agosto 29, 2006

Couve-flor forever

Piadinha para alegrar o dia. Outra contribuição da Van.

Um dia, a rosa encontrou a couve-flor e disse:

- Que petulância te chamarem de flor! Veja sua pele áspera e a minha lisa e sedosa... Seu cheiro desagradável e meu perfume sensual e envolvente. Veja seu corpo grosseiro e o meu delicado e elegante... Eu, sim, sou uma flor!

E a couve-flor respondeu:

- "Helloooowww! Que-ri-da, de que adianta ser tão linda se ninguém te come?"

agosto 28, 2006

Cátia Flávia chegou!


Mais uma cadela na família! Cátia Flávia acaba de chegar. Não, não foi uma prima que nasceu, nem um otário da família que casou com alguma vigarista, mas literalmente uma cachorra. Uma labrador de olho azul, colega da Melissa Maria, vulgo Mel (a poodle cagona).

Fazia tempo que eu queria a Cátia Flávia. Apesar de já ter o nome há mais de um ano foi uma briga em casa. Ninguém aceitava chamar de Cátia Flávia. Quase batizaram de Pity. Porra, grita Pity na rua vem 10 ( de tudo quando é espécie). Convenci dando a opção de chama-la de Kat, apenas como alcunha carinhosa.

Olha ela aí:

agosto 25, 2006

ChangeManagement até no espaço

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A regra agora é mesmo o corte. Até planeta está sendo demitido, que beleza! A União Astronômica Internacional (UAI) acaba de excluir Plutão como um planeta do Sistema Solar, que passa a ter oito em vez de nove planetas. Poderia pular para 12, mas não. A onda é racionalizar.
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Além de levar um pé na bunda astronômico, o belga Olivier Hainaut que trabalha no Observatório de Cerro Paranal, no Chile, ainda chama o coitado de planeta anão. Isso não é crime? E como planeta anão Plutão não poderia reivindicar inclusão como "planeta especial"?

Enfim, a notícia mais legal que li sobre esse assunto foi sobre o apoio moral dos sete anões ao cãozinho Pluto (que em inglês leva o nome do ex-planeta).

Família Quem?

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Família Quem??? Olha isso, um grupo de mulçumanos fazendo um tour. Digam, qual o sentido desse registro?




Contribuição da amiga Vanessa Zampronho. Thanks Van!

agosto 23, 2006

Balaio no chicote

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Agora fudeu! Vou ter que caprichar nos textos por aqui. O Marcão acaba de me informar que incluiu o Balaio nos links do Jesus, me chicoteia! E ainda anunciou a novidade. Já viu, né? Agora vai chover nego visitando, ao menos pela primeira vez.

agosto 21, 2006

Do caralho!

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Notícia do dia. Essa não dava para não compartilhar heheh

Indiano com dois pênis quer retirar um para ter vida normal

Um empresário indiano que nasceu com dois pênis quer remover um deles para poder casar e ter uma vida sexual normal. As informações são de um jornal de Nova Delhi.

O homem de 24 anos se internou no hospital da cidade esta semana com um caso médico extremamente raro de pênis duplicado, disse o jornal Times of India.

"Um caso de dois pênis funcionais nunca foi visto na literatura médica. O mais comum, quando há duplicidade de órgãos, é que um seja mais rudimentar", disse um cirurgião entrevistado pelo jornal.

Segundo médico, a cirurgia será um desafio, porque ambos os pênis foram bem formados e têm um bom fornecimento de sangue. O jornal não revelou o nome do hospital nem do paciente para que a privacidade fosse preservada.

Retirada do site Câmera 2.

agosto 19, 2006

Filho maravilhaaaa, nós gostamos de você...

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Um inferno para chegar, uma molecada que nem deveria conhecer o repertório do cara, mas valeu a pena, me acabei. Jorge Ben bom!

Oba, oba, oba!

agosto 18, 2006

Brega e chic

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Era só o que faltava. Depois do incidente da porta que caiu em pleno vôo, causando traumas, hematomas, além, claro, de desalinho na comissária, agora a TAM resolveu colar adesivos do Cirque du Soleil pelas aeronaves. Que idéia besta! Espero que não seja para colar as portas. Será que os passageiros poderão se entreter durante o vôo jogando bafo?

