco têm me atualizado para uma inspiraçãozinha solidária, mesmo que fosse para uma crônica fictícia.
Enfim, me recuso a escrever sobre o vazio. Juro que me esforço, mas se não vem a idéia de um texto, então não vem. Lembrem-se que eu sou loira, logo, sugiro que sejam pacientes na espera de que uma idéia minimamente aceitável adentre essa cabeça e encontre o caminho sob minha cabeleira quase dourada.
Por ora, lanço o convite a todos que tem alguma esperança que eu possa ter algo de interessante para dizer nessa minha fase tediosa a me seguirem (é isso mesmo!) no Twitter, um microblog que acabei aderindo recentemente, onde em mensagens curtas, de até 140 caracteres, os usuários atualizam sua rede (ou "seguidores") sobre o que estão fazendo, pensando, etc.
Consegui a façanha inédita de não encontrar um usuário com meu nome já registrado por lá. Então vocês me encontram buscando por paulapereira mesmo.
Bem, caros amigos. Não ando assídua, eu sei. Pode não parecer, mas isso tem justificativa. A menos que eu comece a fazer resenha de um ou outro filme que andei assistindo, não há nada de muito legal (muito menos sacana) acontencendo na minha vida. Meus amigos tampouco têm me atualizado para uma inspiraçãozinha solidária, mesmo que fosse para uma crônica fictícia.
Enfim, me recuso a escrever sobre o vazio. Juro que me esforço, mas se não vem a idéia de um texto, então não vem. Lembrem-se que eu sou loira, logo, sugiro que sejam pacientes na espera de que uma idéia minimamente aceitável adentre essa cabeça e encontre o caminho sob minha cabeleira quase dourada.
Por ora, lanço o convite a todos que tem alguma esperança que eu possa ter algo de interessante para dizer nessa minha fase tediosa a me seguirem (é isso mesmo!) no Twitter, um microblog que acabei aderindo recentemente, onde em mensagens curtas, de até 140 caracteres, os usuários atualizam sua rede (ou "seguidores") sobre o que estão fazendo, pensando, etc.
Consegui a façanha inédita de não encontrar um usuário com meu nome já registrado por lá. Então vocês me encontram buscando por paulapereira mesmo.
outubro 04, 2007
Lúgubre
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Depois do nosso longo relacionamento de sete anos, ontem à noite ele deu seu último suspiro. Quase dói saber que de agora em diante nunca mais ele voltará a estar aos meus pés. Sei que pode parecer um sentimento mesquinho, mas a verdade é que me habituei a tê-lo sempre ali, à disposição, toda vez que me conviesse. Era tão certo, tão cômodo, tão fácil.
Eu era apenas uma menina de 17 anos quando tudo começou. Um convívio que parecia que iria acabar tal qual começou, movido pelas circunstâncias daquela viagem à Salt Lake City. Mal tínhamos nos conhecido e num intervalo de menos de uma semana já exploramos o Zion juntos. Foi mágico e inesquecível! Lembranças que agora ficarão restritas à memória e em algumas fotos que guardei.
Compartilhamos muitos momentos. Ele sempre esteve lá, firme e forte, sem qualquer recompensa, me acompanhando e apoiando quando tentava recuperar minha auto-estima em incontáveis horas de muito esforço na academia ou em qualquer outra atividade que por fase ou por gosto eu decidisse experimentar.
Mas com o tempo, como acontece com toda gente, nossa relação se desgastou. E com ela assisti ele definhar pouco a pouco.
Foi ontem, no exato momento em que tentava me desvinciliar dele, pisando o direito com o pé esquerdo, que ele se foi de vez. A certeza do fim veio com a visão da minha meia no pé ainda calçado, entre a sola desmaiada e a estrutura de tecido que dava a ele identidade.
Adeus, Spalding! Goodbye tênis querido, foi bom enquanto durou.
Depois do nosso longo relacionamento de sete anos, ontem à noite ele deu seu último suspiro. Quase dói saber que de agora em diante nunca mais ele voltará a estar aos meus pés. Sei que pode parecer um sentimento mesquinho, mas a verdade é que me habituei a tê-lo sempre ali, à disposição, toda vez que me conviesse. Era tão certo, tão cômodo, tão fácil.
Eu era apenas uma menina de 17 anos quando tudo começou. Um convívio que parecia que iria acabar tal qual começou, movido pelas circunstâncias daquela viagem à Salt Lake City. Mal tínhamos nos conhecido e num intervalo de menos de uma semana já exploramos o Zion juntos. Foi mágico e inesquecível! Lembranças que agora ficarão restritas à memória e em algumas fotos que guardei.
Compartilhamos muitos momentos. Ele sempre esteve lá, firme e forte, sem qualquer recompensa, me acompanhando e apoiando quando tentava recuperar minha auto-estima em incontáveis horas de muito esforço na academia ou em qualquer outra atividade que por fase ou por gosto eu decidisse experimentar.