Besta e brega. E ainda chamam isso de decorar. Muito bem, quem sabe o próximo passo será espalhar flores de plástico, servir os sucos naquelas jarras de abacaxi, pendurar calendário de mercadinho nos bancos e fotos de casamento de bisavós pelos aviões. Como diria minha vó, vai ficar supimba!

agosto 13, 2006

Santo remédio

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Finalmente alguém disse o que muita gente teve vontade de receitar: Remédio para mulher mal-comida é sexo! Por favor, uma ola para o médico de Blumenau, Welson Geraldo de Souza, que saiu no Fantástico desse domingo. Ele merece.

Um homem lúcido, sábio, que sabe o que faz. Não receita placebo, nem antidepressivo, mas propõe uma solução eficaz e barata em pleno posto de saúde da cidade. E o povo ainda faz abaixo-assinado para a saída desse homem de bem? Isso é um absurdo! A mulherada deveria estar comemorando e agradecendo o empurrão do doutor.

Leiam abaixo uma das matérias publicadas sobre o ômi no dia 07/08/2006 no portal do jornal catarinense “A Notícia”:


Médico cria polêmica com novo tratamento
Cinco abaixo-assinados pedem a saída de Welson, pacientes afirmam que doutor recomenda sexo três vezes ao dia como remédio pra depressão

Blumenau - No lugar de anti-depressivos, lazer e sexo de qualidade. A proposta do médico Welson Geraldo de Souza, de um Posto de Saúde de Blumenau, está deixando alguns moradores do bairro Itoupava Norte revoltados. Segundo um grupo de mulheres que já pede sua saída por abaixo-assinado, "o médico diz que nosso problema é falta de homem". Souza se defende: "quero implantar uma nova filosofia e acabar com essa cultura de comprimidos", afirma. A reclamação vem de mulheres como Nilva Pereira, 44 anos. "Eu acabei de me separar, estou fragilizada. Ele me mandou procurar um homem, bem nesses termos", garante. Outras mulheres, boa parte moradoras da rua Hélio Coelho Gomes, garantem que o médico não tem o menor tato. "Falou pra eu parar de tomar remédio e fazer sexo três vezes por dia", denuncia Terezinha dos Santos, 47 anos. Por causa disso, estão nas ruas cinco listas paralelas, que pedem a saída do médico. No consultório, Welson diz que esperava por reação da comunidade, mas prega bom senso. "Eu sou um profissional com 25 anos de medicina. Jamais diria algo desse tipo para os pacientes. Estou tentando quebrar tabus e fazer as pessoas conversarem sobre sexo e sexualidade. Tentando fazer com que os maridos sejam mais carinhosos", afirma. Ele diz que jamais recomendaria sexo três vezes por dia. "Isso é impraticável".(Rodrigo Stüpp/AN)

Link original: Notícia retirada do portal de A Notícia

agosto 11, 2006

Confissão

Putz, tenho que melhorar a produção desta merda! Eu sei, devo estar provocando uma série de desapontamentos. Perdón amigos!

Enquanto não dou um jeito na qualidade por aqui, sintam-se convidados a conhecer os outros dois blogs novos Efeito Matambre e Gente, foi horrível! Não que sejam melhores, mas diferentes, that´s all.

agosto 10, 2006

Onofre nunca mais


Tá decidido. Nunca mais compro na Onofre! Puta propaganda enganosa. Há uns três, quatro meses, entrei na megastore da farmácia na Av. Paulista para conferir o preço daquele perfume do Hugo Boss. Pois bem, o preço estava razoável e me apresentaram lá uma promoção do cartão fidelidade em que cada real acumulado valia um ponto que poderia ser trocado por prêmios como chapinha, barbeador elétrico e até MP3 player. Comprei. Mais pelo perfume do que qualquer coisa, mas segura de que havia acumulado mais de cem pontos no bendito cartão.

Eu só lembro de ter sido fiel a alguma farmácia na minha terra, onde por muito tempo desfrutei das vantagens de minha assiduidade na Panvel. Aqui em Sampa tanto fazia até então. Passei a comprar na Onofre até itens de higiene que poderia incluir perfeitamente na listinha do supermercado por esses três, quatro meses. Desviava caminho, andava um pouco mais, mas não comprando em outras redes, só na Onofre. Devo ter acumulado mais de mil pontos lá. A promoção era válida até final de agosto, depois zeravam todos os pontos.