Mas com o tempo, como acontece com toda gente, nossa relação se desgastou. E com ela assisti ele definhar pouco a pouco.
Foi ontem, no exato momento em que tentava me desvinciliar dele, pisando o direito com o pé esquerdo, que ele se foi de vez. A certeza do fim veio com a visão da minha meia no pé ainda calçado, entre a sola desmaiada e a estrutura de tecido que dava a ele identidade.
Adeus, Spalding! Goodbye tênis querido, foi bom enquanto durou.
setembro 26, 2007
Stoned
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Tem assessor de imprensa que só pode ser usuário de ecstasy ou coisa que o valha. Eu me recuso a acreditar que alguém em sã consciência, que jamais te viu na vida, possa realmente ter a cara de pau de ligar, na maior intimidade, chamando de amada ou de amor e ainda achar que vai ter algum sucesso com isso. "Menas" galera.
Tem assessor de imprensa que só pode ser usuário de ecstasy ou coisa que o valha. Eu me recuso a acreditar que alguém em sã consciência, que jamais te viu na vida, possa realmente ter a cara de pau de ligar, na maior intimidade, chamando de amada ou de amor e ainda achar que vai ter algum sucesso com isso. "Menas" galera.
setembro 20, 2007
Eu??? Onde? Como? Quando?
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A Academia Brasileira de Neurologia diz que amanhã, 21 de setembro, é o "Dia Nacional do Alzheimer”. Pois é, haverá inclusive uma campanha de prevenção no Parque D. Pedro Shopping, em Campinas, das 10h às 22h, mas talvez até a oportunidade o público-alvo já não se lembre mais disso.
Eu discordo, para mim é domingo. Todos os domingos, quarta-feiras de cinza, primeiro de janeiro, etc. são dias propícios para se ter brancos e não fazer a mínima idéia do que aconteceu na noite anterior. É tudo muito simples. Não sei, não lembro, não fiz. Viu?
É, o esquecimento tem lá suas conveniências, mas piadinhas más com velhinhos doentes à parte, saca só se a relação de sintomas do Alzheimer não tem tudo a ver com as experiências de amnésia etílica:
- Perda progressiva da memória, principalmente para eventos recentes;
- Dificuldade de linguagem, tanto para compreender quanto para expressar-se (ex., dificuldadepara encontrar palavras);
- Dificuldade para realizar tarefas habituais;
- Desorientação no tempo e no espaço;
- Dificuldade de raciocínio, juízo e crítica;
- Em fases mais avançadas, dificuldade para lembrar-se de familiares e de amigos e parareconhecê-los;
- Agitação, inquietação, às vezes, agressividade; muitas vezes com piora no final do dia;
- Problemas de sono: troca o dia pela noite;
- Delírios (pensamentos anormais, idéias de ciúme, perseguição, roubo, etc.);
- Alucinações (alterações do pensamento e dos sentidos, como ver coisas que não existem);
- Problemas motores, nas fases avançadas: dificuldade de locomoção, etc.;
- Perda do controle das necessidades fisiológicas, nas fases avançadas.
- Dificuldade para deglutição, nas fases avançadas.
Qualquer semelhante é mera coincidência. Tá vendo? Ou eles observaram um bando de velhos bêbados ou isso é que consumir a juventude intensamente. Alguém se identifica?
A Academia Brasileira de Neurologia diz que amanhã, 21 de setembro, é o "Dia Nacional do Alzheimer”. Pois é, haverá inclusive uma campanha de prevenção no Parque D. Pedro Shopping, em Campinas, das 10h às 22h, mas talvez até a oportunidade o público-alvo já não se lembre mais disso.
Eu discordo, para mim é domingo. Todos os domingos, quarta-feiras de cinza, primeiro de janeiro, etc. são dias propícios para se ter brancos e não fazer a mínima idéia do que aconteceu na noite anterior. É tudo muito simples. Não sei, não lembro, não fiz. Viu?
É, o esquecimento tem lá suas conveniências, mas piadinhas más com velhinhos doentes à parte, saca só se a relação de sintomas do Alzheimer não tem tudo a ver com as experiências de amnésia etílica:
- Perda progressiva da memória, principalmente para eventos recentes;
- Dificuldade de linguagem, tanto para compreender quanto para expressar-se (ex., dificuldadepara encontrar palavras);
- Dificuldade para realizar tarefas habituais;
- Desorientação no tempo e no espaço;
- Dificuldade de raciocínio, juízo e crítica;
- Em fases mais avançadas, dificuldade para lembrar-se de familiares e de amigos e parareconhecê-los;
- Agitação, inquietação, às vezes, agressividade; muitas vezes com piora no final do dia;
- Problemas de sono: troca o dia pela noite;
- Delírios (pensamentos anormais, idéias de ciúme, perseguição, roubo, etc.);
- Alucinações (alterações do pensamento e dos sentidos, como ver coisas que não existem);
- Problemas motores, nas fases avançadas: dificuldade de locomoção, etc.;
- Perda do controle das necessidades fisiológicas, nas fases avançadas.
- Dificuldade para deglutição, nas fases avançadas.
Qualquer semelhante é mera coincidência. Tá vendo? Ou eles observaram um bando de velhos bêbados ou isso é que consumir a juventude intensamente. Alguém se identifica?
setembro 12, 2007
Levanta, sacode a poeira, dá a volta por cima
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Caí de bunda no vestiário feminino. Pronto, contei. Estava seminua, de cabelos molhados, enrolada só numa toalha, coisa que seria até muito sexy se não fosse trágico. Caí e doeu. Muito.
Daquelas dores de dar vontade de chorar aquele choro tipo sirene e chamar a mãe para soprar a ferida. Foi assim mesmo que estava me sentindo. Feito criança, como medo de olhar, mas com aquela certeza dolorida de que ia sangrar.
Foi assim. Minha porta ficava na metade de baixo do armário. Agachei para pegar as minhas tralhas, desequilibrei uma, duas vezes, na terceira cambaleada não deu para evitar. Estava lá, estatelada no chão e como se não bastasse o ridículo da cena, aquilo ardia, e como ardia!
Não, não se preocupem. Sentar ainda consigo numa boa. O incidente não foi na região, a toalha era macia. O que acontece é que tinha armários atrás de mim com seus buraquinhos de ferro para passar o cadeado, em relevo, óbvio. Bateu rasgando a carne no braço direito, perto do cotovelo.
É engraçado como a gente cresce e esquece dos acidentes de infância. Daquelas feridas que vão criar casquinha e ficar roxas e depois amarelas por muito tempo. Era corriqueiro, mas passou e agora parece que não é mais permitido, é deselegante.
Levantei rápido, engoli o choro, botei a roupa e fui para casa. Gente grande não é dessas coisas.
Caí de bunda no vestiário feminino. Pronto, contei. Estava seminua, de cabelos molhados, enrolada só numa toalha, coisa que seria até muito sexy se não fosse trágico. Caí e doeu. Muito.
Daquelas dores de dar vontade de chorar aquele choro tipo sirene e chamar a mãe para soprar a ferida. Foi assim mesmo que estava me sentindo. Feito criança, como medo de olhar, mas com aquela certeza dolorida de que ia sangrar.
Foi assim. Minha porta ficava na metade de baixo do armário. Agachei para pegar as minhas tralhas, desequilibrei uma, duas vezes, na terceira cambaleada não deu para evitar. Estava lá, estatelada no chão e como se não bastasse o ridículo da cena, aquilo ardia, e como ardia!
Não, não se preocupem. Sentar ainda consigo numa boa. O incidente não foi na região, a toalha era macia. O que acontece é que tinha armários atrás de mim com seus buraquinhos de ferro para passar o cadeado, em relevo, óbvio. Bateu rasgando a carne no braço direito, perto do cotovelo.
É engraçado como a gente cresce e esquece dos acidentes de infância. Daquelas feridas que vão criar casquinha e ficar roxas e depois amarelas por muito tempo. Era corriqueiro, mas passou e agora parece que não é mais permitido, é deselegante.
Levantei rápido, engoli o choro, botei a roupa e fui para casa. Gente grande não é dessas coisas.
agosto 13, 2007
Questão para o Yahoo! Resposta
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Mensagem de banheiro: "Por favor, não jogue papel higiênico dentro do vaso sanitário (a descarga não leva o papel)".
Tudo bem, eu não vou jogar, essa nunca foi a minha intenção, mas, no duro, tá aí uma coisa que eu nunca entendi. Como pode??? Que preconceito é esse com o pobre do papel?
Sempre fiquei com remorso quando acidentalmente vi o papel caindo ali, na privada. Como se, de repente, tudo que foi pudesse voltar por minha causa. Não lembro disso ter acontecido e confesso que sempre foi um alívio.
Fala sério, descarga leva tudo quanto é merda, por quê raios não leva o papel higiênico? Alguém pode me explicar?
Mensagem de banheiro: "Por favor, não jogue papel higiênico dentro do vaso sanitário (a descarga não leva o papel)".
Tudo bem, eu não vou jogar, essa nunca foi a minha intenção, mas, no duro, tá aí uma coisa que eu nunca entendi. Como pode??? Que preconceito é esse com o pobre do papel?
Sempre fiquei com remorso quando acidentalmente vi o papel caindo ali, na privada. Como se, de repente, tudo que foi pudesse voltar por minha causa. Não lembro disso ter acontecido e confesso que sempre foi um alívio.
Fala sério, descarga leva tudo quanto é merda, por quê raios não leva o papel higiênico? Alguém pode me explicar?
julho 21, 2007
Qual é a música?