Hoje, para minha surpresa, passei na megastore outra vez decidida a resgatar meus pontinhos e trocar por um presente legal. Paguei minhas compras e perguntei como deveria proceder. A caixa informou que deveria falar com o gerente. Depois de esperar um tempão ao lado do balcão ele me atendeu. Pediu o número do meu CPF e viu lá: 12 pontos.

Surpresa, questionei: "12 pontos? Só pode haver um engano. Apenas a compra que fiz hoje passa dos 50 reais!!! "Mas é o que consta", disse o cretino e ainda me falou que se eu ainda tivesse o cupom fiscal do perfume comprado há meses ele daria um jeito de computar, pode isso?

Não sei o que houve, mas só me faz pensar em má fé. Tiveram minha fidelidade rara por uns três meses, agora além de não mais me ter como cliente, faço questão de divulgar a malandragem. Não piso mais lá, nem para me pesar. Fodam-se os cafezinhos, limpezas de pele e maquiagens!

agosto 05, 2006

Sandylea e Durval Junior: revelações de salão

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Minhas leituras na manicure são sempre uma experiência interessante. Desta vez era a Contigo! com a capa da Sandy que estava dando sopa por lá.
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Dizia a manchete: “Revelações de Sandy: Ela cozinha para o namorado, tem fantasias sexuais e até xinga no trânsito”. Toda vez que a Sandy faz revelações, eu procuro me informar para ver se é dessa vez que ela conta que peida, por exemplo, alguma coisa polêmica de verdade, pois vocês sabem que diz a lenda que a Sandy não tem intestino, anyway, não foi dessa vez.

A entrevista era absurda. As únicas revelações mesmo foram que a Sandy já tomou porre de caipirinha UMA vez num Reveillon e que o Lucas Lima (que não é parente, mas namorado) não gosta de molho de tomate. Uau! Bombástico, não? A repórter perguntou hipoteticamente se a garota responderia se ela perguntasse se tem fantasias sexuais. Resposta? Até responderia, mas não contaria quais (ou algo assim) e virou capa! O que os caras não fazem para vender. Foram páginas de ladainha e esquivas. Num dado momento Sandy sedia e então comentava de uma lingerie sexy que ela não ia contar como era. Eis que a reportagem indaga: "E quem te disse que era sexy?" Tsic, tsic.
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Sandy xinga no trânsito? Sim! Com os vidros fechados, para si mesma, quem sabe só em pensamentos, ai que meeda! Bem, quanto à cozinha já falei que Lucas não gosta de molho de tomate? Tinha uma outra entrevista com o Júnior também. Seria mais revelador (e vulgar) se fosse para a capa, por exemplo, a resposta que a repórter-joselita arrancou do entrevistado com a inteligente pergunta: Você já brochou?
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Essas revistas só me envergonham. Não tive muita paciência de continuar lendo e além disso, minhas unhas já tinham secado. Levantei e fui embora, deixando a Sandy com suas caretas selvagens repousando sobre o sofá. Quanta tolice!

julho 24, 2006

Corazón

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O espanhol é mesmo uma delícia. Meu primo acaba de voltar de uma temporada em Barcelona e me trouxe castanholas. No manual (acreditem, veio com manual em cinco idiomas!) explicava como tocar aquele negócio com o nome de cada dedo. Difícil pra caramba!

Sabem o que descobri? Aquele dedo simpático com o qual mandamos o povo se foder se chama “corazón” em espanhol. Não é lindo?

julho 23, 2006

Faça o que eu digo, não faça o que eu faço

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Estive no Mc Donald´s essa semana e pra variar li aquela toalhinha de papel que eles põem na bandeja (que graças a Deus não era mais a da Copa).

Gostei da toalhinha. Politicamente correta, com 52 dicas de “Como salvar o mundo fazendo coisas simples”. Bem, algumas nem tão simples, outras imbecis, mas tinha umas úteis. O que mais me chamou a atenção foi as que incentivavam a não consumir produtos de fabricantes que não estavam alinhados a políticas ambientais.