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Isso é que é tirar música de ouvido! Vejam só a anotação que acabo de encontrar ao lado do computador aqui em casa. Uma obra-prima! Inacreditável. Juro que não é piada.
Um doce para quem acertar a música:
“Ai clôs mái áies, onli fôr in moment end moments is góin
Ol mái drims péss bifôr mái áies in curiosarí
Dâst ãnde wend
Aldei ar is dâst ãnde wend
Seim old sóng
Diêist in drop …”
Tô bem arranjada de família, fala sério!
Isso é que é tirar música de ouvido! Vejam só a anotação que acabo de encontrar ao lado do computador aqui em casa. Uma obra-prima! Inacreditável. Juro que não é piada.
Um doce para quem acertar a música:
“Ai clôs mái áies, onli fôr in moment end moments is góin
Ol mái drims péss bifôr mái áies in curiosarí
Dâst ãnde wend
Aldei ar is dâst ãnde wend
Seim old sóng
Diêist in drop …”
Tô bem arranjada de família, fala sério!
julho 17, 2007
Estúpida
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"Mensagem apagada. Não existem mais mensagens. Para ouvir mensagens digite 1..."
Ai, jesuis, dai-me paciência para a burrice tecnológica, afe!
"Mensagem apagada. Não existem mais mensagens. Para ouvir mensagens digite 1..."
Ai, jesuis, dai-me paciência para a burrice tecnológica, afe!
julho 16, 2007
E o bambu?
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A Zorba acaba de lançar no mercado brasileiro um cueca ecologicamente correta: a Zorba Bambu, produzida com as fibras do dito cujo.
Com venda exclusiva no Wal-Mart durante os três primeiros meses, a fabricante afirma que a novidade dificulta a proliferação de bactérias, mantém a temperatura do corpo, absorve melhor a umidade e facilita a transpiração.
É no mínimo curioso. Agora basta saber se ao invés de bactérias as cuecas não passam a estar mais sujeitas a formação de fungos e pragas. Vocês sabem, cogumelos, limas, formigas, gafanhotos, e por aí vai.
Já pensou? Será que tem que regar? E no varal? Elas secam ou fazem a fotossíntese? Dariam alergia ou urticária? Tá aí um bom motivo pro macharedo justificar as coçadas de saco e afins. Uma coçada verde, sustentável!
Ah! Falando em bambu, alguém mais lembrou do Silvio Santos? Aquela menina daria ou não daria uma perfeita garota propaganda?
Parece que ativistas do Greenpeace tinham topado fazer o teste das cuecas, mas deram para trás assim que perceberam que a produção poderia pôr em risco a nutrição dos pandas já ameaçados de extinção. Na falta de voluntários, a marca estuda um patrocínio no Fantástico, na esperança de que então Gabriel Moojen experimente e mostre ao telespectador brasileiro as cuecas do "Mundo de Valentina".
É esperar para ver. Se alguém mais se prontificar a provar, por favor, nos relate a experiência.
A Zorba acaba de lançar no mercado brasileiro um cueca ecologicamente correta: a Zorba Bambu, produzida com as fibras do dito cujo.
Com venda exclusiva no Wal-Mart durante os três primeiros meses, a fabricante afirma que a novidade dificulta a proliferação de bactérias, mantém a temperatura do corpo, absorve melhor a umidade e facilita a transpiração.
É no mínimo curioso. Agora basta saber se ao invés de bactérias as cuecas não passam a estar mais sujeitas a formação de fungos e pragas. Vocês sabem, cogumelos, limas, formigas, gafanhotos, e por aí vai.
Já pensou? Será que tem que regar? E no varal? Elas secam ou fazem a fotossíntese? Dariam alergia ou urticária? Tá aí um bom motivo pro macharedo justificar as coçadas de saco e afins. Uma coçada verde, sustentável!
Ah! Falando em bambu, alguém mais lembrou do Silvio Santos? Aquela menina daria ou não daria uma perfeita garota propaganda?
Parece que ativistas do Greenpeace tinham topado fazer o teste das cuecas, mas deram para trás assim que perceberam que a produção poderia pôr em risco a nutrição dos pandas já ameaçados de extinção. Na falta de voluntários, a marca estuda um patrocínio no Fantástico, na esperança de que então Gabriel Moojen experimente e mostre ao telespectador brasileiro as cuecas do "Mundo de Valentina".
É esperar para ver. Se alguém mais se prontificar a provar, por favor, nos relate a experiência.
julho 09, 2007
Novo nicho
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Sex sells, não tem jeito. Depois de muito recusar ofertas em porta de balada do tipo “tia, compra uma bala, só para me ajudar”, isso quando não é flor, ou chiclete ou chocolate e por aí vai, finalmente ouvi algo diferente e mais útil.
O garoto vinha atravessando a Atílio Innocenti e já oferecendo.
- Vai um chiclete?
- Não.
- Um cigarro?
- Não.
- Camisinha?
Eu tive que rir. Essa eu nunca tinha ouvido. Esse guri tá no caminho certo! Pensei.
Nunca percebi o potencial que a mercadoria tinha para o mercado de ambulantes de saída de festa. Muito, muito providencial.
Não comprei nada, como de costume, mas valeu pelo clique. Fiquei surpresa e tirei o chapéu para ele, afinal, gente bêbada, esquecida e irresponsável é o que não falta nessas ocasiões.
Outro dia passo por lá de novo, só pra saber como andam os negócios. Bom, agora vocês já sabem. Se algum dia estiverem pela Vila Olímpia e forem pegos desprevenidos, fiquem tranqüilos. Há de ter um garoto logo ali na esquina, feliz em quebrar o galho numa hora dessas.
Sex sells, não tem jeito. Depois de muito recusar ofertas em porta de balada do tipo “tia, compra uma bala, só para me ajudar”, isso quando não é flor, ou chiclete ou chocolate e por aí vai, finalmente ouvi algo diferente e mais útil.
O garoto vinha atravessando a Atílio Innocenti e já oferecendo.
- Vai um chiclete?
- Não.
- Um cigarro?
- Não.
- Camisinha?
Eu tive que rir. Essa eu nunca tinha ouvido. Esse guri tá no caminho certo! Pensei.
Nunca percebi o potencial que a mercadoria tinha para o mercado de ambulantes de saída de festa. Muito, muito providencial.
Não comprei nada, como de costume, mas valeu pelo clique. Fiquei surpresa e tirei o chapéu para ele, afinal, gente bêbada, esquecida e irresponsável é o que não falta nessas ocasiões.
Outro dia passo por lá de novo, só pra saber como andam os negócios. Bom, agora vocês já sabem. Se algum dia estiverem pela Vila Olímpia e forem pegos desprevenidos, fiquem tranqüilos. Há de ter um garoto logo ali na esquina, feliz em quebrar o galho numa hora dessas.
julho 02, 2007
Para sempre bergamota
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Como assim Gabriel Moojen??? Em rede nacional, apresentando o Mundo de Valentina no Fantástico, com uma puta oportunidade de expandir o vocabulário do brasileiro nas mãos, vai à feira e me fala "mexirica"??? Gaúcho que é gaúcho fala bergamota, oras!!! Eu protestooo!
O que é isso? Estava no contrato renegar as origens? Ou será que foi duro demais pensar que possa faltar um dia bergamota para a pequena Valentina e aí, simplesmente, foi melhor achar que só faltará no mundo a tal da mexirica. Neste caso, perdoado.
Como assim Gabriel Moojen??? Em rede nacional, apresentando o Mundo de Valentina no Fantástico, com uma puta oportunidade de expandir o vocabulário do brasileiro nas mãos, vai à feira e me fala "mexirica"??? Gaúcho que é gaúcho fala bergamota, oras!!! Eu protestooo!
O que é isso? Estava no contrato renegar as origens? Ou será que foi duro demais pensar que possa faltar um dia bergamota para a pequena Valentina e aí, simplesmente, foi melhor achar que só faltará no mundo a tal da mexirica. Neste caso, perdoado.
São dois pra lá, dois pra cá
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Ok, depois de dois anos e meio na babilônia fui pela primeira vez a um baile de formatura paulistano. É não muda muita coisa, exceto que por aqui os convidados é que acabam tendo que pagar fortunas para ir a uma festa dessas, mas tudo bem, formatura é sempre um barato.
Aquele povo todo fantasiado de gente civilizada, os suspiros de sobrevivência das valsas e das bandas esquisitérrimas, e é claro, o álcool - que rola à solta, como em nenhuma outra data.
Eu, obviamente, não me privei desse oba-oba, mas maior que a experiência antropológica de vivenciar o primeiro baile de formatura daqui foram as pazes que fiz com a Coca-cola.
Decidi acrescentar mais esse item a minha geladeira de solteira. Ok, ela descalcifica, engorda, dá celulite, mas estará, a partir de hoje, para sempre presente na minha vida. Por quê? A Coca-cola me salvou. Sim, para algum fim ela serve além de encher nosso sangue de um delicioso e absurdo teor de açúcar. A Coca-cola salva. É um santo remédio para a ressaca e melhor ainda para o enjôo dos excessos de doses de whisky e saquê.
Enfim, viva o seu lado Coca-cola. Eu já descobri o meu.
Ok, depois de dois anos e meio na babilônia fui pela primeira vez a um baile de formatura paulistano. É não muda muita coisa, exceto que por aqui os convidados é que acabam tendo que pagar fortunas para ir a uma festa dessas, mas tudo bem, formatura é sempre um barato.
Aquele povo todo fantasiado de gente civilizada, os suspiros de sobrevivência das valsas e das bandas esquisitérrimas, e é claro, o álcool - que rola à solta, como em nenhuma outra data.