A última ainda dizia “Estimule as pessoas à sua volta a terem mais consciência ecológica, repassando todas essas dicas”. Bonito discurso. Faria um ola para o fast food se não me parecesse um tanto hipócrita. Lembrei na hora que há pouco mais de três meses a rede foi alvo de protestos do Greenpeace na Europa justamente por comprar frango da Sun Valley alimentado com soja plantada ilegalmente na Amazônia. No relatório da ONG intitulado “Comendo a Amazônia”, o Mc Donalds aparece como principal comprador de frango da fornecedora. Como pode uma empresa que banca o desmatamento e admite ser ciente da origem da ração dos franguinhos falar em consciência ecológica?

Que feio! Aconselhar a compra de fabricantes “verdes” quando ela mesmo não faz. A toalhinha é ótima, mas também não poderia esperar muito do Mc Donald´s que traz no verso das mesmas toalhinhas tabelas nutricionais e links para levar uma vida saudável. Um método “engajado” de lavar as mãos, não?


julho 19, 2006

Quarta é dia da picanha

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Não, não é no Carrefour, nem no açougue da esquina, mas no Panther´s Night Club! Um cartaz enorme anunciava na Avenida Santo Amaro. Trânsito parado em plena luz do dia e ele lá, na fachada da boate adormecida, ironicamente localizado quase em frente a um hortifrutigranjeiro.

Carne nobre. De primeira. Será que escolhem a mulherada que nem tomate, apalpando? E se estiver ruim? Bichada que nem goiaba? Argh!!! Melhor nem pensar.

Lendo aquela faixa lembrei de duas histórias. Já aviso, não são muito engraçadas. Uma delas é de Santa Catarina. Gaúcho adora sacanear catarinense, mas esse causo é verídico. Laguna, sul do Estado. Verão de 1999 e um açougue. Mami pede guisado (carne moída, o famoso boi ralado catarinense). Preço bom, cara boa, apesar da etiqueta dizer que era de segunda. Eis que frente ao interesse o açougueiro aumenta o valor:

- Ah! Esse é mais caro.
- Por que?
- É quase de primeira.

Pode isso? Também tinha um professor de biologia no cursinho pré-vestibular, o Maia, do Universitário. Nunca me esqueço. Com mais de cem alunos com os hormônios à flor da pele, interrompia vez ou outra a aula com uma dançinha ridícula ala Velma do Scooby Doo (lembram da Velma dançando?). Dizia que todo o fim de semana a gente ia para o açougue. Explicava ele: “Aquele lugar com música alta, pouca luz onde as gurias expõem a carne, os caras escolhem e levam para o abate.”

Tá aí. Canso de ir nos açougues da vida, mas em puteiro nunca pisei. Deve ser algo muito do bizarro. Um dia faço a experiência. Que fique bem claro, é pela mais pura curiosidade antropológica! Picanha por picanha ainda fico com a da churrascaria. Onde a gente só entra com a fome e não acaba com o espeto na mão.
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Viu, eu disse que não era engraçado. Deveria ter parado no Argh!!!

julho 02, 2006

É nóis outra vez!


Pausa para a modéstia heheh Pouca gente sabe, mas o nosso quadrado mágico da faculdade - Álvaro, Deza, Fernando e eu - já levou alguns títulos. Acabei de receber o link de uma reportagem sobre o prêmio Unirádio, da FM Cultura que ficamos com o 2º lugar com a reportagem sobre o Brique da Redenção. Valeu. Só soubemos da participação quando a ex-prof Doris Haussen avisou que já estávamos na final. Gostoso saber que a PUCRS não esqueceu da gente depois da graduação.
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Ai, que saudade dos tempos do rádio na Famecos! Saudades de todo mundo. E para compartilhar minha felicidade e mostrar um pouquinho da história do nosso querido Brique da Redenção, em Porto Alegre, deixo o link da reportagem:
http://cyberfam.pucrs.br/noticias.php?id=248 Dá para ouvir o nosso trabalho também.

Foto: Brique da Redenção (Direitos reservados à Associação dos Artesãos do Brique da Redenção)

julho 01, 2006

Au revoir, Brasil!

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Graças a Deus não apostei em bolão. Chega! Vou acompanhar campeonato de bocha. Ou de punhobol, de peteca, whatever. Quem sabe assim, sem esses salários astronômicos e com mais garra eu consiga ser uma torcedora feliz.