Eu, obviamente, não me privei desse oba-oba, mas maior que a experiência antropológica de vivenciar o primeiro baile de formatura daqui foram as pazes que fiz com a Coca-cola.
Decidi acrescentar mais esse item a minha geladeira de solteira. Ok, ela descalcifica, engorda, dá celulite, mas estará, a partir de hoje, para sempre presente na minha vida. Por quê? A Coca-cola me salvou. Sim, para algum fim ela serve além de encher nosso sangue de um delicioso e absurdo teor de açúcar. A Coca-cola salva. É um santo remédio para a ressaca e melhor ainda para o enjôo dos excessos de doses de whisky e saquê.
Enfim, viva o seu lado Coca-cola. Eu já descobri o meu.
junho 22, 2007
Cândida, a marvada!
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"Não entrem agora no banheiro. Espalhei Cândida por todo ele!", alertava aos gritos, a faxineira da empresa.
Mas o que é isso??? Juro que eu fiquei assustada. Eu hein? Imaginei na hora a nojeira dos prostíbulos de época, ou quando a minha mãe mandava não sentar na privada de banheiros públicos, com medo de que pudesse contrair alguma doença venérea deixada ali no recinto.
Aviso aos aventureiros do sul: Se por um acaso estiverem em São Paulo e algum anfitrião disser que ATÉ passou Cândida no banheiro só pra te recepcionar, não entenda como uma desfeita, que a intenção deve ser boa (não QBoa, mas enfim heheh). Ele provavelmente estará tinindo de limpo, à prova de contaminação!
"Não entrem agora no banheiro. Espalhei Cândida por todo ele!", alertava aos gritos, a faxineira da empresa.
Mas o que é isso??? Juro que eu fiquei assustada. Eu hein? Imaginei na hora a nojeira dos prostíbulos de época, ou quando a minha mãe mandava não sentar na privada de banheiros públicos, com medo de que pudesse contrair alguma doença venérea deixada ali no recinto.
Não era nada disso e eu sabia que não era, embora sempre me choque um pouco toda vez que escuto falar em Cândida. Afinal, quem foi o infeliz que resolveu batizar um produto com um nome fantasia desses? Algo tão limpinho com nome de fungo vaginal Argh!!! Que horror!
Aviso aos aventureiros do sul: Se por um acaso estiverem em São Paulo e algum anfitrião disser que ATÉ passou Cândida no banheiro só pra te recepcionar, não entenda como uma desfeita, que a intenção deve ser boa (não QBoa, mas enfim heheh). Ele provavelmente estará tinindo de limpo, à prova de contaminação!
E o pior é que vende esse troço, como vende! É sucesso há anos, tão sinônimo de água sanitária em São Paulo como são outros artigos nacionalmente como Modess, Bombril, Gilette e Maizena.
Ouvi já um explicação indignada do motivo óbvio do uso do termo. Cândida quer dizer branca, alva, o que faz sentido para uma água sanitária, mas convenhamos, quem usa "alva" e "cândida" no dia-a-dia? E o povão lá vai lembrar dessas coisas? Pra mim o produto continua tendo um nome asqueroso e perebendo. Argh!!! Que horror!
junho 15, 2007
Então, hoje o Balaio faz anos. Dois, aliás. Tá crescendo esse meu guri! Se fosse um cachorro estaria em plena puberdade (isso se cães tivessem puberdade). Se fosse um homem, bem, provavelmente representaria o meu relacionamento mais duradouro.
Enfim, dois anos não é muito, eu sei, mas sou filha das mudanças e raramente alguma coisa tem uma continuidade ininterrupta tão longa como vem sendo o blog. O que digno de certo orgulho no fim das contas, por tanto, parabéns para nós! E a todos que lêem, deixo meu muito obrigada!
junho 03, 2007
Um lugar pra chamar de seu
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Poucas pessoas têm o privilégio de serem homenageadas com nomes de cidades, bairros ou mesmo ruas; quizás até canções e poesias.
Eu também não sou uma delas, mas descobri recentemente que há um distrito às margens do rio Água Verde, no pacato município catarinense de Canoinhas, ao norte do Estado, batizado de Paula Pereira.
O Orkut me disse isso, tá? Podem pesquisar. E é óbvio, eu fui atrás para saber mais sobre o assunto. Gente, eu pre-ci-so conhecer esse pedaço!
O tributo não foi a uma mulher, mas ao agricultor Francisco de Paula Pereira, que se instalou na região fundando o povoado de Canoinhas em 1888. Numa região de araucárias, a cidadezinha tem cerca de 51 mil habitantes e 1.143 Km², com a economia local movimentada pela erva-mate e pela madeira. O distrito Paula Pereira fica na área rural do município, mas é lindo e tem pelo menos 122 fãs no Orkut.
Ah! O Orkut também me disse que há uma comunidade chamada “Quem não ama a Paula Pereira”, que também não foi feita para mim. Enfim, tenho xarás bem mais populares no ciberespaço.

Poucas pessoas têm o privilégio de serem homenageadas com nomes de cidades, bairros ou mesmo ruas; quizás até canções e poesias.
Eu também não sou uma delas, mas descobri recentemente que há um distrito às margens do rio Água Verde, no pacato município catarinense de Canoinhas, ao norte do Estado, batizado de Paula Pereira.
O Orkut me disse isso, tá? Podem pesquisar. E é óbvio, eu fui atrás para saber mais sobre o assunto. Gente, eu pre-ci-so conhecer esse pedaço!
O tributo não foi a uma mulher, mas ao agricultor Francisco de Paula Pereira, que se instalou na região fundando o povoado de Canoinhas em 1888. Numa região de araucárias, a cidadezinha tem cerca de 51 mil habitantes e 1.143 Km², com a economia local movimentada pela erva-mate e pela madeira. O distrito Paula Pereira fica na área rural do município, mas é lindo e tem pelo menos 122 fãs no Orkut.
Ah! O Orkut também me disse que há uma comunidade chamada “Quem não ama a Paula Pereira”, que também não foi feita para mim. Enfim, tenho xarás bem mais populares no ciberespaço.

junho 01, 2007
Promoção
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Recebi essa do Christian Gois hoje:
"IMPERDÍVEL - Promoção de Viagem
Para ganhar uma viagem a Cancún é muito simples; basta responder às duas perguntas abaixo:
1) Quem na foto está com sono? 2) Quais são os gêmeos?
Boa sorte!"

Recebi essa do Christian Gois hoje:
"IMPERDÍVEL - Promoção de Viagem
Para ganhar uma viagem a Cancún é muito simples; basta responder às duas perguntas abaixo:
1) Quem na foto está com sono? 2) Quais são os gêmeos?
Boa sorte!"

maio 30, 2007
Cada vez mais em casa
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Se Paula não vai à Porto Alegre... bem vocês sabem o resto do ditado.
Acordei e vi o vidro do quarto embassado, sinalizando o frio que contrastava lá fora. Dez graus era a temperatura registrada nos termômetros paulistanos. Feliz da vida, abri o guarda-roupa e saquei um casaco de lã lindo, macio e quentinho que não usava desde que me mudei pra cá.
Pensei em preparar um mate para inaugurar minha cuia nova e levar para a galera provar e se aquecer no trabalho, coisa que só não fiz pelo adiantado da hora.
Separei meu maiô de natação (até porque 10° não é frio que espante um gaúcho das piscinas) e tratei de não esquecer a camisa do Grêmio (manga curta) em casa, afinal, hoje tem jogo do Tricolor pela Libertadores e a gurizada gremista se reúne toda semana num boteco para torcer, por vezes regados a Polar e Schimitt, soltando livremente nossos eufóricos "bah", "trilegal", "não rateia, tchê", entre outras expressões regionais.
Mal entro no carro e ouço um anúncio do show do Engenheiros do Hawaí. Papas da Língua também tem tocado muito pelas estações daqui e a Pastelina, para os mais chegados, já não é mais um snack desconhecido.
No trabalho, a Gabi diz estar com vontade de tomar um vinho e a Fabi, outra que já descobriu o prazer de lagartear ao sol no inverno, solta um comentário qualquer com um involuntário e acidental sotaque gaúcho, fruto do convívio, obviamente.
Enfim, precisa dizer mais? Estou me sentindo praticamente em casa.
Se Paula não vai à Porto Alegre... bem vocês sabem o resto do ditado.
Acordei e vi o vidro do quarto embassado, sinalizando o frio que contrastava lá fora. Dez graus era a temperatura registrada nos termômetros paulistanos. Feliz da vida, abri o guarda-roupa e saquei um casaco de lã lindo, macio e quentinho que não usava desde que me mudei pra cá.
Pensei em preparar um mate para inaugurar minha cuia nova e levar para a galera provar e se aquecer no trabalho, coisa que só não fiz pelo adiantado da hora.
Separei meu maiô de natação (até porque 10° não é frio que espante um gaúcho das piscinas) e tratei de não esquecer a camisa do Grêmio (manga curta) em casa, afinal, hoje tem jogo do Tricolor pela Libertadores e a gurizada gremista se reúne toda semana num boteco para torcer, por vezes regados a Polar e Schimitt, soltando livremente nossos eufóricos "bah", "trilegal", "não rateia, tchê", entre outras expressões regionais.
Mal entro no carro e ouço um anúncio do show do Engenheiros do Hawaí. Papas da Língua também tem tocado muito pelas estações daqui e a Pastelina, para os mais chegados, já não é mais um snack desconhecido.