Que vergonha! Assistir o Brasil perder para a França dói, viu. Tudo bem que não foi nenhuma surpresa, mas dói. O mais duro foi assistir ao lado de uma torcida de franceses e ainda ter que ver os caras fazendo festa, dando cornetada no teu ouvido. Tanto bar em São Paulo eles tinham que ir justo para o que eu fui?

Não precisava ganhar, mas jogar feio é humilhante. Deixa a gente na mão porque não dá nem pra chamar o juiz de ladrão, nem se orgulhar de categoria. Que bela bosta!

Ficou freguês mesmo. Fazer o que, não? Afinal, não dava para continuar dependendo da má pontaria dos adversários. Uma hora isso ia acabar. Ainda que doloroso, foi merecido.

Au revoir, Brasil! Baixa a cabeça e volta pra casa. Quem sabe ainda dá tempo de rachar o vôo com a Argentina. E da Varig!

junho 22, 2006

Brasil x Argentina

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Quase presencio um confronto de Brasil e Argentina. Hoje. Em plena São Paulo, há cinco minutos do Ibirapuera. Sim. Quase aconteceu. Por uma distração. Por um impedimento de cerca de três metros.

Um sinal vermelho e o freio, na prorrogação. Não houve “crack”, mas “pluft”, na volta de um breve transe ante o cruzamento da Avenida Brasil com a Argentina. Engraçado. Por segundos quase trágico, mas interessante.

junho 17, 2006

Adeus zica! Vou ligar para o Faustão.


A zica braba passou. Sim. Inferno astral. Exatos 21 dias antes do Balaio completar um ano (Êeeee! Um ano!). Machuquei meu pé, bati o carro, descasquei abacaxi no trabalho, TCC. Tudo junto, tudo ao mesmo tempo, como o diabo gosta. Não adiantava. Não dava tempo nem ânimo de sentar aqui, enquadrar mais uma vez minha bunda e escrever algo brilhante e engraçado. Não dava.

Passou. E daquela forma estranha com a famosa coincidência, a "lenda urbana" que reza que depois de uma maré de má sorte, vem uma de pé quente. Do mesmo modo que tudo deu errado, tudo se acertou ao mesmo tempo. Com bônus. Pude descobri o real significado da frase "há males que vem para bem".

Fui ao teatro. Peça com Antônio Fagundes. Assim, decisão de última hora. Besta, aliás. Além do avançado da hora, ainda tinha a Av. Paulista interditada pela "Marcha por Jesus" como agravante. Mesmo assim, me arrumei em 15 minutos e fui, torcendo para conseguir driblar o mar de fiéis em pleno feriado. Começava rigorosamente às 21h. Chegamos 20h37, eu e minha irmã. Fila gigante. E a Dona Benta atendendo na bilheteria. Lerda de dar dó. "Só 10 minutos, pessoal. Quem entrar entrou" - gritava um funcionário.

Poxa! Eu não me abalei até lá para gastar R$ 10 em estacionamento e sair dali sem ver o Rei do Gado! Comecei a ficar indignada. "Mais 5 minutos!" - dizia aquele infeliz, num counting down do capeta. É a minha vez. "Duas meias na área 2", pedi e entreguei o cartão.
- Não tá passando o cartão, disse a D. Benta.
- Cheque?
- Não aceitamos cheque.
- Mas aí tá dizendo que aceita. Tenta passar o cartão de novo.
- Não dá. O sistema tá fora do ar.


Minha irmã sem um puto na carteira. Eu, sem o suficiente para pagar as duas entradas. "Que merda!" - pensei. Dá o segundo sinal e eu nervosa. Chamei o gritão para tentar resolver o problema. Eis que ele grita de novo, dessa vez para o bem: "Vem, vem, passa logo. Deixem os ingressos aí e sentem onde tiver lugar".

Legal! Entramos de graça! Heheh Encontramos lugares na área 1, central, e ainda teve bate-papo com os atores no final. R$ 140 economizados ou, no mínimo R$ 70. Que delícia! E os caras discutindo no palco a acessibilidade aos teatros. Hahaha Maravilha! Agora só falta ligar para o Faustão. Tem sorteio de casa com carro na garagem esse domingo. Quem sabe? Tenho que aproveitar a onda. Vamos lá, qual é o número mesmo? 88490?