No trabalho, a Gabi diz estar com vontade de tomar um vinho e a Fabi, outra que já descobriu o prazer de lagartear ao sol no inverno, solta um comentário qualquer com um involuntário e acidental sotaque gaúcho, fruto do convívio, obviamente.
Enfim, precisa dizer mais? Estou me sentindo praticamente em casa.
maio 29, 2007
George Clooney é Pica-pau!
#
Não, não se trata de um trocadilho maldoso. O galã não andou dizendo ser chegado num macho, nem tampouco flagrado com a boca na... botija, digamos. Embora, obviamente, esse texto só exista para não perder a piada.
Depois de Batman, o ator dará vida a divertida ave nas telas do cinema. Tá, também não é isso. Acreditem, o desenho animado que completa 71 anos hoje, divide o mesmo dublador com o George Clooney. Essa é que é a verdade.
E não pensem que o cara é um velhinho capenga. Estamos falando do médico, em pleno exercício, Marco Antônio Costa, que passou a emprestar a voz ao Pica-pau desde 1999.
Surpresos? Alguém percebeu a diferença desses tempos pra cá? Eu não. E o Silvio Santos ainda justifica não ter trazido os outros 2/3 dos episódios do Chaves para o canal porque o dublador do Seu Madruga morreu.
A voz do George é a de Marco mesmo, sem tirar nem pôr. Só resta saber se esse casamento vem desde os tempos áureos do ER, vulgo “Plantão Médico”. Já seria Marco o Dr. Doug Ross?
Não, não se trata de um trocadilho maldoso. O galã não andou dizendo ser chegado num macho, nem tampouco flagrado com a boca na... botija, digamos. Embora, obviamente, esse texto só exista para não perder a piada.
Depois de Batman, o ator dará vida a divertida ave nas telas do cinema. Tá, também não é isso. Acreditem, o desenho animado que completa 71 anos hoje, divide o mesmo dublador com o George Clooney. Essa é que é a verdade.
E não pensem que o cara é um velhinho capenga. Estamos falando do médico, em pleno exercício, Marco Antônio Costa, que passou a emprestar a voz ao Pica-pau desde 1999.
Surpresos? Alguém percebeu a diferença desses tempos pra cá? Eu não. E o Silvio Santos ainda justifica não ter trazido os outros 2/3 dos episódios do Chaves para o canal porque o dublador do Seu Madruga morreu.
A voz do George é a de Marco mesmo, sem tirar nem pôr. Só resta saber se esse casamento vem desde os tempos áureos do ER, vulgo “Plantão Médico”. Já seria Marco o Dr. Doug Ross?
maio 28, 2007
Alerta vermelho
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Extra! Extra! Perguntaram se não estou grávida outra vez. Caramba, não é possív
el isso, viu! Fazia tempo, muuuito tempo que isso não acontecia, aliás, há uns cinco quilos atrás. Até onde meu auto-conceito me permite chegar, eu estava me sentindo bem, rumando à tão sonhada barriga sequinha que os sacrifícios da corrida prometem.
As pessoas são realmente muito sem noção, ou quem sabe invejosas, querendo acabar com o que resta da minha auto-estima.
O engraçado é que toda vez que esse infortúnio me apetece a observação maldosa vem de uma mulher feia. Muuuuito feia. Desta vez foi de um ser que lembra o Xuper Moderninho do Xou da Xuxa. Alguém lembra? Argh!!!
Tudo bem. Deixa pra lá. Ei de não ser rancorosa, devolvendo elogios do mesmo caráter. A natureza já foi cruel o suficiente para que eu tripudiasse e, além disso, talvez seja um alerta divino, um flashback, um cutuco na memória pra que jamais deixe a peteca cair outra vez, afinal o frio ameaça e é amigo chegado da preguiça e da gula. Valeu Moderninho!
Extra! Extra! Perguntaram se não estou grávida outra vez. Caramba, não é possív
el isso, viu! Fazia tempo, muuuito tempo que isso não acontecia, aliás, há uns cinco quilos atrás. Até onde meu auto-conceito me permite chegar, eu estava me sentindo bem, rumando à tão sonhada barriga sequinha que os sacrifícios da corrida prometem.As pessoas são realmente muito sem noção, ou quem sabe invejosas, querendo acabar com o que resta da minha auto-estima.
O engraçado é que toda vez que esse infortúnio me apetece a observação maldosa vem de uma mulher feia. Muuuuito feia. Desta vez foi de um ser que lembra o Xuper Moderninho do Xou da Xuxa. Alguém lembra? Argh!!!
Tudo bem. Deixa pra lá. Ei de não ser rancorosa, devolvendo elogios do mesmo caráter. A natureza já foi cruel o suficiente para que eu tripudiasse e, além disso, talvez seja um alerta divino, um flashback, um cutuco na memória pra que jamais deixe a peteca cair outra vez, afinal o frio ameaça e é amigo chegado da preguiça e da gula. Valeu Moderninho!
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